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Sempre te amarei...

AdroaldoBauer/Jeté Pasé. Arte que imita vida que imita arte que imita vida...
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Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS
16/2/2008 · 106 · 12
 

[Sonhei com um novo amor]
Reabri meu coração
Dei flores, fiz canção.

Entreguei-te a minha alma
Foi com ela minha calma
[Sou de novo só um louco!]

Esse amor chegou depois
De nossas vidas a dois
Estarem comprometidas

Não me negaste carinho
Só me pedistes baixinho
- entenda meu coração... foi preso pela razão.

Nem sequer ainda nos vimos
E do amor nos despedimos
Já assim sem emoção... amor

Não és mais livre querida
É pecado e proibido
É um outro amor banido

Vou sofrer e tu também
Não posso voltar atrás
Não se vive uma vez mais

Renascer não é possível
Mas queria um'outra vida
Uma chance ao nosso amor

Sempre vais me amar... Sempre te amarei
Sempre te amarei... Sempre vais me amar

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Autoria
Adroaldo Bauer
Ficha técnica
Porto Alegre 12-13/02/08
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alcanu
 

Não é fácil, quando não há as clássicas apresentações...
Não vejo mais graça nas festas, nas meninas maquiadas, artificiais, na roupa de domingo que ainda não secou e no carro que furou o pneu antes de chegar, frustrações chame se quiser, prefiro chamar de avisos, prefiro não me apaixonar daquela forma banal, conhecer, mandar flores, marcar o próximo encontro, descobrir é mais gostoso, mais custoso, mais sei lá o quê, tô amando o sei lá o quê, depois de tanto sofrer com o sempre igual, com essa Páscoa depois do Carnaval, com esse amor, complicado, estranho, existencial...
Sempre é muito tempo, mas também é pouco se se pensar bem, é bom que nem se pense e se dispense qualquer apresentação, amar é bom, sempre é bom, que nem bombom, hum !
Um abraço amoroso, querido Adroaldo, sempre a amar...

alcanu · São Paulo, SP 13/2/2008 18:52
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Adroaldo Bauer
 

Pois não se trata exatamente disto o que nos sugere a posição de permanente expectativa da árvore, em Jeté Pasé, a fingir-se de gente e arte imitando o passo da bailarina em mesma posição de dança, Alcanu.
Assim é que nos vemos, eu e tu, penso. À espreita de que algo de muito bom nos aconteça. enquanto isso, é melhor fazer uma canção, que a sucessão de versos assim o permite, do que filosofar, que está provado, "só é possível em alemão".
Grato por tua presença.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 14/2/2008 01:02
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Dora Nascimento
 

Pois do amor, assim, distante, existencial...
errante, autômato, e paradoxal
segue sem linha do tempo,
segue em litorâneo vento,
sugue em pegadas azuis
o indizível que se quer dizer...
Sair daquela posi~ção estática,
de não se querer cre mais em nada,
de se dizer não ao coração...
Oh, quão tola ilusão...
O amor escapa a tudo isso,
o amor é risco,
o resto é canção
e filosfia, sim, só em alemão.

Beijo dom Adroaldo!
Adoro ter ver soltando versos de amor
como quem espalha flores deixando o caminho em cor e fragrância...
Lido, aplaudido, querido, comentado e votado.
Não necessariamente nessa ordem.
Cê tá tão bem Dom...

Dora Nascimento · Olinda, PE 15/2/2008 21:32
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Thomas Insus
 

amor...
as vezes bom-bom,
as vezes um pedaço de seduçao
as vezes doce glace marrom
as vezes mousse de limão

ele e suas diversas receitas e sabores.... dificil qual escolher...
abraço

Thomas Insus · São Luís, MA 16/2/2008 00:06
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Adroaldo Bauer
 

À vezes até nem, Thomas. Grato.

Adorável, Dora. Agradecido. Se te pareço bem, bem querendo aprecer, estarei parecendo bem para mim também, quando acordar. Beijo e terno abraço. Agradecido.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 16/2/2008 02:19
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Cintia Thome
 

N'outra vida, asim espero.
Queria estes versos amantes pra mim
Uma esperança, um clamor...
Poesia primorosa Adroaldo
abçs.
Te li no ver-o-Poema...Belo!

Cintia Thome · São Paulo, SP 16/2/2008 09:37
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Adroaldo Bauer
 

Ah!
(...fecham rápido as cortinas, acendem-se as luzes da platéia, um burburinho inusitado no palco)
...
Perdão Cintia, havia desmaiado, mas já estou recuperado.
Estou mesmo agora içando velas, levantando âncora e embicando a proa rumo a um tal de lugar secreto que andaram falando dele para mim, a Juli, aqui em casa, que viu - e me mostrou - ilustrando teu "DELITO", um deleite de poema lindo de amor.
Mandei fazer há pouco uma e já, já ficará pronta uma outra vida, que começa por aprender a saber "que amigo teu eu seria"
Sou grato por tuas palavras e estímulo, mulher.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 16/2/2008 11:30
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Nydia Bonetti
 

Adroaldo
Tenho um poema que diz mais ou menos assim:
Sabemos sempre o que estamos fazendo?
É sempre a emoção o que nos move?
Somos sempre lúcidos em nossas ações?
Deixamos nossos instintos nas cavernas?
A evolução da espécie
Impôs ao homem o fardo da razão?
Encontraremos respostas nas pinturas rupestres?
Será mesmo a consciência o que nos diferencia dos animais?
Complicamos as coisas ou serão elas mesmas complicadas?
Onde se alojam as nossas almas?
Em que recôndito escondido dentro de nós?
Habitará a alma em nossos corações?
Será mentira que os corpos se entendem?
Será verdade que as almas não se entendem?

.
.
.
Em que noite medonha,
Soterrada nos escombros do tempo
O homem descobriu que andava só
E sobre a terra virgem derramou
Sua primeira lágrima....
Até quando andaremos errantes
Pela árida face da terra
Para sempre perdidos do amor?


Lendo teu poema, me lembrei do meu...

Nydia Bonetti · Campinas, SP 16/2/2008 15:04
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Adroaldo Bauer
 

Nydia, que bom que a lembrança de ocorreu.
E, por certo, percebeste a árvore a imitar a menina com se espelho dela fosse, a perna esquerda plantada, a direita lançada para além do eixo do corpo, o torso ereto levemente inclinado atrás para dar linha em seqüência à cabeça também erguida majestática mais acima inclinada, as mãos aos céus, apontando os braços retos num legítmo e natural, não eterno, mas perene, jeté pasé.
Grato também pela beleza em teus versos.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 16/2/2008 16:10
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Nydia Bonetti
 

Confesso que dei mais atenção aos versos do que à imagem. Que espetáculo! Beleza de imagem! Ah... Se nos espelhássemos sempre na natureza. Quanto teríamos aprendido. Quanto melhor seríamos...
Abraço!

Nydia Bonetti · Campinas, SP 16/2/2008 18:03
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Juliaura
 

Antes tarde, que mais tarde, Papá. Voti ni tu. Achei bela. Se os filhos do francisco te lêem, sei não, vende um milhão de cópias folgado. Eu já escondi as lâminas de barbear 9sei que não usas, mas eu uso). tinha umas enferrujadas. Sabemos que poetas românticos não passavam dos 22 anos, por ideal e estratégia do período, não é fato?

Juliaura · Porto Alegre, RS 16/2/2008 18:38
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Valéria Geremia
 

Adroaldo, o amor é.
Não precisa mais.
O amor é.
E nós que lidemos com isso, não!?
Rsrsrs.
Abraço.
Obrigado pela visita.

Valéria Geremia · Fortaleza, CE 17/2/2008 16:00
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