Uma quase lua cheia
Adoçando a tarde inteira,
No colo da companheira!
Querias Morte mais doce?
Querias a lua cheia?
Não sabes, não lhe disseram,
Não há neste mundo profano
força maior que o amor.
Depois de uma vida inteira,
Carregas dela o furor!
Nem o rio, nem o mar,
Nem todas águas do mundo
Tem poder de lhe tirar,
Esse carinho profundo,
Que te deram pra levar...
Vai Marcos Plonka, caminha sem medo!
É doce morrer no mar
De um colo de companheira!
É doce morrer no mar
Do amor de uma vida inteira!
poema em homenagem a Marcos Plonka e sua Companheira.
Linda homenagem e belíssima poesia!
Morrer de amor, à luz da lua, nas ondas do mar!
Parabéns!!
Abraços
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