Ser ou seres
Como é difícil andar entre as pessoas...
e ver seu sofrimento latente em seus
olhares.
Outras nem tanto estão entorpecido pela
indiferença.
Há um homem queimado e fétido sobre a
calçada.
Sobre ele olhares esguios e como é difícil
vaguear no meio da multidão, fingindo não
ver todos os dias essa desumanização
residida e mal assistida e parar e sentir
que esta vivo.
Recontando a não ainda vida mal vivida no
jogo das paixões, como é "trágico”.
E olhando em pesadelos de dia e de noite e
pesquisando em ordem ou em redemoinhos
de sentimentos desordenados.
Então, que pelo fulgor anêmico da arte que
ainda faz parte.
Eles reconhecem o incêndio fatal da vida!!!
Uns de óculos escuro e outros de pele
queimada do sol.
Numa ida diária do moído “destratos” de tratos
não cumpridos.
Difícil não beber um gole de noite no quarto
entristecido.
O NOVO POETA. (W.Marques).
W.Marques
Quando o nosso coração se condói com essas pessoas e nada podemos fazer, a gente fica entorpedida pelos descasso dos orgãos publicos que não se comprazem com a pobreza generalizada.
bjs
Salve, Wilson!
Putz!
Essa dor é por demais pesada para carregarmos sozinhos.
O moço lá de cima há de nos ajudar!
Abraço Pantaneiro.
Viu-se na Revolução Francesa que, antes no Ancien Regime, ou depois com Robespierre, a situação dos desvalidos continuva a mesma. É assim na vida! "Dificil...". O seu melhor está neste fantástico poema.
Juscelino Mendes · Campinas, SP 21/11/2009 11:55
belo trabalho amigo sobre o cotidiano, não há como passar sem nosso espelho refletidos nos miseraveis, que por muitas vezes e de diversas formas nossas atitudes causas isso aos menos desprovidos e nos torna mais miseraveis do que ja somos.
grande abraço.
O destino...e o Mapa do nosso país,parabéns,bj.
Claudia Almeida · Niterói, RJ 21/11/2009 22:08
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca (SP
Ser ou seres
Um texto triste e uma mão suplicando.
Lembra o Nazereno e a sua pregação de
Continuando porque Escapuliu
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca (SP
Ser ou seres
Um texto triste e uma mão suplicando.
Lembra o Nazereno e a sua pregação de que somos todos irmãos, filho do mesmo Deus Pai Criador de tudo.
É Triste mas, é um alento de que não estamos sós e nada está abandonado.
Vamos dar a mão a cada mão estendida e vamos abraçar o mundo como irmãos.
...como é difícil
vaguear no meio da multidão, fingindo não
ver todos os dias essa desumanização
residida e mal assistida e parar e sentir
que esta vivo...
Parabéns pelo Trabalho.
Abração Amigo
As imagens, por si só, são pura poesia, Marques!!!
Ahhh ..essa vida que dói, a vida que corrói a própria vida...no desumano humano que estamos nos tornando...tantas revoluções , e nada de acontecer a principal: a da alma!
E vamos nos tornando um aglomerado de solidão...Hiroshimas espalhadas nas feridas que não saram e que abrem crateras
cada vez mais fundas entre nós...
Profundamente realista,Marques!E a realidade, meu querido, é muito triste...
Um beijo azul
Blue
Forte e tenso... "Pai. Afasta de Mim este Cálice"!
Abraço fraterno. jbconrado.
Um segundo,
em seguinte,
seguidos...não!
Perseguidos... sim!
Palmas para eles, somos do mesmo líquido.
Água e sangue.
Da terra e do mesmo sol.
beijos W. Marques
Parabéns pelo texto...
Uma mão estendida...pronta para ajudar...é exatamente o que muitos precisam...
Precisamos nós mantermos nossas mãos estendidas...assim teremos mais mãos para ajudar e muitas mãos a menos a pedir...
Grande abraço!!
Rose Canazzaro
meu querido,vir te ler nesta manhã me deu a certeza de que ainda existem pessoas que se preocupam com essa calamidade que vivenciamos todos os dias e noites.
Seu poema me chega triste, triste por ter tentando por tantos anos fazer uma pequenina parte.
Lindo teu texto,preciso.Já estava pensando que o over tinha perdido o significado de existir como site.
Obrigada por continuar um poeta.
Um beijo em seu coração.
Meu jovem, você me fez refletir sobre as estruras públicas desestruturadas nas suas próprias relações, como também, como disse Freud, na incapaciadade do indivíduo socia de se alto-governar. Essa incapacidade faz com que necessitemos de representates, estes, criadores de ideologias das quais muitas vezes o sujeito não encontra força para lutar contra as mesmas. Precisamos sair dessa prisão. Não há dúvidas. E perpetrar o que perpetrou, se configura como uma grande valia para se pensar sobre o contexto psicosocial vigente.
Ronaldo Barbosa · Recife, PE 23/11/2009 09:41
É mesmo um incêndia fatal nossa vida.
E todos acabamos de uma forma ou de outras queimados.
bom post!
É mesmo um incêndio fatal nossa vida.
E todos acabamos de uma forma ou de outras queimados.
bom post!
Um tanto dolorido....gostei.
Rebeca Delgado · Curitiba, PR 23/11/2009 18:30
Belíssimo poema, meu caro! Verdades que o grosso da humanidade banalizam... Abraço.
Agnaldo Tavares · Barra do Choça, BA 23/11/2009 22:00
...mas a indiferença o calice mais amargo de beber!
gostei mto.
bjsssssss;
O incêndio fatal da vida!
Muito bom.
ADOREI "DIFICIL NÃO BEBER UM GOLE DA NOITE NO QUARTO INTRISTECIDO"....MARVILHOSO BOA SORTE SEMPRE AMIGO
sergio de matos · Vila Velha, ES 25/11/2009 13:08
Quantos são empurrados para esse caminho e quantos procuram, pelas próprias pernas, esse caminho....
Quantas mãos estendidas, quanta gente pisada...
Entendemos ou devemos, que não foi esse o projeto do Grande Arquiteto mas o tal do Livre Arbítrio muitas e muitas vezes é mal utilizado e entendido.
Parabéns pela visão social, por todos os sentimentos que o envolve e por maravilhoso e poetico texto,
obrigado
kfarias.
PS: desculpe o atraso enrolei-me.
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