Que silêncio!
E mesmo assim um ruído
Vozes passam por mim
Numa harmoniosa inspiração
Mas, não entendo.
Revele-me
Minhas angústias
Falta o sol
Lá bem distante
Sinto
Docemente
Que os sons se misturam
Em uma complexa intransitividade
Pensamentos se esvaem
No sim
No não
Cheguei à plenitude
Criei asas
Sou um querubim
Único e só
Si-lên-cio
Chamo-me eu
No sim
No não
Cheguei à plenitude
Criei asas
Sou um querubim
Único e só
Si-lên-cio
Chamo-me eu
lindo trabalho amigo.
depois eu volto.
Dayvson, parabéns pelo belo poema! Lido e votado...
Angela Lara · Porto Alegre, RS 13/1/2009 10:51Belíssimo, plo sim e pelo não. Grande poeta! Voltarei para votar.
su angelote · Jaboatão dos Guararapes, PE 13/1/2009 13:16
Silêncio absoluto, cara, será que isso existe ?
Se uma árvore cai numa floresta e não há ninguém lá por perto pra ouvir, ela fez realmente algum barulho ?
Teu texto produz inquietação na gente...
Bravo !
um beijo !
Prazer em conhecê-lo, Davyson, benvindo ao Overmundo !
"Melopeicamente" teu texto inquieta mesmo. Alcanu tem toda razão. E o que falar do tecido de imagens que nos proporciona. Angustias escondidas no silêncio poeta?
Anderson Frasão · Canhotinho, PE 14/1/2009 14:37Será que tenho angústias escondidas Anderson? Adoro a subjetividade!!!
Dayvson Fabiano "Imorrível" · Recife, PE 14/1/2009 16:15
Vejo que também esteve falando com o silêncio.
Parabéns.Muito bom!
Voei no seu silencioso poema, sob os caminhos do sim e do não. Adorei! e votei
Poxa, que grande prazer conhecer teu trabalho..... realmente ele é doce e forte. como os anjos.
Nels Belo · Feira de Santana, BA 15/1/2009 15:06
Eu-lírico na busca por si mesmo. Seu poema transmitiu uma paz silencosa, todo mundo sempre está em busca de si.
Parabéns
Beijos
Que maravilha, de tirar o fôlego. Votadíssimo e grata pela amável visita.
Inês de Sampaio Pacheco · Brasília, DF 15/1/2009 17:23Busca difícil, encontro raro. Bons versos, Dayvson.
Aglacy · Aracaju, SE 16/1/2009 02:30
Devagarinho me aproximo, e na musicalidade de seus versos, deposito meu voto e minha admiração pelo belíssimo trabalho!
Bjosss.
Vai ver a nota filosofal,que o jazzistas tanto procuram para fazerem de sua música a alquimia do som, está na poesia feitodas marés de silêncio que rompem da gente, aquele do silencioso despero de Thoreau que compartilhamos em diferentes dissabores, e aquele da plenitude de afinarmos fibras do ser , aquele de finalmente as peças de nosso quebra-cabeças se juntaram.Gostei muito amigo!!!!!
Victor Brum Calaça · Cotia, SP 16/1/2009 15:37
muitíssimo grato por ler isto.
parabéns
http://www.overmundo.com.br/banco/no-caminho-sem-maiakovski-1
Publicado! Muito bom este som Dayvson!
beijos poéticos,
Oi Dayvson!
tudo bem!
Nossas vozes interiores gritam idéias
sobre a imaginação aguçada no silêncio da alma.
Parabéns gosto do teu jeito de escrever
e brincar com as palavras no meio de metáforas.
Votei!
Dalila
Agradeço a todos pelos belíssimos comentários e apoio. Abraços e bjos mil...
Dayvson Fabiano "Imorrível" · Recife, PE 20/1/2009 16:39
Isso aí garoto, solta a veia e deixa a poesia fluir.
Poeta não canta. Poeta berra.
" Sábios são os homens que no silêncio escuta a alma pedir socorro". Nada melhor que ouvir nosso próprio eu. Abraçosss
delen · Cotia, SP 12/4/2009 19:34
Pensamentos se esvaem
No sim
No não
Cheguei à plenitude
Criei asas
Sou um querubim
Único e só
Si-lên-cio
Chamo-me eu
Clariceanamente lindo, imorrivelmente perfeito!
gostei mto tb da gradação sinuosa e do misto do silêncio ao clímax: Eu.
Mto bem trabalho, lindo lindo!
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