Sempre marcho entre um horizonte perdido e o destino.
Sempre vagueio entre a sobriedade e a bebedeira.
Sempre me pergunto sobre os acasos da vida.
Sempre brinco nos passos da dança.
Sempre choro nas amarguras da sina.
Sempre amanheço entre o corpo e a alma.
Sempre me embriago no sabor do vinho.
Sempre cruzo entre a loucura e a loucura.
Sempre gozo o instante divino.
Sempre guerreio com as sombras...
Sempre encontro um significado.
José, tem bastante poemas passados, lidos, apreciados, aprendidos, guardados... estou lhe devendo uma palavra, já que está cedo, reservei pra fazê-lo, fazer não, quem faz palavras são os poetas - os leitores falam ou engolem..
- Tenho lido, e gosto de ler, porque gosto de apreciá-los, não deixei no seu perfil porque quero falar, falar não, escrever, de publico, - gosto dos seus escritos - assim se dizia na minha terra, "escritos". O "escrito" não morre. Se bem escrito - procria, eterniza.. abs. andr
José,
Sempre...
Marluce
Olá, André!
Assim você me deixa sem palavras.
Agradecido!
Abraços.
oi linney!
Agradecido.
Abraços!
Marluce!
Sempre você no meu coração.
Abraço agradecido.
Sempre, sempre, sempre mais um passo! Adorei!
Tati MOTTA · Belo Horizonte, MG 9/7/2007 06:41
Olá, Tati!
Agradecido. Já estou com saudades de teus escritos.
Beijos!
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