Na inconstância de uma fumaça
Que vaga no vazio do quarto
No silêncio paciente que pesa
Sobre os corpos e os deixa imóveis,
Numa quietude atônita
Os pensamentos gritam e dançam
Revoltos, envoltos numa anarquia ordenada
Pelo caos à beira do colapso da realidade...
Quando se quer, se sente
Os estalos das estruturas
Abrem fendas na redoma
Coladas com sonhos
E os sonhos são frágeis
No entanto poderosos
O embate nunca cessa...
Que as rachaduras fendam-se mais e mais
e seus pensamentos, em sua revolta,
materializem-se!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
Oi Eduardo, concordo com vc.
"Quando se quer, se sente"...
Poema bastante reflexivo.
Grande abraço
Obrigado a todos pelo apoio. Grande abraço...
Eduardo de Oliveira · Teresina, PI 3/1/2008 11:24
De prima...
Incrível. Postei este comentário em Teresina; indo para Timon.
Abçs.
Benny Franklin
E os sonhos são frágeis
No entanto poderosos
Belo, muito belo!
Abraços
O embate nunca cessa...
Belíssima reflexão.
BjO
Parabéns, Eduardo.
belíssimos versos: "numa quietude atônita..." ( Muito bom este )
abração,
Adorei o dualismo em "E os sonhos são frágeis
No entanto poderosos", sem falar que dá pra sentir a angústia dos seus versos...muito lindo!
Beijos
Concordo com MArcos André Carvalho! Lindos versos, em especial "muma quietude atônita".
Um abraço.
Eduardo, sem sonhos a vida não tem razão de ser!
O ser humano deve encarar o sonho, como o paraíso.
Parabéns e um grande abraço para você.
Eduardo, parabéns pelos belos versos.
Que o embate nunca cesse!
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