SENTIMENTO URBANO
De tantos viadutos me atirei
De tantos edifícios me joguei
Em tantas avenidas me matei.
Sinais vermelhos não me impediram
Para-peitos e terraços não me cercaram
O corrimão, as grades de proteção;
Só conseguiram me excitar,
Aumentaram minha pulsação.
Minha bagagem; cara e coragem.
Minha passagem; transgressão.
Do homem urbano eu sou o pensamento!
Deste espectro do concreto
Eu sou Maquiavel o intrépido!
Um Cérbero de sua existência.
Do homem urbano eu sou!
Eu sou do homem urbano!
Do homem urbano, eu sou:
Sou o coração, a alma;
A consciência.
Sou o sentimento!
rapaz, você se superou!!!Parabéns!!!
abços,
Gratíssimo, Marcos!
Um comentário deste porte vindo de um poeta cujo trabalho me é admirável, me dixa assaz lisonjeado. Grande abraço.
Muito bom Robert!
abraços!
Robert, que sua poesia continue sempre como uma britadeira a escavar a dura paisagem urbana, a de fora e a entranhada por dentro...
Parabéns!
E abraços...
Muito grato Célio! Abçs.
Robert Portoquá · São Paulo, SP 3/5/2007 21:57
Cida, Bjs!
Fico muito grato por você me dar o prazer de ver seu comentario a respeito do meu trabalho...
Belo, Belo, Belo poema e esta imágem está deslumbrante, Robert, maravilha mesmo. Parabéns poeta e um abraço.
Carlos Magno.
Grato, Carlos!
Você, como sempre, muito amável e com comentários bastante estimulantes. Grande Abraço.
Quanto a imagem, não relatei, mas é mais um daqueles fraglantes que capturei a partir da janela da sala de meu apartamento por volta das 5 / 6 da manhã...
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