tarde
parte o sol em meio
o fusca
a rua sem fim
no lago onde nadam os sonhos patinhos feios e desanimados
tarde
ardente ocaso casa a alegria de pardais
que não cantam em mim
mas nos telhados
onde um gato assustado lembra a infância
tarde
alguma poesia nas veias e
um verso mordente correndo pela contramão
ruminando a esperança
na ante-noite das certezas
tarde
parte o sol em meio
o fusca
a rua sem fim
no lago onde nadam os sonhos patinhos feios e desanimados
tarde
ardente ocaso casa a alegria de pardais
que não cantam em mim
mas nos telhados
onde um gato assustado lembra a infância
tarde
alguma poesia nas veias e
um verso mordente correndo pela contramão
ruminando a esperança
na ante-noite das certezas
Um dos poemas mais bonitos que li ultimamente aqui, poeta.
serio mesmo.
e hj um passarinho me saudou:
-Bem te vi.
que sempre lhe sobre poesia pra contagiar o mundo.
bjssssssssssss;)
Belíssimo poema!
Por meio destes versos, podemos sentir a melancolia solene do dinal do dia.
Gostei imensamente.
beijos
lendo e curtindo.......TARDE.
VOTOS.
Bjssssssssssssssssssssss;)
Elias Paz em um de seus melhores momentos poéticos!
Airton Sampaio · Teresina, PI 3/3/2009 08:53Ótimo! Identifico-me demais com o tema. Gosto do tom de melancolia. Votado. Grande abraço.
Eduardo de Oliveira · Teresina, PI 3/3/2009 10:57
Otimo versos, demais!!
Parabéns e uma boa TARDE!votado!
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