Tenho fome, amor
e me alimento de suas palavras
ainda sementes
envoltas em areia,
à espera dos ramos, da seiva.
Tenho fome, amor e devoro seu riso.
Minha fome é dos perdidos,
Caim em terra árida
nunca mais sua.
Tenho sede, amor
a sede dos que esperam
em curvas de caminhos
em estradas abandonadas
e jamais verão
chuvas ou cascatas,
para sempre miragens.
Sacia minha fome, amor
mata minha sede
traz seus olhos para
os meus.
Meu ponto fraco é não resistir aos encantos das cancerianas... rsr
Beijos
Por nada não, mas sou também canceriana, José.
Saramar, que poema é lindo. Forte, com palavras certas em construções exatas. Bjs.
Ual! Maravilhoso esse poema Saramar.
Canceriana é ?
Ah! Está explicado essa suavidade sempre presente nos seus versos. Sensibilidade pura. Lindo seu poema querida.
Marcadinho. Volto pra votar com muito gosto. Parabéns! Bjus
rsssssssssss....
Ai, ai... José, Joana, obrigada.
E, agora, José?
beijos a ambos
A Rita tem razão, muita sensibilidade poética...
Sabe, muito aprendo com as cancerianas... Inclusive, tenho uma filha canceriana... Não tem mais jeito, fui dominado... rs
Beijos
José, Rita, agradeço.
José, pelo jeito, está preso. rsssssssss...
beijos
Saramar...que poemamais, mais...Entrega...
Volto...é um dos meus (rs)
bj
Saramar, poema repleto de nuances... dá fome de ler. rss
bjo.
Caim que sou, expulso também do Paraíso, encontro na tua poesia as saudades do tempo em que vivi no Eden...
Lindíssimo!
Meus mais efusivos parabéns!
Baduh
Dale Sramar!
Sede...
Voraz de amor. Quem não os tem?!
Que sejamos etão saciados em baquetes, com o melhor e mais fino 'prato'.
Abração querida, volterei.
Tenho fome, amor
e me alimento de suas palavras...
Tens meu voto, meus encantos. Abraços meigos.
anamineira · Alvinópolis, MG 2/10/2007 21:36Saramar, passando rapidinho pra reler e votar. Bjs.
Joana Eleutério · Brasília, DF 2/10/2007 21:58
Volto para votar neste lindo poema!
Beijo,
Baduh
Saramar, minha querida.
Um belo convite ao amor. Quando quiseres, garanto que sou um excelente cardápio.
belo, como todas as tuas obras, como teu sorriso.
Beijos famintos.
Noélio
SaraMar
Fiquei toda arrepiada.
Não preciso dizer mais nada.
beijo querida poeta.
"a sede dos que esperam
em curvas de caminhos
em estradas abandonadas
e jamais verão
chuvas ou cascatas... Saramar, que coisa! Acabei de chegar de uma obra distante da cidade onde tive que passar por estradas de terra empoeiradas. Ví pessoas caminhando, todas cor de terra, a espera de chuva... que talves demore a chegar... Miragens... Fiquei imaginando poesia... Chego aqui e leio este teu belo poema, usando essas imagens que acabei de presenciar... Nós poetas (ou aprendizes, como eu) parece que vivemos sempre na mesma sintonia... Abraços, querida!
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