Urbe em transe.
Formigueiro em ebulição.
Geografia humana sem rumo.
Arrepiam-se os Arranha-céus.
A cada minuto surge nova Babilônia.
A urbe demente na dança do cotidiano,
ruge que nem besta fera descontrolada.
Expurgando angústia por todos os poros,
avança em todas as direções.
Tamanduá atrevido deu bandeira.
Deitou e rolou o quanto pode.
Brincou com sentimentos humanos.
Abusou da propriedade alheia.
Sabe que tudo termina em pizzas
e achincalhou com o dinheiro público.
Fim de semana já fora de linha,
desbaratinado aprontou todas.
Pra arrematar, convidou seus camaradas.
Empanturraram-se com iguarias finas
e de Champanhe se emborracharam.
Agora Tamanduá estatelado,
dorme sereno e sonha com as mariposas!
jbconrado*
Mais que a urbe em transe - a terra está em transe ...
Esses temas que voce importa para a poesia são atuais e preementes
E não há no MUNDO um projeto inovador ...
Para onde iremos ??
Para onde estamos indo ??
Uma urbe borbulhante a do poema, Jb.
Retratou bem a esquisofrenia delirante das cidades, a sua impessualidade de concreto.
Belo trabalho.
abraços.
Que transe louco Ayruman.. qu urbi..
Selva que engole, vomita e descarga
q terreno árido
sinto-me formiga
Arrepiam-se os Arranha-céus.
A cada minuto surge nova Babilônia.
A urbe demente na dança do cotidiano,
ruge que nem besta fera descontrolada.
Expurgando angústia por todos os poros,
avança em todas as direções.
Gostei das imagens, do tema, de tudo.
Beijo, muito bem escrito.
JB.
A cidade se agigantando de maneira assustadora
e entre abusos do poder, esse berço explendido chora.
bjs
Muito bom querido poeta!
Agora Tamanduá estatelado,
dorme sereno e sonha com as mariposas!
amigo simplesmente lindo o que li, parabéns.
votado.
Agora Tamanduá estatelado,
dorme sereno e sonha com as mariposas!
Que ótimo!
JB,meu lindo vc sempre nos emocionando com seus dons!!
Que poema maravilhoso...denso e realista, e muito lírico!!
Adorei amontagem tbém...perfeita composição com o poema!
Parabéns,querido,vc é genial!
Beijinhos bluecarinhosos
Blue
Conrado, amigo
Voce abre com belos versos as portas do teatro da vida das grande cidades...ficamos a lamber os cimentos quentes, enquanto os bolsos recheados...tilintam seus risos de descaso com o povo.
belo poema, parceiro
Noélio
JB, enquanto Tamanduá dorme sereno, sonhando com mariposas,
nós nos lascamos.
Muito bonita a sua montagem.
bjs
Nesta, ainda, República de eldorado o caos contniua. Terra em transe, urbe em transe e todos fervem aflitos.
Amigo JB,
Maldita herança...
Labirintos negros!
Consomem com todos
Os sonhos,
E ideaís.
ABRAÇOS.
Porto Alegre-RS.
Grande poeta! Espero te ler mais e mais.. e repetir mais e mais vezes.
Abraços!
PERFEITA DESCRIÇÃO DA CATÁSTROFE URBANA MUNDIAL...e o recado foi dado à QUEM DE DIREITO, NAS PLAGAS BRASILIANAS !
Muito bom !
abraço !
JB,
Poesia de uma lucidez perfeita.
Enquanto tudo acontece a natureza chora.
Beijos,
Regina
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