O cavalo de Ramon
Vai à feira todo o sábado!
O cavalo de Ramon
Volta sozinho para casa todo sábado!
Ramon vem para casa a pé,
Bêbado!
Pé no mato, pé no caminho!
Esquecido do cavalo e dos apelos e advertências
De Juli!
Ele chega em casa,
E sua amada espera-o à janela
Mando-o pedir
Perdão ao cavalo!
E a ela,
Ele põe-se de joelhos
Chora e pede perdão!
Jura nunca mais fazer o mesmo...
E todo o sábado Ramon vai à feira,
O cavalo volta sozinho,
Ramon volta bêbado,
Pedi perdão ao cavalo,
E para ela,
Ele põe-se de joelhos e chora
E jura nunca mais fazer o mesmo!
E amanhã é sábado...
Bom demais Marluce.
Parabéns!
Triste e real cotidiano de algumas pessoas...
Muito bem escrito Marluce!
Parabéns!
Bjs.
- É a cara do Brasil, no seu ranso patriarcal. legal,
Andre Pessego · São Paulo, SP 11/7/2007 20:48
Poema fe crista e onda. Belo...
Terá meus votos. Bjs.
É um círculo vicioso, com o qual muitos já se acostumaram...
Abraços...
Como sofre cavalo de bêbado e mulher tb. Nesse caso aí, não há penitência que resolva. Só se tirarem o sábado do calendário...srsrsr
abcs
Lucas,
Obrigada pelo comentário, fico feliz!
Um aBRAÇO, Marluce
Robert,
Não é COTIDIANO de Chico Buarque, mas chega perto! rsrs
Um aBRAÇO e muito obrigada!
Marluce
André,
Com certeza André é a cara do ranso...
Um aBRAÇO e muito obrigada, Marluce
Benny,
Obrigada por tudo e para o belo em especial, eu também achei ele(poema) uma gracinha!
Um aBRAÇO, Marluce
Betha,
Com toda certeza!
Muito obrigada e fico feliz que voltaste!
Marluce
Leandro,
Mulher e cavalo de bêbado sofrem muito, mesmo que o bêbado viva "sob as ordens da amada"! rsrsrsrs Os "Ramons" fazem de tudo, pedem até perdão a cavalo, vão ao extremo para conciliar sua paixões e loucuras!
Um aBRAÇO e obrigada!
Marluce
PS: Não respondi a vocês em tempos iguais, pois a net sumiu quando enviei os comentários.
OLHA SÓ o que não faz um amor... mas, êle não voltaria (e nem o cavalo, suponho!) se não gostasse muito dela. O título é sintomático: a era da matrona, da Mulher que manda no Mundo acabou nos tempos de Roma, mas aqui no Pará ainda`se percebe bem esse "matriarcado", em boa parte das famílias.
Tua descrição da "vida em ciranda" está perfeita ! Parabéns !
Nato,
O título é cômico!!! Veja como fui extemista para dizer o quanto ele era capaz de tudo, ele pedia perdão ao cavalo, isto quer dizer que ele era capaz de tudo para manter o equilíbrio entre seus amores: Juli e e o álcool. Ele vivia mesmo era sob as ordens de um círculo vicioso e não da amada propriamente em si!
Um aBRAÇO muito amigo e muito obrigada, Marluce
Marluce, hoje é sábado e perdi o cavalo.
Perdi o sapato e a corrida, o pentatlo e a descida.
Mas não perco tua poesia!!!!!
Belo e belo!!!
Parabéns pela sensibilidade,Marluce!
Abraços.
Querida Marluce!
Com qque delicadeza descreveste uma realidade tão triste....
Parabens
Um grande abraço
Rangel,
Ô menino, assim eu fico feliz demais!
Muito obrigada e um aBRAÇO, Marluce
Linney,
É sempre incentivador ler teus comentários!
Um aBRAÇO menina e posta teu trabalho aqui não tenha dúvida que ele é lindo!
Marluce
Agenor,
Tuas palavras são alento para meu coração poeta, que divido contigo nesse mundo "overmundiano".
Um aBRAÇO enorme meu amigo Agenor e muito obrigada por tuas palavras, Marluce
Marluce.
O importante, Marluce, nesse teu poema é que Ramon volta sempre para casa, com suas dores do espirito, com seus interior desarrumado, com sua humildade e talvez com sua alma em farrapos diante do seu triste destino que a vida lhe reservou. Quem de nós, Marluce, pode atirar pedras em Ramon, se não a chave que abre sua fechadura espiritual.
Quem sabe num sábado qualquer ele possa revelar seus infortúnios e alguém de alma sensibilizada lhe peça desculpas por demorar tanto a entender seus escondidos e doces pecados.
Gostei muito.
Beijos
Noélio Mello
parabéns Marluce
muito lindo
parabéns, Marluce.
belo texto!!!
abração,
Voltei, votei, fiu...........
Bjs!
Fiu...???
Fui....!!!
Bjs!
Noélio,
Teu comentário é um poema!
Obrigada por teu comentário que só enriquece meu escrito e fortalece minha alma!
Marluce
Miller,
Fico feliz que tenhas lido meu escrito!
Marluce
.
André,
Obrigada pelo belo, acredito mesmo que essa beleza é característica de almas lindas como a de vocês.
O mar que nos separa, nos uniu!!!
Marluce
Robert,
Obrigada sempre!!
Marluce
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