A amiga a quem amo
Ainda ontem despetalava
rosa dos ventos. De tanto
que biruta eu movia-me
em pensamento mudo fiquei,
estático a sibilar um tempo
Esfuziando silvos tonantes
longos e curtos e longos
De um som achado breve
assim sem pesquisa tonto
Que vem lá de não sei onde...
Na preferencial, no entanto,
sei, como a palma da minha mão
que descobri o mapa da mina do amor
Ainda sem saber o que seja
Mas sonho que vá ser o que sonhei
que a achei mundana a mais
num caminho de luz e bem querer
Até sem carta de navegação
Deslembrado que estava pois
De tão bem sentir, amei.
Os apaixonados sempre encontram o rumo.
Quando se perdem, é apenas de paixão, no olho do ser amado, o próprio furacão.
Adoro seus versos, permita-me dizer.
beijos
Um poema... Um grande feitor!
Aqui coexiste a beleza das palavras.
Abçs.
Benny Franklin
Ainda que não gostem outras das palavras nossas, umas em verso outras em pequena prosa, pretendendo que saiamos a campo catando talvez o que haja, talvez não, fico muito agradecido a vós poetas de linha de frente de aqui e aja, posto que há mais mundos sobre a terra e sabemos todos que os há de bem também como cá.
Faço o que penso e falo e cada vez mais, e isso me dá conforto, como é reconfortante o que dizeis vós, amadas pessoas, da nota em verso que ousei, mais uma vez, aqui postar.
E falo tanto assim porque contente.
E digo também assim, porque necessário.
E mais ainda faremos, com certeza, porque é do poeta o calvário. E vocês o são e sentem e falam.
Também uma vez falarei das dores e do pavor da existência nas circunstâncias do mundo, quando souber dizer o que sinto.
(como se a esta quadra da existência ainda devêssemos explicar algo a alguém incoversível por incorrigível)
Grato.
Quanta beleza, meu caro Adroaldo!
Muito bom!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
Belos versos, grande poema...
abraços meu amigo.
VOTO!!!!!!!!!!.../
..., e Dom_Poeta
Amou_Amou_Amou
Mas escondeu sua
maior descoberta:
o mapa da mina
do amor...
Guarde essa "mina" com ardor
Incendeie o mapa com fervor
E tenho dito:
Amor não rima com dor
Mas também não vou contar
a rima certa e (in)discreta
...
*
ei Bauer,
tão bonito seu poema.
beijão, poeta
Fran
É lendo poemas assim que volto pro estaleiro, barquinho...
As ondas palavreadas ameaçam mostrar com quantos paus se faz uma canoa.
abço.
Sabe, Franck, que um barquinho, assim como dizes tu da tua nau, é o essencial para as travessias.
Perceba os destinos do Posseidon e do Titanic e a importância de um bote salva-vidas.
É para que um barco serve que se presta a medida.
Para mim, teu barco serve ao bem e à vida.
---
Fran,
grato por teu beijo e por teu Não! que dá razão a essa rosa em Sim!
----
L*L*
Eu também já conheço por ti a rima certa
do amor encontrado
é flor,
em que a boa semente plantada se há tornado.
---
Grato, Felipe.
----
Quanta bondade, Carlos.
Com algum tempo mais visitarei teu blog, que já conheci de passagem ligeira.
Agradecido.
Sinto.
Sinto que os ventos litorâneos
semeiam tempestades em carnavais,
fazer rolar pedras sobre Rosas
em ventos, versos, delírios e prosas.
sinto
que a Rosa que guia os ventos
sem dor, mágoas, ou lamentos,
segue afoita os caminhos
de pedras feitas de sentimentos.
Um beijo no coração, D. Adroaldo.
Que a tua poesia continue semeando
ventos, furacões, carnavais e caminhos.
Sim!
AgradecidoDora.
Antestardeque mais tarde,embora aquela chama que ardia fugaz já não arde,.
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