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informações |
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Hermano Vianna |
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referências bibliográficas no texto
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| Data |
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15/10/2006 |
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56 Kb ·336 downloads |
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Caro Hermano, belo texto, cheios de boas referências ao mundo pop (algumas das quais, reconheço: desconheço). Passam lá dez anos, e o assunto continua atual. Aliás, discutir as raízes de um povo, e, portanto, sua identidade, é sempre caso de polêmicas. Afinal, não reza a cartilha das academias que o outro é tudo aquilo que está para além do limite do eu? Mas nas multi-propagadas aldeias globais, onde hei de terminar para que o outro se estabeleça. Qual é o limite dos brasileiros para que possamos reconhecer o estrangeiro? Qual a borda do tupiniquim que nos mostrará a divisa entre Tio Sam e a Tia Anastácia? Chego a temer, é bem verdade, as visões apocalípticas dos que crêem que é tempo de reforçar as barreiras, sob a pena de deixarmos de existir enquanto nós! Daí eu pergunto, NÓS QUEM, cara-pálida? Um brinde, pois, ao pluralismo brasileiro (xiiiiii... e isso existe?).
Thiago Perpétuo · Brasília (DF) · 12/10/2006 19:16
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excelentes e perpétuas perguntas, Thiago! Saúde!
Hermano Vianna · Rio de Janeiro (RJ) · 15/10/2006 18:30
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O quê? Já faz mais de dez anos que lançaram o Roots? E para onde é que foi esse tempo todo, que passou voando assim e nem me avisou?
Daniel Poeira · Belo Horizonte (MG) · 12/2/2007 15:23
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