O amor que eu trago no peito
É tão valoroso.
Eu sou uma concha do mar
Querendo me aprofundar
Me proteger nos corais.
O amor que eu trago guardado
É tão perigoso
Por issto eu vou devagar
Como um andor de altar
Bem distante dos mortais.
Não que eu não corra perigo
Eu posso até me lançar
Nos braços de quem, aflito
Queira me amparar.
E ninguém dá jeito nisso
Ah, eu sei bem como é
Pisar no alagadiço
Depois da maré.
naeno/com reserv. de domínio
Naeno... outra música linda. vou levá-la no peito aonde for. linda. linda linda. Só um poeta vindo dos interiores pode megulhar tão fundo assim. e quando emerge, coloca para fora os sóis que pintam arrebóis no céu da gente.
Abraços, amigo. obrigado.
Obrigado meu amigo, meu irmão, Paulo Tabatinga. Tu és do meu peito, um veio pequeno por onde eu choro e rio.
Naeno Rocha
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