Em princípio nem o verbo
é válido
se não houver uma ponte
que o sustente
se não houver Caronte
que o conduza
se não houver fonte
que o origine
se não houver carente
que o agarre
se não houver ouvinte
que o interprete
Gostei muitão... a sonoridade tá fantástica!
Abraços!
Oi, Ana!
Valeu!
Esse poema é de um tempo em que eu andava fazendo muita experimentação sonora. Agora, discretamente, pouco a pouco, estou voltando a enveredar por esse caminho.
Tá realmente muito gostoso de ler. Flui fácil.
Saulo Frauches · Rio de Janeiro, RJ 4/10/2006 16:54Obrigado, Saulo! Deu trabalho, mas valeu a pena!
Fábio Fernandes · São Paulo, SP 4/10/2006 17:32
Muito Bom, Fábio! Me senti navegando com Caronte no mar das palavras...
Gostei muito! A sonoridade é gostosa, e ele tem o que dizer. Mostre mais do seu trabalho legal, Fábio!
Abraços do Verde.
Muito bom, e vale uma moeda em cada olho! :)
Thiago Perpétuo · Brasília, DF 7/10/2006 12:38muito legal ...sue texto adoraria de ver mais .... abraços a todos ...
JuNiN · Ribeirão Preto, SP 7/10/2006 16:50
Muito bom, Fábio!
Solte o verbo!!!
Delicioso. Afinal, o verbo jamais seria válido se não derretesse na boca.
Pedro Ferrari · Brasília, DF 10/10/2006 09:50
Metáfora perfeita para o Overmundo, ponte entre criadores, galeria, livro, jornal, cine-clube. Muito bom poema, musical.
Ramiro Quaresma · Belém, PA 5/3/2007 13:21Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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