Deletérios, na volta da liberdade.
A prova de que o amor existe é a dor que sinto.
Eles aparentam tristes
mas se amam, choram e estão firmes.
Livres.
A arte é meu vinho
não pode despregar de mim nunca!
Caso isso aconteça (pois tudo é uma infinidade de possibilidades ou mais)
não teria mais a minha ressaca e dores pelo corpo
talvez fosse outro ou mais
a outra poesia é que diz mais
a outra fantasia é que sonha mais
a outra é que dói mais
e amo.
Outra parte de meu corpo, diferente e insólita
contradiz o gozo derramado e melado entre os dois corpos
que estão juntos e suam gozam juntos
é amor e arte, arte daquelas que podemos levar uma surra de palmatória.
Mas viver e ter a glória
pois a vida é morte e sempre agora.
A primeira página é onde cabe o erro
o primeiro abraço é onde cabe a lembrança
no adeus está a saudade
no sono está meu sonho e o teu corpo suado com meu
nas janelas cabem os curiosos
na vida vivem os suicidas
o ponto traz a questão
e no primeiro silêncio não sabe se foi medo ou razão?
Porque na certa
a verdade não me ajuda. Eu não vi maldade.
Se ficou dívida
se prepare para despedida
se irritou não diga
se vida
é uma intriga!
Pois ratos e canalhas e anjas bailam em pró de você
no incerto infinito.
Pois eis que ela sente, dentro do ônibus.
E finge que te sente, dentro do cômodos
e do homo-sapiens em forma de ciência.
E que o espasmo me consuma.
E que o corpo assuma
para que toda vez seja
mais que uma.
Deletérios na volta da liberdade.
Mistérios na hora da verdade.
Acreditar na hora da mentira.
Ressaltar na hora da vida.
Óhhh fonte de sensação primeira.
Manjar de toda regra sem palavra.
A lógica é um pedaço de algo
pois o algo é qualquer coisa
a poesia outra
a possibilidade outra
a vida outra
em todas as formas
e drogas alucinógenas.
Glória a volta da liberdade.
@ a droga da comunidade
à porra a droga da ansiedade
(ela me come, como você)
estou com pressa de viver
de você.
Cabe erros para todos os efeitos.
A maldade a maldade de toda ordem que me aguarde
pois vou lá com ou sem sentido.
E que pelo menos mude
mude e morra
com a certeza de que vida é morte
mude e morra, corra a sorte há de passar o amor há de esperar pois sinto dor
ahhhhh a morte há de esperar !?
vamos, vamos, corra
pois o que espera sempre é a primeira página e seus erros e defeitos
glória a liberdade, glória
goza
no abraço da saudade, suada e canalha
na minha canalha forma de gritar
liberdade.
Poema realmente lado B, tem um pequeno tempo que escrevi este poema. nem eu o entendo mais, mas de qualquer forma vai....
rsrsrsrs é um poema de vida prórpia, realmente! Abraços!
Paulo Esdras · Brumado, BA 2/4/2008 18:37
Parabéns pelo poema impulsivo! Adoro!
bjs @>--
Caralho!
Pois ratos e canalhas e anjas bailam em pró de você
no incerto infinito.
Ufa!
E entrando em portas infernais
que levam-me a labirintos
vou aos céus,
vôo em liberdades
de glórias em gozos
vertidos.
Derrama-se pelo vestido
os vestígios, os vícios,
e tudo nos consome,
as horas natimortas,
neinguém atrás das portas.
Silêncio contrito;
Eu grito.
Grito agudo,
um mesmo nome,
e sem estrebilho,
entre os brilhos
dos absurdos,
trilho caminhos obtusos,
uso, e uso, e uso,
a forla que em mim invade,
abuso do meu uso
de ter um quinhal de coragem,
para destravas medos,
devorar anseios,
e não estagnar
a minha crua liberdade.
Beijo dado, votado.
a força que em mim invade,
Ai mi sori, beibi. rsssssssssss
de ter um quinhão de coragem,
outro errinho de dedo.
baibai
É, Nada mais espera que amorte. Realmente "a morte é espera".
Assim como "Acreditar na hora da mentira" - será um favor enorme. Não de todo ausente na vida de cada um
um abraço, andre.
faço sempre um tour pellas votaçoes independente de estar ou não em votação e voto nos que gosto!Votado!!!
http://overmundo.com.br/banco/nossa-ultima-noite
Beijos
Um belo trabalho. Meu voto ..
concedido.
Parabens.. Bom dia.
'Viver ultrapassa qualquer entendimento'...rsrs...
Um grito de liberdade..liberdade de ser tudo...de todo ser...ainda que seja de uma forma 'canalha'...fazem tantas canalhices conosco...
Beber o amor até aúltima gota...ainda que seja 'sujo'..ainda que seja 'ilegal'...qual é a lei que funciona neste mundo? vivamos a alucinação dos dias que nós próprios criamos...pois arealidade é a droga mais letal que existe!!
Magnífico, Guto!! vc é genial, meu querido!!
Super parabéns!!
Estava c saudade dos teus textos!!
Grande beijo azulzeninfinito...ainda que o infinito não exista..rsrs
( p/mim ele existe...)
Rai..Blue
Violentamente alucinógeno. Votado e grande abraço.
Eduardo de Oliveira · Teresina, PI 7/4/2008 10:52Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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