Sob o sol de São Paulo
Mil tambores rufando
sob o sol barulhento
desta manhã
no coração de São Paulo
os sons se confundem
nos meus silêncios
contrapasso...
descompasso
no ritmo confuso
da existência
a buzina
o carro
o camelô
pensamento
em ziguezag
fugindo do trânsito
e o transe não passa...
aí fora o que sabes de mim?
cá dentro o que sei de ti?
em meio à confusão
de gente coisas e ruídos
o dentro e o fora
da esfera feroz
onde circula a vida.
Paulo.
Com todo esse burburinho, ficamos com impressão que a contagem das horas do dia deveriam ser aumentadas, visto que o tempo vai ficando cada vez mais escasso para tanto que precisamos fazer.
Abraço
O retrato da metrópole e seus perdidos habitantes!
Tanto coração juntos e a azáfama pulsante da cidade não permite que os sons vermelhos sejam ouvidos!
Gostei muito.
beijos
Nessa agitação toda haja descompasso!
Parabens .Votado
Um poema meio desairado
Como a panacéia da paulistéia.
Um abraço
Um poema meio desvairado
Como a panacéia da paulistéia.
Um abraço
Paulo,
Prazer em conhecer seu poetar. A poesia brotando no olhar do poeta diante até mesmo da confusão urbana.
Votos e abraços
Brilhante! me identifiquei muito com sua escrita, sua forma de escrever. Faço questão de receber sua visita no meu blogger: www.pipilocazuzete.blogspot.com
Grande abraço! Votado.
GOSTEI:
"os sons se confundem
nos meus silêncios
contrapasso..."
voto certo,
Sílvia
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