Vida, vidas, vi vidas, vivi vidas, vinte vidas, vividas...
Às vezes os minutos duram eras,
Éramos diferentes antes de bater o relógio,
Recordas as flores d´outras primaveras?
Não fuja, não se esconda do belo ócio.
Na límpida superfície afloram bolhas
Quebrando o espelho do céu noturno,
A lua baila ao som das folhas
Meu coração palpita taciturno.
Na face curvilínea da esquina
Onde, desvairados, peixes viviam
Enterrou-se, do meu coração, a rima,
Silenciaram os gorjeios das aves de rapina
Que nas minhas cinzas colinas dormiam.
Ficou a semente no humo da vida.
Vidas, vidas...
hummm e o tempo? Parar ele seria o ideal... Mas fazer o que? kkkkkk
Bela tua poesia.
beijos
Aqui um poema mágico, como a vida!
Votei!
http://www.overmundo.com.br/banco/cartas-a-noite
Gostei... neste momento, o meu tempo está por demais escasso. Depois volto e comento.
Bjs
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