na estante em frente um homem quase
poesia pensando páginas
na estante sempre a ausência de olhos
da alma a constância fechada
na estante à venda o limite do tempo
em código e múltiplos de barras
na estante a poesia se impõe (supõe-se)
clara como página.
Imagem muito interessante, um paralelo.
O homem, a alma, o tempo e a poesia
que não está nas páginas.
Está na dúvida!
Poema limpo, nítido, me fechei, como dizem os paulistas, ou me abri, como se diz na minha terra. Parabéns!
Haragano · Brasília, DF 17/2/2007 00:10obrigado, Rangel, Haragano... quanto ao poema, fui obrigado a comprar o livro.
eassis · Belo Horizonte, MG 17/2/2007 10:52Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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