Um quase soneto para um quase amor
Autor: Leandro Tapajós
Hoje corres atrás de mim?
Eu, a fina flor do jasmim
Uma vez que fiz uma jura...
Pois que corra, recorra e morra.
Ligue e desligue, pois não ligo
Meu perfume pecado te encantou
Sem perceber, te esqueci
Tombei e me ergui
Pensei ser um beija-flor
Mas, como pode ele sorver o néctar
desse cravo indeciso, obscuro e sem cor?
Flores de um belo jardim
O qual já não admiro mas tanto assim
Já te quis
Se me queres agora, é tarde
Visto que num passado momento
Alijaste o cheiro intenso desse jasmim.
Poesia participante do 21º Conpofai (Concurso de Poesia Falada de Itacoatiara)
Leandro, cara que poesia 10!!!!
Muito bem rimados os versos,
idéias bem cadenciadas,
humm.. mas dá uma chance pra amada!?
RSRS
Retorno para os votos!!!!
Abs
Beto.
P.S. - que bom que voltou a publicar!
A poesia "Um quase soneto para um quase amor" é uma primosia. Amei. Uma construção perfeita, cadenciada e bem finalizada, mas poxa, nao seja assim tão duro poeta! No peito do poeta há sempre um retorno ensaiado. Brincadeira.
Beijos
Retorno p voto, tá?
Duro eu? ehehehhe tudo tem um ciclo e essa história do poema já chegou ao fim. Obrigado pelos comentários.
TAPAJÓS_Leandro · Manaus, AM 23/3/2008 17:01
Belo poema,belas palavras.confuso sentimento.
Eita,e a tal palavrinha perdão?
Como poeta v é mil.....
Apenas um comentário não se ofenda.
Para um quase amor... um quase soneto!
Gostei demais disso moço!
beijos
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