Daqui se vê muita coisa acontecendo
E os mendigos ainda dormem sob as fachadas
As portas continuam fechadas
Aqui e além, tudo bem parecido
E é difícil acreditar
Ah, como é difícil
Minha vaidade dilacerada
Pelas evasivas sucessivas da realidade
E o eu que cambaleia entre o possível e o inatingível
Ei mãe, desculpa; não consegui
Contudo o tempo não parece mais sarcástico
A natureza e o tempo não ligam pra nada
Esse choro é puro egoísmo
O que for dito sobre mim
Já não importa, sou imortal
Devo aguardar a reprise
Esforçar-me por lembrar para melhor esquecer
Quero minha mamadeira
Meu berço, dormir meu sono cômico
Hibernar...
A temática aborrecida de sempre...
ótimo texto queirdo amigo, abraçosssssss
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 13/8/2009 19:29
Edu,
reflexivo poema
o tempo correndo, a vida passando
as cobranças, o inatingivel e o ser em si chocado com a realidade...
Ah... esquecer, voltar a ser criança, dormir e sonhar.
bjs
gostei da tônica do poema.
-e nao adianta chorar o leite derramado mesmo, né?! rsrs
bjsssss;
Que temática complicada está implícita em seu poema, O livre arbítrio. E aí, ficamos com ele e despresamos as leis causais?
Valeuuuuuuu
texto que expressa uma aurea desanimada! esse urso ta querendo dormi mesmo e até tem que dormi mesmo, pra ver se sonha...rsrsrs
um grande abraço irmão e muita paz no seu imenso coração de urso.
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