O olhar lançado de supetão
atinge o vazio supremo:
vozes, luzes, ressonâncias, tudo sem vida.
Caixa metálica nenhuma
guardaria maior retidão.
O mesmo aroma malsã
resvala feito frialdade inóspita
atravessando qual lâmina
meu corpo jogado na cadeira.
Brusco e leviano amargor
reverbera na sala fechada:
fantasmas agitam-se
espargindo insanos uivos
como a ressuscitar performances
nunca dantes ensaiadas.
Pepê,
Sem referência,
Carrega consigo um vazio interior.
A busca de um eu perdido,
sem espaço...
Muito bom!
Grande abraço,
Regina
Tantas coisas para dizer e não podem ser ditas...
Muitas vezes nos sentimos assim, nesse vazio lunático, nessa falta de perspectiva da palavra e da comunicação conosco mesmo.
Abraços
Pepê,
Sempre chega a "luz".
Um abraço,
Pepê,
Grande é você...
essa busca eterna de nós mesmos, o indizível, o vácuo... mesmo eles nos abrem caminhos. Lindo poema!
Obrigada pela tua passagem em minha chuva.
abçs de betha.
Meus votos Pepê!
bjs pro cê!
Sem referências!!!!!
Deposito meus votos.Um beijo em seu coração.
aháa !!! eu dei o voto numero 70 . kkkkkk
beleza sua poesia.parabens
se pduer visitar minha colaboraçao e votar se gostar eu agradeço .
http://www.overmundo.com.br/overblog/entrevista-do-artista-gejo-site-bocada-forte
Pepê,Vo(l)tei, será na hora?
Beijos e votos,
Regina
Grande, Pepê!
Seu canto invade mundos; fere a mesmice.
Forte Abraço,
Benny Franklin
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