VERMELHA CARNE
Mentira... Mentira
Não, não pode ser o que já é o que foi
Não, não pode ser o que já foi e sempre será
No meu corpo, na minha veia, na minha carne
Carne vermelha do coração de outra
Da outra que não posso ser, fui e serei
Fui, fui o que mais pude ser e assim será
Ah! Amor... Mentira... Mentira
Não posso, eu pude ser e serei
Não, não a verdade do que fui
Fui o que queria ser querendo
Amada, amante... Amor por você
Não... Sempre serei rosa vermelha aberta
Amando-te, te querendo sem querer querendo
Não, não, não é mentira! Não é mentira!
Nada morre em mim, nada morre em mim
Pois sou duas tão outras
Iguais na verdade dentro de mim
Ah! Amor eu não posso esquecer
Que fui e sou na verdade
Quem foi sempre será e nunca deixará de ser
Nada morrerá dentro de mim
No meu corpo, na minha veia
Carne vermelha aberta
Pulsa, pulsa
Coração!
Cíntia Thomé
Um amor não morre, fica sempre no que foi e ainda é, sempre será,
pois foi...Somos a outra no passado, a outra no presente e a do futuro, somos outras, mas a essência é a mesma, mesmo na ausência dos fatos...mas somos coração.
Principalmente,o que não tem juizo,
quase me acabo num desses.
como tu escreves!!!
beijo amiga.
Cintia,
Que fôlego!!
Em ritmo alucinante entregas o seu coração, em galopantes versos e verbos joga tudo, tudo mesmo... Forte e forte, fiquei até um pouco sem fôlego. Muito bom de ler, muito bom mesmo
E que vença a esperança!
parabéns
beijo
Oi Cíntia,
de fato somos outras, somos tantas e ao mesmo tempo, somos uma.
A de ontem, de hoje e de amnhã que se revesam, de acordo com o contexto e época. Ma a ssência permanece...
Beijos
Ai, Cintia, esse amor ue ne nega e se reafirma é como onda de mar que nos arrasta, salga, sangra...
Lindo poema de entrega!
beijos
Nada morrerá dentro de mim
No meu corpo, na minha veia
Carne vermelha aberta
Pulsa, pulsa
Coração!
Cintia, querida: teu poema sugere um desses cortes profundos que deixa a gente sangrando por dentro. Que dor profunda! Parabens. Graça Graúna
dispensa comentário mais eu vou fazer, ritmo maravilhoso, linhas gostosas e poéticas, com o encanto de sempre, gostei muito.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 24/7/2008 19:05
No seu poema a dor de um coração que sangra, mas que,mesmo ferido continua pulsando, porque ainda ama, e o amor não morre.
Beijos.
"Um amor não morre"...sabia observação...Falamos de amores passados e eles pulsam dentro de nós. Não há morte ali, só a "VERMELHA CARNE"do pulsante coração...
beijos
Sem querer querendo a gente segue vivendo.Gostei muito.Um grande abraço.
clara arruda · Rio de Janeiro, RJ 25/7/2008 02:02Cintia, em vc nada morre! óbvio! Agora, o poema é lindo! Ambigüidade em sangue. Sangra, coração!;)))
Compulsão Diária · São Paulo, SP 25/7/2008 02:08
Somos muitas, somos outras, somos tantas... Mas sempre somos nós... E o mesmo coração.
Lindo poema, Cíntia, que rítmo você impôs. Quase um moto perpétuo...
bjs.
Meus votos com carinho!
beijos no coração e na alma de poeta!
voltei para voto, um ótimo domingo, abraçosssssss
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 26/7/2008 00:17
Como escreveu meu querido amigo:
" O amor não morre, nos é que mudamos.".
Beijos
O amor não morre...as cicatrizes nos lembram sempre.
Votos e beijo
Nada morrerá dentro de mim
No meu corpo, na minha veia
Carne vermelha aberta
Pulsa, pulsa
Coração!
Quem foi sempre será.
Bem escolhidas as palavras para a tradução do sentimento.
Um abraço
Sim, o amor é imortal.
Gostei.
Um beijinho doce
com um VOTO CERTO
da Sílvia.
Mentira, sim! Eu creio em ti!
Eu sei que é assim! Mentira!
Mesmo outra, ainda é o que foi.
Mesmo não mais sendo, inda será.
Com ou sem juízo... será, será!
Cíntia Tomé,
Como é belo teu poema, pulsa em cada verso um coração de quem são duas, tão outras...
Parabéns!
Um aBRAÇO, Marluce
Explode, coração!
Mas que explosão, menina!
Contém o grito, como água que lava suave o corpo e a alma, num refrigério, numa viagem calma.
Beijos.
Cíntia.
Somos coração e alma, onde muitas vezes se intromete insensíveis matérias.
Belo, amiga
Beijos
Noélio
O que dizer? A essência é a mesma... e isso é tudo..
lindíssimo
besos
thi
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