Eu sou urbano
mas estou no mato
sou escravo do barulho
filho do mar
um refém fugido
da Cidade Maravilhosa sitiada
Fui pego de surpresa
em uma viagem "maluco beleza"
com muito verde
poucos carros
e muita terra para pensar
Meu horizonte
vai além-mar...
aliás
não existe mar
somente o calmo Branco
que se mistura
em outros cantos
para um dia o mar ele beijar
belíssimo poema!! parabéns, marcelo.
abs.
Valeu, Marcos! Obrigado pelo seu olhar.
Abraços.
Feliz Ano Novo!
Pô, cara!
Muito legal esse poema.
Gostei bastante da segunda estrofe. Quando eu cheguei em Boa Vista, ano passado, a traquilidade da cidade me pegou de surpresa. Meu "sensor aranha" ainda tava ligado no máximo e eu fui relaxando aos poucos. até o ponto de ir caminhar na praça Airton Senna 11 da noite pensando na vida, alheio ao mundo.
Essa cidade mexe com a gente, cara. Torna a vida mais bela.
Abraço.
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