Escondia sua covardia
E a esse esconderijo atribuiu um nome:
Amor platônico.
Bem que poderia se abrir, explicar-se
Mas preferia o silêncio
A lembrança da bela face.
As memórias das melodiosas palavras
O ludibriar que o simples odor trazia
Só imaginações;
Só distância;
Utopia só;
Harmonia solitária.
O risco de perder batia sempre à porta
Sempre que sair da caverna se transformava em opção.
E assim prosseguia...
Só, apesar das lembranças
Memorioso, apesar da solidão
...é, e quem nao arrisca, nao petisca, não é ?!
a timidez, o medo...o ficar só e o quase se bastar com
a lembrança.....sentimentos de mtos...solidao!
gostei mto mto mto .
bjsssssss;)
fica-te um carinho e
votos.
bjsss;)
O amor platônico também pode
ser doloroso né, não?
bjs
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