Sexo
O monastério
Olhava
O adultério
Com tesão.
Cais de vidas movediças
Cós de calças arriadas
Felação
Bolinações
Silêncio de morte.
Aplausos,
Sorte no desatino
Desbunde
Ouve-se
O grunhir da ave
De rapina
Na surdina,
Gozam
O fogo
Do prazer líquido...
Recife – 10/08/09
Loucura de poema!
adorei.
bjsssss;
naõ ha inocencia.....santidade é utopia!
Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 16/8/2009 22:56
Como sempre e apesar do tema,
sutil e encantador.
beijão
Queria que Guerra Junqueiro pudesse ler esse texto.
Parabéns, Marcos. O poema é forte e revelador de tudo o que ja se sabe, porém...
meu carinho e admiraçao.
bjsssssss;
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