De um quê sem cura sofro
Quando vais indiferente...
E temo, e tremo, e morro
Deste mal que me ressente.
Tênue imagem que afaga
Quimeras de minha vida,
Sonhos tristes. Sina amarga
Em meus olhos refletida.
Prefiro ver-te, todavia,
Arredia ave erradia
A ter-te o vôo leve aprisionado.
A ver esvaecer tua alegria
No tédio do amor do dia-a-dia,
Prefiro não te ter e ter-te amado.
Espetacular, Jorge!
Abraço!
Valeu a força, Carlos.
Obrigado.
Cara, visitei teu blog.
Gostei muito e já estou recomendando.
Muito bom!
Opa! Valeu pela força!
Fico muito feliz! Abraço!
É um sonetaço Jorge.
Essa tua conformação me comove,pois eu sinto que a saudade está te torturando. Enfim, a vida não se resume só num mar de sonhos.Continue curtindo essa tua lenbrança gostosa que te serve de alento, amigo. Parabéns.
Carlos Magno.
Obrigado pelo elogio e pelo incentivo, Carlos.
Um grande abraço.
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