Rogo por ti
Cravo não roubado
Sempre rogo por ti
Feriste minhas rosas
Eu sangro
E ando atrás de jasmins
Mas quando penso
Que em algum lugar de outrora
O calvário
Quis ser jardim
Então cravo não roubado
Desesperadamente
Eu rogo por mim
Rogo por mim
Rogo por mim
Cherry Blossom
____Se o perdão mitigasse a dor de quem o consente decerto eu teria achado a paz, florescendo no meu peito ainda em botão____
ResquÃcios de um antigo jardim, nada mais...
Essa tua composição parece que completa a última, gosto deste estilo, traz muita serenidade.
Ando atrás disso... Um beijo !
Poema denso...mas muito belo. com um forte conteúdo existencial. Parabéns!!Bjsss
Hellenna · Vitória, ES 9/6/2008 17:39
Que belo desabafo!!!! Deu até um arrepio na espinha...
Que seu jasmim seja mais perfumado que o cravo,
que cravaste seu coração.
bjos.
Cheryyyyyyyyyyyyyy, bisus.
O Cravo deixou a Rosa assim, tão poeticamente bela apesar de despetalada?
Volta e roga, mesmo que seja uma pequena prece, ou uma inocente praga.rsssssssssssssss
De jardins abandonados em resquÃcios de contos, eu entendo um pouco também.rssssssssssssss
A gente vai adubando tudo de novo, até que floresçam novas Rosas e doces Cravos, vermelhos!
Parabéns pelo poema, vermelho e doce, como a saudade.
Bisus, Cherry.
Alcanu
Obrigado meu querido é um texto levinho sim, sem muito querer, mas querendo...
beijinhos
Hellenna
Obrigado minha querida, fiquei muito feliz em te conhecer e muito agradecida pela leitura e comentário!
beijos
Cris
Você veio no meu jardim, pena que não veio sorrindo... (ahahah)..aliviaria minhas dores...Obrigado pelos votos. Preciso realmente me embriagar de aromas novos...
beijos
Abraão
Já roguei as pragas todas... ahahahah... mas acabei perdoando a criatura...que seja feliz por lá passeando por outros tantos jardins repletos de violetas e margaridas. A mim coube o sangrar e verter essa minha porção um tanto açucarada. Amar e sofrer é tão piegas meu querido, mas quem é que pode se livrar...Quisera eu...
Beijinhos pra ti
Que doce súplica,minha querida Cherry!!
Mas 'Quem é que não sofre por amor?'...a rosa sangra ...pétalas despadaçadas pelo cravo não roubado....Mas perdoar sempre dá passagem a novo s jardins ainda mais floridos e perfumados..acredite...
Parabéns,adorei,Cherry!!
um beijo bluedoce...
Raiblue
Cherry,
Esse jardim anseia por uma flor que já murchou. É hora de lançar novas sementes e colher uma nova flor.
Lindo o seu poema.
Beijos.
Cherry... quando um amor machuca tanto assim, o perdão só vem depois que encontramos a paz. Belo poema! voltarei para votar. Bjssss
Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 10/6/2008 01:14
Gostei muito Cherry,muito mesmo!Aqui neste verso é delicioso o som da poesia:..."Mas quando penso
Que em algum lugar de outrora
O calvário
Quis ser jardim...".Adorei isto!!!Parabéns!Beijos cariocas!Volto...
"Mas quando penso
Que em algum lugar de outrora
O calvário
Quis ser jardim"
lindo cherry...um beijo minha linda.
voltarei
samuel
Que lindo! LindÃssimo. Me emocionei. Que delicadeza, que imagens gostosas! Não sobra nada, não falta nada. Existe a dor, mas a dor é essencial: sem a dor que seria de nós, homens? SerÃamos coisas. A dor de alguém que nos falta... É essa essência. Toda rosa tem seu cravo não roubado, toda rosa sofre por seu cravo. E estão sobrando palavras: fique, fico com o seu poema em que não sobra nada.
Um beijo.
Bluezinha...
É verdade linda, o perdão desata das raÃzes mortas do passado e trás sempre novos rebentos. Sonho com um novo jardim...
Beijinhos dourados pra ti!
Obrigado Sônia
Tenho lançado sementes, resta observar as que vingarão...
beijinhos
Doroni
Foram muitos anos de feridas e sofrimentos, mas já foi...
beijinhos
Nina
Obrigado querida pela leitura, por ter gostado. Foi um imenso prazer também conhecer sua poesia.
Mil beijos
Obrigado San
Beijinhos doce pra ti meu querido...
Ah José Carlos...poderia até ser uma doce brincadeira, coisas de uma menina que foi brincar com um cravo num jardim e achou que por ele não ter espinhos seria incapaz de ferir...
meus beijos querido
Meu voto para esta maravilhosa " Suplica" e meu carinho para você. Bjssss
Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 11/6/2008 16:37
Muito bonito mesmo cherry,acho que ja disseram tudo
beijos e votos
Realmente uma súplica.
das mais sublimes.
Um abraço e voto
EG
voltando e votando.
um beijinho cherry.
samuel
Roga tb por mim minha amiga...
meu carinho e votos.
Votando e lembrando:
cultive amor e colherá amor !
Um beijo !
Desculpe a demora, gostei demais do seu poema.
Tinha que ser eu a fechar os votos para publicação.
beijos!
Oi, Cherry!
Muito bom o teu texto, mulher!
Parabéns, mesmo!
Abraços,
Ótemo poema!
"(...)Mas quando penso
Que em algum lugar de outrora
O calvário
Quis ser jardim
Então cravo não roubado
Desesperadamente
Eu rogo por mim(...)"
InteressantÃssimo o sentido que suas palavras passam.
=]
Parabéns!
Cherry querida, eu não rogo, apenas agradeço o privilégio de desfrutar de seu talento. Beijos
Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 14/6/2008 06:04Como disse VinÃcius, "amor só é bom quando dói". Mesmo que em plena felicidade, dói. Não gosto nem um pouquinho de rimar amor e dor, mas eles teimam em andar de mãos dadas.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 14/6/2008 15:31Adoro 'chama'! Parabéns pelo texto e obrigada pela visita no 'mistério no solar' bjs e fica na luz...
llamar al pan · Belo Horizonte, MG 16/6/2008 23:38
VotadÃssimo!!E muitos outros tantos beijinhos bluedourados procê,linda!!
Blue
Votei, E além de belo o poema, sugestão, Cherry
Rouba UM cravo e resolve tudo
Cherry,
É tão belo parece uma oração.
Já de volta ao mundo over.
Beijos e votos.
Regina
Belo jardim,foi bom,rsrsss...Esse jardim...
Adorei sabia poeta,parabéns...Bom dia!
Cherry,
Em texto do Marco Bastos, Os Olhos de Gato, você e a CD foram citadas no meu comentário. Em seguida escrevi este poema.
Deixo aqui para que conheça. É a interação poética.
Beijos,
Regina
Continuando com a embriaguez inspiradora:
Segue a 1ª versão:
TRANSGRESSORES DA PALAVRA - Regina Lyra
Quando leio um poema,
Sinto o sabor das palavras
Degusto as imagens
Faço amor com os versos.
Quando leio um poema,
Vejo a sonoridade da água
Ouço o crepitar da alma
Que enleva meu canto.
Quando leio um poema,
Sei que é uma aprendizagem
E me pego brincando com sÃlabas
Feito criança alfabetizada.
Quando leio um poema,
Já nem sei quem sou,
Talvez uma miragem,
Há tantas em uma só.
Busco meus eus perdidos
- Nos oásis do deserto
Quando leio um poema,
Sinto que nada é sério
Tudo é relativo, como à vida
E as palavras que lhe dão sentido.
Mas se o tudo é o nada
Não leve nada a sério
A embriaguez das palavras
É a placidez do sossego.
Enfadonho
- é o degredo.
Cherry, o que gosto de seus pemas é a leveza com que eles fluem. Parabéns!
Aproveito para avisar que coloquei novos poemas. Espero pela sua leitura e visita.
http://www.overmundo.com.br/banco/bale-da-seducao
Abraço amazônico
Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!
+conheça agora
No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!