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VERMELHA CARNE
Cintia Thome · São Paulo (SP) · 26/7/2008 11:46 · 188 votos · 26 comentários ·  
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overponto
Coração sempre flor - Cíntia Thomé
Coração sempre flor - Cíntia Thomé
VERMELHA CARNE


Mentira... Mentira
Não, não pode ser o que já é o que foi
Não, não pode ser o que já foi e sempre será
No meu corpo, na minha veia, na minha carne
Carne vermelha do coração de outra
Da outra que não posso ser, fui e serei
Fui, fui o que mais pude ser e assim será
Ah! Amor... Mentira... Mentira
Não posso, eu pude ser e serei
Não, não a verdade do que fui
Fui o que queria ser querendo
Amada, amante... Amor por você
Não... Sempre serei rosa vermelha aberta
Amando-te, te querendo sem querer querendo
Não, não, não é mentira! Não é mentira!
Nada morre em mim, nada morre em mim
Pois sou duas tão outras
Iguais na verdade dentro de mim
Ah! Amor eu não posso esquecer
Que fui e sou na verdade
Quem foi sempre será e nunca deixará de ser
Nada morrerá dentro de mim
No meu corpo, na minha veia
Carne vermelha aberta
Pulsa, pulsa
Coração!

Cíntia Thomé
sobre a obra
Um amor não morre, fica sempre no que foi e ainda é, sempre será,
pois foi...Somos a outra no passado, a outra no presente e a do futuro, somos outras, mas a essência é a mesma, mesmo na ausência dos fatos...mas somos coração.


tags: São Paulo SP poesia divorcios-tantos-cintia-thome gerberas-felizes vermelha-carne carne ser-ou-nao-ser olhos-de-folha-minha-cintia-thome olhos-de-folha-cintia-thome poema cintia-thome literatura-brasileira literatura musica
 
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Autoria   Cíntia Thomé
Data   26/7/2008
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Principalmente,o que não tem juizo,
quase me acabo num desses.


como tu escreves!!!

beijo amiga.
Lioviola · Carnaíba (PE) · 24/7/2008 07:53 
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Cintia,
Que fôlego!!
Em ritmo alucinante entregas o seu coração, em galopantes versos e verbos joga tudo, tudo mesmo... Forte e forte, fiquei até um pouco sem fôlego. Muito bom de ler, muito bom mesmo
E que vença a esperança!
parabéns
beijo
Cristiano Melo · Brasília (DF) · 24/7/2008 08:07 
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Toda mulher é uma rosa vermelha!
raphaelreys · Montes Claros (MG) · 24/7/2008 08:28 
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Oi Cíntia,
de fato somos outras, somos tantas e ao mesmo tempo, somos uma.
A de ontem, de hoje e de amnhã que se revesam, de acordo com o contexto e época. Ma a ssência permanece...
Beijos

Branca Pires · Aracaju (SE) · 24/7/2008 10:18 
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Ai, Cintia, esse amor ue ne nega e se reafirma é como onda de mar que nos arrasta, salga, sangra...

Lindo poema de entrega!

beijos
Saramar · Goiânia (GO) · 24/7/2008 10:57 
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Nada morrerá dentro de mim
No meu corpo, na minha veia
Carne vermelha aberta
Pulsa, pulsa
Coração!


Cintia, querida: teu poema sugere um desses cortes profundos que deixa a gente sangrando por dentro. Que dor profunda! Parabens. Graça Graúna
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 24/7/2008 18:28 
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dispensa comentário mais eu vou fazer, ritmo maravilhoso, linhas gostosas e poéticas, com o encanto de sempre, gostei muito.
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca (SP) · 24/7/2008 19:05 
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No seu poema a dor de um coração que sangra, mas que,mesmo ferido continua pulsando, porque ainda ama, e o amor não morre.
Beijos.

Sônia Brandão · Bauru (SP) · 24/7/2008 21:27 
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"Um amor não morre"...sabia observação...Falamos de amores passados e eles pulsam dentro de nós. Não há morte ali, só a "VERMELHA CARNE"do pulsante coração...
beijos

Cherry Blossom · Dracena (SP) · 24/7/2008 23:22 
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Sem querer querendo a gente segue vivendo.Gostei muito.Um grande abraço.
clara arruda · Rio de Janeiro (RJ) · 25/7/2008 02:02 
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Cintia, em vc nada morre! óbvio! Agora, o poema é lindo! Ambigüidade em sangue. Sangra, coração!;)))
Compulsão Diária · São Paulo (SP) · 25/7/2008 02:08 
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Somos muitas, somos outras, somos tantas... Mas sempre somos nós... E o mesmo coração.
Lindo poema, Cíntia, que rítmo você impôs. Quase um moto perpétuo...
bjs.

Nydia Bonetti · Campinas (SP) · 25/7/2008 23:37 
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Voto e beijos!
Cherry Blossom · Dracena (SP) · 25/7/2008 23:57 
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Meus votos com carinho!
beijos no coração e na alma de poeta!
celina vasques · Manaus (AM) · 26/7/2008 00:13 
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relido e votado
beijos
Cristiano Melo · Brasília (DF) · 26/7/2008 00:15 
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voltei para voto, um ótimo domingo, abraçosssssss
O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca (SP) · 26/7/2008 00:17 
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Como escreveu meu querido amigo:

" O amor não morre, nos é que mudamos.".

Beijos
Falcão S.R · Rio de Janeiro (RJ) · 26/7/2008 05:19 
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bjos, abraços e votos.
graça grauna · Jaboatão dos Guararapes (PE) · 26/7/2008 07:26 
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O amor não morre...as cicatrizes nos lembram sempre.
Votos e beijo
zilka jacques · Porto Alegre (RS) · 26/7/2008 10:13 
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Nada morrerá dentro de mim
No meu corpo, na minha veia
Carne vermelha aberta
Pulsa, pulsa
Coração!
Quem foi sempre será.
Bem escolhidas as palavras para a tradução do sentimento.
Um abraço
EdimoGinot · Curitiba (PR) · 26/7/2008 11:46 
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Sim, o amor é imortal.
Gostei.
Um beijinho doce
com um VOTO CERTO
da Sílvia.
silviaraujomotta · Belo Horizonte (MG) · 26/7/2008 14:54 
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Mentira, sim! Eu creio em ti!
Eu sei que é assim! Mentira!
Mesmo outra, ainda é o que foi.
Mesmo não mais sendo, inda será.
Com ou sem juízo... será, será!
Adroaldo Bauer · Porto Alegre (RS) · 26/7/2008 15:15 
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Cíntia Tomé,

Como é belo teu poema, pulsa em cada verso um coração de quem são duas, tão outras...

Parabéns!


Um aBRAÇO, Marluce

Marluce Freire Nascasbez · Carnaíba (PE) · 26/7/2008 23:05 
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Explode, coração!
Mas que explosão, menina!
Contém o grito, como água que lava suave o corpo e a alma, num refrigério, numa viagem calma.
Beijos.
José Carlos Brandão · Bauru (SP) · 28/7/2008 03:02 
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Cíntia.
Somos coração e alma, onde muitas vezes se intromete insensíveis matérias.
Belo, amiga
Beijos
Noélio
Noelio Mello · Belém (PA) · 28/7/2008 17:14 
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O que dizer? A essência é a mesma... e isso é tudo..
lindíssimo

besos

thi
Thiers · Niterói (RJ) · 29/7/2008 13:28 
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