TORRENCIALMENTE...

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jessebarbosadeoliveira82 · Salvador, BA
6/12/2010 · 0 · 1
 



A chuva molha ácida
A minha basáltica cara.

A chuva carboniza ávida
Todo o meu lirismo-crisálida.

A chuva á maneira incendiária
É uma navalha que mata e retalha
A medula dos sentidos da minha verve magmática.

A chuva, todavia,
Embala a esperança
Que pujantemente palpita
Nos corações das sertanejas almas,

Fazendo da terra ressequida, inexoravelmente devastada
Infinitos reinos de cristalina água:
Contínua florescência majestática
Das cataratas do Iguaçu e do Niágara!

JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA


Sobre a obra

Fazendo da terra ressequida, inexoravelmente devastada
Infinitos reinos de cristalina água:
Contínua florescência majestática
Das cataratas do Iguaçu e do Niágara!

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JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
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alcanu
 

Sabe, a chuva nunca nos molha tanto quanto precisamos queremos, desejamos, mas em contrapartida jamais nos molha também mais do que toleramos, suportamos ou aguentamos... ( encare essa frase de uma forma poética, sim ? )

Um beijo !

alcanu · São Paulo, SP 4/12/2010 10:26
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