um poema por trás
ou à frente das estrelas?
a Lua sob o fino Sol conta algo
que não sejam sonhos -
passam voando feito cometas –
?
passam anjos tropeçando
em estrelas caídas de longas Eras
e teclados que quando não quebrados
cegos na mesma luz que cega
as sombras...
entendimento? mais sombras?
outros fantasmas
perdidos numa noite escura
e densa,
que só mais densa essa alma_abismo que fala dela
com propriedades que lhe emprestam Vida
em Nortes que não chegam
nesses digitais Mundos de plástico & carne
onde não existem perfume ou flor de Verdade.
escrita nesse Mundo digital, em conversa msnística, com Débora de MG, madrugada de 17 de março de 2008, 'alta a noite ja se ia...' quando instigado: 'escreve uma poesia'... sentida a poesia!
André,
Muito bom poema.
Receba meus votos.
Beijos e Feliz Páscoa,
Regina
Também gostei, André! Débora, parteira de poemas! rsrs
abs!
Pois é André, poemas nascidos nas altas noites, costumam amanhecerem já crescidos.
Apesar da escuridão, das sombras e dos fantasmas, o dia traz perspectivas sempre de novos rumos e novos ventos...
abração
André,complementando seus votos pra publicaçaõ
um beijo grande!
beleza, andré!
fico orgulhosa de ter escolhido meu desenho, desculpa a demora em comentar.
felicidade e poesia pra ti! abraço!
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