soneto
Muito tempo reinou a escravidão,
Pessoas tratadas como animais,
Servindo a patrões sem coração,
Ser menos, era ser mais, ser demais
E as coisas desvendavam-se entre terras,
Homem versus alma,
Mundos e cores em guerra
Havia o medo, sim, um medo embriagado por traumas,
Quando se fez mais suave o chicote,
A única saída: o abandono
A sorte pior do que a morte
Mas o vento trouxe as cidades
Mão-de-obra barata, inconsciente, inexata
Largada aos vales da santíssima trindade...
E continua a escravidão...
O soneto que liberta!!!
Grato, José
obrigado, josé.
importante seu incentivo!!
abs.
Aí, Marcão, bela poesia. Estou fazendo um trabalho de HQ sobre as chicotadas de outroras, mas nessa história os negros não só perdem, falou!
geuvar · Palmas, TO 8/2/2007 12:40Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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