Síndrome de Pânico I
Medo do tudo
Medo do nada
Medo de não ser amada.
04/1995
Síndrome de Pânico II
Pâ te olhei nos olhos
Não te achei tão assustador
Você não me causa mais dor
Seus chifres não me aterrorizam
Não sou mais uma ninfa
A fugir de você!
Sua energia me paralizava
Agora Pâ, tú não passas de um ser
Que não pode me pegar
Seus pés de cabra não são velozes!
Tão feio, para os padrões gregos!
Que todos fugiam de ti!
Pra chamar a atenção
Depois der ser pela mãe rejeitado
Assombrou a todos
Pâ,tú és ao mesmo tempo um forte e um coitado.
29/06/08
Salve, Claudia!
Versos interessantes...
O primeiro poema é de uma eloquência imensa.
O segundo é quase infantil, mas muito terno.
Parabéns!
Abraço Pantaneiro.
medo do medo...de ter medo.
incapacitante
...desviver
...desexistir
...imputecer.
Claudia
" um forte e um coidado"
um Deus de barro"
bjs
Amadureceste, enfim, gaja, aliás em Portugal, dizem que é a síndrome do Pánico, sabia ?
Um barato, menina !
Um beijo !
é verdadeiro e cruel, parabéns.votado.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 18/10/2008 11:14
Quem é esse pâ, ou seria pá, Cláudia? Será o mesmo do teu poema da criança adormecida?
Poemas como esses e, em série, me deixam assustados!
Qualquer coisa que você precise recorra aqui aos overmanos. Pelo menos pra alguma coisa o Over deve servir!
Abraços do
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