Corria
tudo bem
corria calmo
cada passo tranqüilo
corria
conforme
o sinal abria
de repente
a contra mão
contra mim
contra tudo
retorno
retomo
o fôlego
em meio à fumaça
correndo risco
corria arisco
onde buzinas e bueiros proclamam a demência
num caos
anunciado
por um verde
que não brota
nem floresce
corro
morro
como
motor
no trânsito
congelado pela frieza das máquinas que já não fazem mais versos
morto-
vivo
tirando
fino
do destino
vivi
correndo
feito bala perdida
pedindo colo
Ufa!
Vida sufocante, vida corrida!
Mas essa é a vida que tem ser bem vivida!
Parabéns!
Abrçs
Vida insana. ode boa...o farol vai abrir, vamos lá. Muito gostosa tua construçaõ. abçs.
Cintia Thome · São Paulo, SP 18/11/2007 10:31
Bela estréia, Luiz.
Muito bom seu poema.
Abçs.
Nydia
Luiz Nascimento · Campinas Amigo.
Parabéns pelo Bom Trabalho.
Esta em Bom Lugar.
Merece ser votado e vencer.
Espero estar formando uma Nobre Amizade.
Votado e Abração
O corcel selvagem que explode em fúria
de nós --
coração cego,
peito gelado em brasa,
alma calada em eco
Muito bom poema, Luiz!
Abraço
http://interludios.blogspot.com
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