Tantas vidas se cruzam em algum momento
E depois simplesmente se esvaem, perdem-se,
Deixando ainda mais ferido um resto de sentimento
Por tudo do nada que nos pertence.
Um gosto desgastado pela sempre eterna perda,
Doce delícia de um vício amargo, viver
É a plena falta de fé presente na certeza
De que todos os caminhos nos trazem sofrer.
Uma pedra na mão carrasca do tempo
Arremessada contra os espaços da nossa vida,
O nosso próprio fim, destruição é o que somos...
Da eterna idade de viver não há nenhum contento
Nem remédio algum pra curar essa ferida
De nunca mais ter mas sermos sempre a felicidade que já fomos...
Tantas vidas se cruzam em algum momento
E depois simplesmente se esvaem, perdem-se,
Deixando ainda mais ferido um resto de sentimento
Por tudo do nada que nos pertence.
Um gosto desgastado pela sempre eterna perda,
Doce delícia de um vício amargo, viver
É a plena falta de fé presente na certeza
De que todos os caminhos nos trazem sofrer.
Uma pedra na mão carrasca do tempo
Arremessada contra os espaços da nossa vida,
O nosso próprio fim, destruição é o que somos...
Da eterna idade de viver não há nenhum contento
Nem remédio algum pra curar essa ferida
De nunca mais ter mas sermos sempre a felicidade que já fomos...
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