Ilhandarilha é o pseudônimo quase tímido de Claudia Rangel, jornalista, repórter fotográfica, colaboradora de mão cheia - tão múltipla ou mais do que o seu MP5. :)
Claudia pode nem gostar de Gláuber (não entramos nesse mérito), mas é o arquétipo em pessoa da famosa expressão do Cinema Novo: "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça". Foi assim que ela, com seu MP5 (ou ainda sem ele), aportou no Overmundo, e começou a registrar a cultura do Espírito Santo de um jeito que nos deixou extasiados. Sua leitura do Ticumbi, as fotografias várias, artigos bacanas e boas dicas de Guia nos cativaram a ponto de cultivarmos com Ilhandarilha uma relação de proximidade e carinho mútuos.
Claudia já foi citada em reportagens como colaboradora do Overmundo e foi até indicada a um prêmio por sua participação no site (confira mais detalhes no relato abaixo). Dividindo o tempo livre entre a fotografia (inclusive com direito à técnica pinhole) e o vídeo (ela ministra as oficinas da TV de Bolso), Claudia é uma das melhores acepções possíveis de uma palavrinha que usamos no dia-a-dia da comunidade quase sem nos darmos conta: colaboradora!
No relato abaixo, seguindo na série "A história do Overmundo na memória dos seus colaboradores", ficamos conhecendo um pouquinho melhor dos seus projetos pessoais e da sua trajetória antes e depois do site.
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O Overmundo e eu
(Claudia Rangel, a Ilhandarilha)
Conheci o Overmundo em 2006, por meio da Ana Cristina Murta, pessoinha que gosto e admiro. Ana me enviava uns e-mails com links de textos dela no site e, curiosa, fui lá conferir. Demorei a me cadastrar para votar (desculpa Aninha!), pois tenho uma imensa preguiça de preencher cadastros na internet (ou tinha, sei lá!). Mas logo percebi que a votação determinava o lugar da colaboração no site e deixei de lado a preguiça para votar não apenas nas colaborações de Aninha e dos meus conterrâneos por aqui, mas também em outros textos bacanas que encontrava. Percebi também que, muito mais que um site de conteúdos sobre cultura brasileira, o Overmundo é um local de encontro de pessoas com interesses afins. Um lugar onde acontece uma troca bonita e engrandecedora entre pessoas que provavelmente nunca se encontrariam não fosse a web.
Sou uma jornalista que atualmente não exerce a profissão (como meio de vida). Um mercado de trabalho local restrito e os baixos salários reservados aos jornalistas me levaram a trabalhar na Universidade Federal do ES, na função de técnica em audiovisual num laboratório de multimeios, operando câmeras e editando vídeos. Gosto bastante disso. Mas sou, fundamentalmente, jornalista. Gosto de traduzir o que vejo em palavras e imagens e lançar isso para o mundo. Também sou muito ligada a tudo que diz respeito à cultura, particularmente à cultura popular (objeto de minha primeira pesquisa acadêmica e da primeira experiência em audiovisual, no início dos anos 80). Então, para quem gosta (a palavra certa seria necessita) de escrever e captar imagens, é bastante difícil ficar afastada dos meios de difusão dessa produção. A web é um canal essencial nesse sentido. Porém, manter um blog, fotolog ou seja o que for pode ser extremamente solitário. Os caminhos da web são infinitos e se cruzam em tantas direções que é difícil alcançar o objetivo da visibilidade lançando mensagens em cibergarrafas.
No Overmundo encontrei um espaço não tão solitário assim. Aqui existe uma troca contínua. Mesmo que a colaboração não tenha nenhum comentário podemos ter a certeza de que foi vista por alguém pelo número de votos ou de downloads. Um artigo meu publicado originalmente no livro Negritude, Cinema e Educação teve a marca de 4.641 downloads (hoje), o que significa um número muito maior de leitores do que eu poderia esperar da tiragem de 3.000 exemplares do livro. Encontrei esse mesmo artigo replicado em vários blogs e sites, muitas vezes sem o devido crédito. Reconhecimento de autoria, no entanto, não é uma preocupação tão importante assim para mim nesse momento. Meu maior interesse na web agora é contribuir com meus fiapinhos dispersos para essa mega tecelagem de rede que a internet trança mundo afora. É colocar aqui e ali minha cor local, difundir e compartilhar o que meu estado e a minha cidade têm de bacana, de positivo, de exclusivamente nosso. Esse pequeno trabalho de unir pontinhas dispersas aqui recebeu, ano passado, um reconhecimento inesperado e muito bem vindo: fui indicada ao prêmio Omelete Marginal na categoria jornalismo cultural pela minha participação no Overmundo. Essa indicação realmente confirmou que eu estava indo pelo caminho certo ao unir o prazer e o trabalho publicando aqui minhas colaborações.
Contraditoriamente, porém (ó ser humano!) iniciei minha participação no site publicando um texto literário. Isso porque encontrei aqui, também, uma forma de tirar da gaveta da minha cabeça inquieta meus pequenos versos e mal traçadas linhas literárias. Devo confessar que não mostraria meus poemas a ninguém não fosse essa maravilhosa sensação de anonimato que a web nos proporciona. Escrever poemas e contos deixou de ser um ato solitário, que eu fazia questão de manter escondido de todos, a partir da publicação do meu primeiro texto aqui. É uma delícia receber comentários elogiosos e um enorme prazer receber críticas saudáveis. O Overmundo passou a ser também um meio de difundir o que eu considero que seja a minha verdadeira obra de criação, que é a fotografia. Sempre achei que uma exposição é algo meio frustrante, pois acontece num determinado período e depois nossas obras somem no meio de uma avalanche de informações. Além disso, não tenho muita certeza de ter uma obra coerente em fotografia, algo que justifique uma exposição ou uma publicação impressa. O Overmundo passou a ser uma vitrine para minhas fotos. Publiquei aqui desde fotos jornalísticas (dos bons tempos em que usava filme triX e corria atrás de notícias em velhos carros de jornal) até experimentos incompletos, passando pelo registro do que vivi e vi nas minhas andanças de ilhandarilha.
Descobri aqui pessoas cujas colaborações fazem parte do meu repertório cultural. Meu MP5 atualmente tem mais músicas baixadas do Overmundo, onde descobri tanta gente boa, que dos CDs que ainda mantenho na estante. Alguns desses colaboradores já não mais publicam assiduamente, mas suas colaborações me ajudaram a estruturar alguns projetos meus que hoje coloco em ação. Alguns ainda estão aqui, como referências constantes. Por meio deles cheguei a outras referências, e mais outras, expandindo meu conhecimento sobre a produção cultural e modificando meus conceitos sobre o que é relevante nela. É muito bacana essa conversa textual que o site proporciona. Muitas vezes uma idéia meio sem corpo que temos já é realidade testada de outro overmano, ou vice versa. E assim vamos tecendo idéias e trocando práticas. E, num movimento contrário e sem almejar, acabei também me tornando uma referência em internet.
A conversa com overmanos acontece a todo momento, seja na leitura de textos interessantes, seja nas trocas ocorridas nos comentários, ou individualmente em bate-papos reais, pois o Overmundo também me proporcionou o prazer de expandir minha rede pessoal. Hoje converso quase que diariamente com pessoas do Brasil inteiro. Essas conversas e trocas são pessoais (acho que fiz amigos) e abriram portas profissionais também. Por meio da rede Overmundo fui convidada a integrar projetos interessantes. Mas, principalmente, formatei e fortaleci meus objetivos ao perceber que outras pessoas estão atuando em áreas que me interessam, mas que não julgava serem possíveis profissionalmente. Um exemplo disso é o projeto TV de Bolso, a oficina Linguagem do Audiovisual para Educadores e o Cineclube Curta a Educação, que fazem parte de um projeto de extensão que desenvolvo na universidade, o Ação Audiovisual. O Cineclube, que funciona no Centro de Educação da UFES com o objetivo de difundir o curta-metragem no espaço da educação formal, só aconteceu quando tomei conhecimento, por meio do Overmundo, da Programadora Brasil, sem a qual eu não teria como conseguir os filmes para manter uma programação constante. E a TV de Bolso só se tornou real quando vi a importância e o alcance do vídeo de baixa resolução aqui no Overmundo. As colaborações de Matyeu na série Micro Docs foram determinantes para eu perceber isso. Munida inicialmente de um MP5 bem ruinzinho (põe baixa resolução nisso!), comecei a editar pequenos vídeos e postar aqui e no YouTube. Unindo minha experiência como técnica à minha pesquisa no mestrado em Educação, formulei uma pequena oficina que tem como objetivo difundir a utilização de câmeras de baixa resolução e celulares, bem como programas disponíveis de edição para a realização de vídeos e veiculação na rede. Atualmente ofereço essa oficina aos educadores das redes públicas de ensino e de movimentos sociais.
Um outro exemplo de troca bacana com overmanos é a realização da Mostra Ação Audiovisual juntamente com a V Mostra de Produção Independente da ABD, cujo tema esse ano foi Cinema Negro: foi o overmano Spírito Santo, militante na questão da negritude, uma das pessoas que me ajudaram a delinear essa mostra e a manter contato com o realizador Zózimo Bulbul. A Mostra Ação Audiovisual, em edições anteriores, recebeu inúmeras inscrições de todo o país por meio da divulgação no Overmundo (aproveito para avisar aos participantes da Mostra anterior que finalmente consegui verba para editar o DVD Ação Audiovisual. Aguardem notícias!). Ver esses projetos modestos andando e crescendo me dá uma satisfação imensa. Sei que isso não é muita coisa diante de projetos tão mais importantes e mais abrangentes que existem por ai. Mesmo assim, fico muito feliz quando vejo uma professora do interior que não tem nenhuma intimidade com as ferramentas digitais finalizar um trabalho em vídeo e posta-lo na rede. E duplamente feliz: pela satisfação de ter cumprido eficientemente o papel a que me proponho e por ver a felicidade estampada no rosto dessa professora que realiza seu primeiro vídeo.
Atualmente diminui o ritmo de minha participação no Overmundo. Uma dissertação de mestrado e a realização simultânea de tantos projetos me afastam um pouco do site. Mal tenho tempo para ler as publicações dos meus autores favoritos (que já são muitos). Mas sempre que posso dou uma entradinha aqui para ver o que está rolando ou dar alguns pitacos na fila de edição. Na metade do ano que vem espero estar mais tranqüila para voltar a colaborar e a ler as novas colaborações. E voltar a re-descobrir a riqueza cultural desse Brasil diverso e belo que a gente encontra por aqui.
Queridíssima figura. O Overmundo tem toda a razão em exaltá-la em verso e prosa (aliás quem escreveu o introito da matéria)
A Claudia é uma das figuras principais da história de muita gente que colabora aqui (outro aliás: Cadê o link da 'história do Overmundo I'?) inclusive eu que me considero seu amigo de fé irmãocamarada eanseio, ardentemente conhece-la pessoalmente.
Deixo um grande abraço para gentil 'cachopa' de nós todos e parabenizo a iniciativa (Pô, assina aí, autor!)
...(aliás quem escreveu o introito da matéria ?)... era uma pergunta
Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 20/10/2009 08:12
Muito bacana Claudia, conhecer mais de você, dos teus projetos e de todo este englobado que te fez seguir e ser seguida aqui no overmundo. Gente do bem...
Parabéns e sucesso...
Tá bem na foto! =)
Gostei de ler.
Beijo,
Felipe
A Claudia me fez ver o Espírito Santo com outros olhos. Já falei isso para ela pessoalmente, quando estive em Vitória e tive oportunidade de conhecê-la ao vivo, depois de tantas trocas pela rede. A quantidade e a qualidade dos projetos culturais que ela mostra em suas colaborações ao Overmundo só reforçam a percepção de que cada estado tem sua riqueza e sua forma de fazer arte. E tão importante quanto fazer bons projetos é saber divulgá-los e fazer mais gente conhecê-los. Claudia tem um papel incrível nos dois aspectos - é produtora cultural incansável e também ótima divulgadora das boas práticas culturais do ES. Obrigada, Ilha!
Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 20/10/2009 10:26
Helena, assino embaixo do teu comentário.
Também compartilho essa surpresa com manifestações culturais (negras principalmente) que os esterótipos enrijecedores da percepção da gente, até que se conheça um pouco da realidade, não permitem associar ao Espírito Santo.
Quando falo do Overmundo com pessoas que ainda não conhecem o site, destaco a descoberta dessa cultura negra do ES como uma das possibilidades que o site oferece.
Convivas queridos!
Contente em estar sendo citado assim, de forma tão bacana (apesar de estar com a orelha ardendo, só de pensar em quais eram os 'outros olhos' - os anteriores- com a Helena me olhava antes, não posso deixar de considerar um avanços em tamanho o site ter sido um espaço que se abriu a estas facetas da cultura brasileira as quais o Obrer se refere.
De minha parte - e reforçando dizendo que a Claudia tambem me fez ver o Overmundo com 'outros olhos' - acrescentaria que os 'olhares' de todos nós mudaram sim, para muito melhor. Só a guisa de exemplo - e meio que justificando a má impressão inicial que dei em algumas pessoas por aqui - me lembro que o tema cultura negra, negritude, racismo e outras questões desta praia não apareciam muito por aqui. Ou seja: o site refletia uma conjuntura, digamos assim, socio-racial bem recorrente no Brasil. me lembro que as primeiras matérias que mandei refletiam bem um certo ressentimento meu com a impressão que o site dava de ser um espaço de uma elite 'moderninha'. Foi uma boa experiencia para mim perdeber em seguida que tínhamos um espaço para debater inclusive isto e evoluir, aprender um com o outro.
Se a Claudia - minha poliana preferida! - foi a melhor articuladora deste convívio bem sucedido? Eu daria um Nobel pra ela, com um forte abraço.
Espírito Santo é um estado federativo.
Spírito Santo é um estado de espírito.
Aprendi por aqui sobre os dois. =)
É disso que falo no texto: a troca sempre enriquecedora que o overmundo possibilita. A Helena lembrou duas coisas que não lembrei no texto: o prazer de conhecer a Helena pessoalmente e "produzir" uma palestra dela aqui (e ela é realmente esse doce de pessoa com quem a gente convive no site) e de um comentário dela sobre minhas colaborações terem, de certa forma, mudado um pouco o olhar dela sobre meu estado, coisa que me deixou feliz demais.
Higor, fico muito feliz em ver comentários seus, que é um colaborador desses que a gente procura novos textos no site.
Spírito (estado de), a gente já trocou tanta idéia sobre tantas coisas que nem sei quem é que influencia quem. Acho que ambos nos influenciamos. E isso é muito bom!
Felipe, meu querido escritor, muito bom trocar com vc, sempre. Saudades dos nossos e-papos quilométricos.
bjos
Também morro de preguiça de preencher cadastros. E embora seja muito bom ser votada e ver seu texto chegando até mais pessoas por conta da exposição, bom mesmo é acontecer isso Cláudia...
Honradíssima fico eu de ter te apresentado ao Overmundo.
Lembro que por motivos pessoais precisei me afastar daqui e de tudo mais, e quando voltei uma surpresa: Você! uma das mais ativas, importantes e encantadoras colaboradoras desta paragem virtual.
Ao invés de me despedir, vou pedir: continue escrevendo mais e mais.
Claudia,
Pronto: O agudo Obrer matou de vez a nossa charada: Como o meu nome se confunde com o do seu estado, papo vai papo vem acabamos confundindo os nomes e ficando nesta vida on line (com todo respeito) um pouco juntos e misturados, rs rs rs rs (cá entre nós: odeio estes risinhos interneticos)
Bjs
Conhecendo mais a fundo a sua trajetória e já aqui,com participação prima e em comentários sempre bons e de boa conduta e que incentiva acertos. Muito bacana conhecer vc por fotos , mais descontração e seu trabalho, seu dia-a-dia.
Valeu.
Cintia Thome
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Que bacana! Bateu uma nostalgia doida de todos aqueles primeiros dias em Copacabana com 'malucos' de TODOS os Estados!
Parabéns pelo resgate Claudia!
bjão para todos!
valeu gurizada linda. estarei em vitória mês que vem. dezembro, aliás. quero encontrá-las lá. ana murta e claudia rangel. pode ser? çove.
eduardo ferreira · Cuiabá, MT 22/10/2009 18:56valeu gurizada linda. estarei em vitória mês que vem. dezembro, aliás. quero encontrá-las lá. ana murta e claudia rangel. pode ser? love.
eduardo ferreira · Cuiabá, MT 22/10/2009 18:56
Cintia, que legal seu comentário. Você é muito gentil. Gostaria de conhecer um pouco mais de suas atividades tb.
Oi Rodrigo, não estive nesses primeiros dias de Copacaba, mas me sinto como se tivesse estado lá, tamanha a minha empatia pelo projeto overmundo.
Beijos
Eduardo, que bacana. Caximir por aqui? Vão tocar com a rapaziada do Sol na Garganta do Futuro? Eu sou fã dos meninos, sua fã e não perderei por nada. Avisa a data que a gente aparece lá.
bjos
Obrigado pela visita "moça"...
Um forte abraço sertanejo
Gostei muito, aprendi bastante sobre o overmundo e sobre tudo que posso buscar nesse nosso mundo.
obrigado e parabéns.
kfarias
Ih pois é Spírito! Só agora li seu comentário haha. Quando disse que a Ilhandarilha me fez ver o Espírito Santo com outros olhos era o ESTADO do Espírito Santo, onde ela vive, e não o Spírito Santo colaborador do Overmundo hehehe (como se vê, eu adoro risinhos internéticos). Poxa, Spírito, imagina se eu iria falar algo assim por aqui! Por mais que adore acompanhar as conversas entre vocês, não precisaria da Ilha para mudar a forma de ver teus posts - aliás, adoro lê-los, aprendo pra caramba com eles. Já conversamos várias vezes por aqui: não precisamos concordar com tudo que o outro diz, e por isso mesmo a conversa é tão enriquecedora, né? Os olhares estão sempre mudando, em relação a tudo, graças a essas conversas.
Mas em relação ao Espírito Santo, estado vizinho e muitas vezes visto como "patinho feio" da região Sudeste, precisei do suporte da valorosa Ilha para conhecer melhor. Valeu, Obrer, por esclarecer a questão. Abraços!
Helena,
Caraca! QUe fria! Esta minha mancada, entre todas, confesso que foi a mais... clássica, foi mesmo de doer. Acho que meu inconsciente paranóico misturou tudo, coisas overmundistas públicas com privadas numa salada bem ao meu estilo estabanado de ser. Estado de espírito com Estado do Espírito (e o inconsciente não mente)
Ainda bem que os convivas aqui presentes, em sua maioria já me conhecem de perto.
Sorry, galera (com a mão aberta para levar bolo de todos)
Spírito, pra cima!
Tu és um desses seres humanos que, mesmo não conhecendo pessoalmente, declaro lá entre os links indicados no Obrér Cultural ter sido dos mais interessantes que contactei via Overmundo. Aliás, costumo falar de ti com várias pessoas quando quero contar que existem coisas incríveis no site.
A confusão foi normalíssima. Já aconteceu com todos por aqui, imagino, interpretar mal algo. E no caso do diálogo que se desenrolou, a semelhança nominal facilitou a confusão.
Confia no teu taco e continua tranquilo aí.
Abração,
Felipe
Obrer,
O problema não é o taco, é caco, rs rs rs. Aliás, esta confusão com o meu nome e o nome do estado da Ilha é pinto perto das outras confusões que fazem. De vez em quando respondo ao telefone a pergunta "quem deseja falar?" e digo meu nome, a pessoa do outro lado cai na gargalhada pensando que é gozação.
Agora eu mesmo confundir é meio demais, não é não? Rs rs rs rs (aí Helena, detesto a risadinha, mas reconheço que ela é um anti mico fantástico nestas conversas na internet)
Abs
Hahahaah! Acho que toda confusão se explica pela bipolaridade de ambos os estados: o santo e o de espírito. Adoro isso...
Nesse momento, no estado da federação, chove a cântaros, como se dizia antigamente. Um verdadeiro dilúvio que imunda as ruas, fez cair a energia e nos deixou sem telefone. Parece que o mundo vi acabar em água...
ha ha ha digo eu, rindo amarelo e garantindo que, pelo menos ainda, não choveu ni mim.
Spírito Santo · Rio de Janeiro, RJ 31/10/2009 23:42
Minha admiração que era imensa, aumentou, aumentou, aumentou depois de ler sua história aqui no Overmundo. De fã, passei a admiradora, ou seria o inverso?
Não importa.
Creio que pessoas com sua história é que fazem... história.
Parabéns!
beijos admirados.
Oi Saramar, é muito bom saber de sua admiração. Você é uma dessas pessoas do overmundo por quem tenho imenso carinho e sempre acompanho.
abração
Ilhandarilha, estive afastada por um tempo do Overmundo por excesso de trabalho Na volta encontro essa beleza de texto e comentários sobre vc e seu trabalho, parabéns linda!
Que em suas viagens venha conhecer o Memorial Serra da Mesa e o Lago de Serra da Mesa.
Sucesso, muito sucesso. vc merece!
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