Me disseram
que a flor da idade
se dá aos dezesseis.
E que o juízo
Ah, o juízo:
Esse só vem
Aos dezoito.
Ah! Ouvi também
Certa vez…
Que a maioridade
Só aos vinte e um.
Ave Maria! Quer saber?
Me dá mais três e dois
pois te mostrarei
E encarnarei:
A rosa prova generosa,
O juízo desajuizado
E a maioridade imoral
dos meus vinte e seis.
Muito bom seu juizo (final)
Querem definir o indefinivel.
um abraço
Muito bom! Concordo com o Edimo. Não há receita e nem dois de nós iguais.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 7/8/2008 20:21
Adorável!
Que se perca sempre o juízo, em qualquer idade!
beijos
Muito bom esse jogo com as idades em que tentam nos formatar.
Seu poema diz toda verdade, que a inconsequência não tem idade. E para entender um pouco da vida e poder ousar escrever sobre ela é preciso sair dessas ammaras.
Parabéns e já tem os meus votos.
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