Sintomas, opus magnum, a calma se foi,
O mundo se foi, para onde? Quando? Eu tenho uma idéia, mas não digo assim
Tão simplesmente assim
Como se pra mim fosse
O motivo
A motivação
Encaro isso assim...
Alto e bom som digo a todos e todas
As forças estão se encontrando, o mar sobe, a vida desce, ontem, hoje, acúmulo de idéias, (des)torcer, antes era mais fácil, se precisar subo no muro e grito, não estou em cima do tal muro, estou (à)acima? Desduvidar. Ah! bom Jeová Sabaoth, destruidor de mundos antigos, calculador vespertino dessa mudança em foco, foco, cascos de boi se enfiando mundo adentro, pastando, ruminando amargas ervas, escrevo, porque se não...antes ainda dava pra tomar um leitinho morno no curral, com conhaque, mas agora desfio novelos e vejo a clara poesia das horas divagando esse curralzão todo que nos transformamos...ave César dos Cézares, azares, descontinuidade, tropeços, loucos espaços siderais, cânfora benfazeja, amargo boldo da vida, desfio novelos, lã, carneiro, ave vaca profana, ave mundo vadio, desformas, ave Guimarães Rosa, meu irmão de retiro, ave mundo doido, ave espera maldita de uma coisa sem nexo, sem sabores, sensabores......corro a pena e vejo o branco do papel, escapa a visão esse tremendo borbulhar profético, escarro a poesia que me joga pra baixo do tapete, esfrego os olhos quando tenho sono, não caio, vou virado, vou irado, mas espero a hora certa de acertar essa prosa que vem...convido a música, ela tem sempre algo novo, convido a música, ela tem sempre o que dar, convido a música ela vem sempre alta, convido a música e sinto as vibrações, ouvido, ouvindo alto e bom som, som, som, som, ecos de rastros mateiros nessa manhã, algo, algo, algo, algo ecoa nessa virada de milênio, um registro disso, uma hora dessas desvirtuo a poesia e sinto o aroma de merda nas frinchas dessa película rançosa, a vida, a coisa viva, ávida coisa, alvos raros, alvos rasos, intervalo...interfalo, falo, falo? Falô?fafefifofu, rarefeito esse ar, raro(é)feito essa dor, pujância, martelo no cérebro, pou, pou, pou, pou, prego essa voz nos tímpanos e vou indo mundo afora, escrevo, porque senão................
senão... engasgo e perco a voz. dá-lhe balbino do verbo intenso e melodia fascinante.
Bia Marques · Campo Grande, MS 17/6/2006 01:06Biiiaaaa que saudade de Campão...das doses dos gestos das palavras...
Balbino · Cuiabá, MT 19/6/2006 12:04
tomar um leitinho morno no curral, com 3 gotas de conhaque! com o sol ainda vindo... só quem fez sentiu o lado mais manhoso de ser humano, sinto mais mas sim to ma la da cá... viva o brasil pastoril... salve balbino
Rodrigo Teixeira · Campo Grande, MS 19/6/2006 16:34
André queridão, a saudade aqui também bateu, mas a gente tá que fuça jeito de trazer mais vocês pra cá! Aguarde!
Bia Marques · Campo Grande, MS 19/6/2006 17:07Salve Rodrigão, o cheiro invade tudo nessas horas, horas tolas, vadias, repletas de poesia...êeee "Matões"...
Balbino · Cuiabá, MT 20/6/2006 11:27Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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