Onde o nunca mais de você
O sol derrama tristes manhãs
Onde o seu nunca mais em mim
A lua vaga perdida na noite escura
Onde você era dou de cara com o nunca
A terra estrangeira
E nada me afaga as retinas derretidas
Ou acolhe esses dias desamparados
Suspensos no espaço de sol e lua
Em que esfrio e minguo
No borrão da paisagem
Os meus passos seguem
O silêncio eterno da voz
O nunca mais
O eco
Que agasalho aqui
O sopro
A prece dos dias vencidos.
Passei, no hábito de ver uma bela imagem. Esta flor do cerrado, aliás da beira de brejo.... um abraço, andre
Andre Pessego · São Paulo, SP 15/6/2007 17:40
Linda flor e lindo poema...
:-)
muito bom, Cida. parabéns!!
abraços,
Ai Cida,
ainda por cima
eu nem dormi
da noite de Lua e Drummond...
Não é preciso dizer mais nada... é?
O texto parece Zé Ramalho, a foto David Zing... mas é só dona Cidinha mostrando que talento não depende de paisagem, de país ou de cidade. NASCE/RENASCE a cada instante neste nosso sofrido chão. Voce tem futuro, menina, tem Passado e alegra nosso Presente!
Abraços do "NATO"
Poema lindíssimo, poeta Cida. E as imágens são fabulosas, adorei. Meus sinceros aplausos e beijos.
Carlos Magno.
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