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Algumas questões importantes

Helena Aragão
18/3/2008 · 24
 

Mês de aniversário, dois anos de experiência, bom momento para reflexão sobre ferramentas (novas e antigas) e sobre o comportamento dos colaboradores no dia-a-dia do site!

Como qualquer comunidade, a do Overmundo é diversa. Pessoas de todos os estados do país, de gerações e gostos diferentes, de hábitos e interesses variados. Como qualquer comunidade, a deste espaço virtual vive as delícias e os problemas de lidar com tantas diferenças.

Comportamentos que para alguns são aceitáveis, para outros são motivos de incômodo. E em geral, mais do que discutir quem está certo e quem está errado, o melhor é chegar a um denominador comum.

Um exemplo é a prática de envio de propaganda dos links das colaborações para outros usuários. Quando este tipo de propaganda é feita por meio de comentário nas colaborações, apenas com a finalidade de chamar atenção para outro post e sem ter relação alguma com o texto comentado, ele está passível de Alerta. Entendemos que os comentários são espaços para conversas sobre a colaboração e as questões que ela levanta. Além do mais, imagine-se na situação do autor do post. Você recebe um email indicando que a colaboração tem um comentário. Vai todo feliz conferir as impressões de outras pessoas sobre sua obra e repara que seu comentarista só quis divulgar seu próprio post. Dá para entender que não é a melhor das sensações, né?

Por outro lado, como a colaboração e o site ganham quando os comentários resultam numa extensão do conteúdo do post, estimulando discussão, trocas de idéias, complementos às informações dadas... Claro que elogios são bem-vindos, mas quando eles vêm agregados de opiniões ou questões, faz a maior diferença.

Há casos em que alguns colaboradores usam as mensagens privadas para fazer propaganda de seus posts. Quando foi criado o mural de recados (primeiro público e depois fechado para o dono do perfil), a intenção era permitir a formação de novos contatos e parcerias pessoais por meio do Overmundo, a partir da troca de idéias sobre a produção cultural brasileira iniciada nas colaborações. Muitos passaram a usá-lo, entretanto, exclusivamente para fins de divulgação. Há colaboradores que gostam de receber estes avisos. Outros, não. Por conta disso, com a mudança nos perfis, foi criada uma nova ferramenta que permite o bloqueio de recebimento de mensagens de determinados usuários. Ainda assim, algumas pessoas continuam se queixando, sobretudo quando não conhecem o remetente (e, mais ainda, quando não são freqüentadores assíduos do Overmundo e acabam recebendo diversos emails de aviso de recados no site...). No fórum e em posts, há reclamações sobre situações em que boas colaborações não entram porque os autores não aderiram à prática de divulgação.

Vale a pena pensar em todas essas variáveis na hora de divulgar um link via perfil. Se as pessoas pensam diferente, essa diferença deve ser respeitada. E vale a pena navegar pelo site espontaneamente, visitando filas e seções, para descobrir seus próprios posts favoritos.

Ainda falando em votos, mas no que se refere ao site como um todo, determinadas seções andam pouco visadas, talvez até por não entrarem no esquema de divulgação. Guia e Agenda têm recebido poucos votos, a despeito da riqueza do conteúdo que agregam ao Overmundo.

Aliás, repararam que há novas subseções no Banco de Cultura? Nestes primeiros dias da novidade, observamos que houve alguns casos de confusão entre elas. Importante refletir sobre a subseção ideal para sua colaboração antes de postar. Lembre-se de que com a nova subseção dedicada à poesia, a de textos de ficção se limitam a contos, romances, novelas, roteiros etc. Sendo um texto, lembre-se de avaliar se é ficção ou não-ficção conferindo as explicações dos “i” no painel de publicação.

Dentro do espírito proposto, gostaríamos de convidá-los a usar os comentários para enriquecer a discussão sobre os pontos abordados e levantar outros assuntos na mesma linha de bom uso e convívio no site. Conversando - com a serenidade que todos nós buscamos - fica mais fácil de se entender, e o Overmundo sai ganhando.

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Rodrigo Biguá
 

Oi Helena!

Vou dar um testemunho pessoal. Quando voltei de férias, no final de janeiro, eu postei uma matéria super-caprichada no overblog. Não tive a mesma capacidade que você demonstrou tão bem na sua visita a Caraíva, mas fiz um relato com muito amor, cheio de links com referências.

Falava de um show do Casaca, uma banda super bacana lá do Espírito Santo. Esse show rolou no quintal da casa da minha família, numa surpresa para meu tio, que fazia 50 anos.

Enfim, eu acho que ficou super legal. No final, por causa de 5 votos ela não entrou, e eu confesso que fiquei com a sensação de que faltou divulgação. Na verdade, como o registro tinha mudado e passado a exigir CPF, eu fiquei com preguiça de evangelizar os conhecidos que não tinham conta no overmundo para vir votar. Se o registro ainda fosse mais simples, acho que eu teria angariado os votos necessários.

Também não saí pelo overmundo afora cabalando votos. Achei que era um artigo que naturalmente entraria, afinal de contas falava de cultura brasileira, uma banda que toca uma mistura de congo (ritmo regional) com reggae com rock, dentro de um enfoque único, mas não rolou.

Apesar de concluir que se tivesse feito um boca-a-boca, ele teria sido publicado, eu acho sinceramente que isso não devia ser necessário.

Eu até já assimilei autocriticamente que o texto não era legal, que o título era equivocado, que as fotos eram uma porcaria, e além do mais o vídeo era no youtube. Enfim, resolvi encarar de frente o fato de que minha colaboração era mesmo uma porcaria que não estava à altura do Overmundo, e tenho vivido em paz desde então.

Mas, debaixo de toda a autocomiseração a respeito da minha incapacidade de emplacar algo no overblog eu fiquei com essas duas sensações muito fortes que agora venho despejar em função da sua convocação.

1 - Faltou uma "intelectualização" maior. Fiquei com a sensação de que o público votante daqui prefere mesmo, ao invés de um singelo relato sobre uma festa animada com gente feliz e música bacana, uma análise etnográfica abordando a questão cultural escravocrata em contraste com as peculiaridades balneárias do veraneio capixaba. Sei lá, talvez eu esteja achando as uvas verdes, mas me parece que discussões inflamadas com tom planfetário sobre as injustiças inerentes ao modelo capitalista acabam mobilizando mais do que simples diversão.

2 - Faltou panela
Eu não conheço praticamente ninguém aqui no overmundo. Não tenho o costume de ficar deixando mensagens do genero "Que lindo!", "Amei!", "Puxa Fulano, só você para me emocionar desse jeito...". Como eu não trouxe a minha própria panela, ficou difícil emplacar alguma coisa por aqui naquele momento. Não sei como andam as coisas atualmente.

Obviamente há aqui uma certa dose de orgulho ferido por não ter sido aceito no clube, mas como eu gosto muito do overmundo, quis dar minha contribuição, espero que positiva.

Overbeijos e vibrações positivas para todo o pessoal

Rodrigo

Rodrigo Biguá · Rio de Janeiro, RJ 18/3/2008 19:09
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Rangel Castilho
 

Salve, Helena e Rodrigo!

Muito sensatas tuas palavras, Helena.
Muito claras e pertinentes, expondo situações muito próximas a todos nós.

E esses nós iremos desamarrar´de uma única maneira: com uma marcação homem-a-homem. Só esperar a conscientização do povão, não vira e não virá!

Sobre recadinhos e pedidos estou "porraquí" com um certo sujeito, muito educado por sinal, cheio de vírgulas mas, extremamente inconveniente. Até e-mail particular ele já me enviou! Culpa de quem?
Dele mesmo! Porque é novo no Overmundo, não tomou simancol, essas coisas!

Com relação ao Rodrigo sou solidário!
Estamos retornando a uma situação que já rolou por aqui (em que tudo que era publicado havia saido de uma intensa campanha publicitária!
Em meu perfil, dos recados que recebo 99% é pedido de vistas num post quentinho. E num paralelo, os pedidos que mais se replicam pelos perfis são dos posts que estão na home por terem recebido mais votos. Alguns horríveis! Não faço publicidade de meus escritos e recebo o mínimo necessário para ser publicado, e realmente é uma pena que coisas muito boas fiquem sem visitas e votos o suficiente.
Precisamos todos ler e votar em coisas boas.

Precisamos de uma campanha pelo voto consciente!!!!!

Rangel Castilho · Anastácio, MS 18/3/2008 19:43
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Egeu Laus
 

Rodrigo o seu texto é otimo! Acho que teria valido a pena uma "caitituagem" nos perfis de alguns participantes.

Eu pessoalmente ja' relaxei. Encontro meu perfil cheio de mensagens e não me incomodo, não. Acho que é o preço. Procedo assim: se for do Banco, deleto. Repito: deleto. Sei que devo estar perdendo boas contribuições mas optei por agir assim. No momento não estou interessado. Posso mudar de idéia no futuro. Mas também não visito as outras seções se no "convite" não houver um textinho que realmente me desperte a curiosidade. Ou seja, pra me cativar tem que ser um bom redator de teasers. Estão salvos desse "reparte" os amigos e conhecidos que ficam livres de ter que escrever sucintas peças publicitárias de bom calibre.

Mas não tem jeito, Rodrigo. São 25 mil participantes! Já pensou nisso? Um mínimo de divulgação é necessário, pra não afundar no mar das contribuições postadas diariamente...

Rangel,
Embora entenda o que você quer dizer não consigo imaginar o que possa ser uma campanha pelo voto consciente. Ou o sujeito é consciente ou não. O voto é uma consequencia. O trabalho talvez seja muito mais demorado. O Portal Overmundo é um reflexo do que somos (e também do que achamos que somos).

Embora não tenha utilizado ainda o expediente de incrementar uma "panelinha" não me parece tão diferente de fortalecer a união entre amigos que pensam semelhante, ou cabalar votos para uma iniciativa interessante na associação dos moradores do seu bairro, ou batalhar pelo seu candidato nas eleições majoritárias ou proporcionais. Acho que no turbilhão da rede virtual (como disse são 25 mil aqui e crescendo) Chacrinha ainda vale: quem não se comunica se trumbica. No século passado a informação era emitida pelo Monopólio: UMA mensagem para bilhões. Agora, ela será emitida pela Multidão: bilhões de mensagens para 1 bilhão (e aumentando) de receptores que por sua vez emitirão também mais uma quantidade infindável de mensagens. Como tomaremos conhecimento delas? A "qualidade" será suficiente?
Um abraço!

Heleninha,
Espero que os comentários para Rodrigo e Rangel respondam um pouco aos seus questionamentos. Um beijo!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 18/3/2008 23:23
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Adroaldo Bauer
 

Helena,
Estou mais pra Egeu, uma mar de ponderações próximas ao que penso, mas devo confessar que quando avalio ser de interesse mais geral (além de meu próprio ou de um pequeno círculo de relações), geralmente postados do tipo referido por Rodrigo, ou que abordem questões sociais, sim, porque não, artistas escondidos, méritos evidentes não midiados porque de fora das relações do compadrio formal que vige nas províncias, ou mesmo inéditos que só Overmundo, por nossa ação, publica e acaba sendo pauta para os media grandes (ou é isso apenas coincidência ou é balançar na mesma freqüência, porque o mundo é redondo), quando é assim, dizia, faço, com muito gosto e nem um desgosto a caitituagem da publicação, principalmente se calha de ser fim de semana.
Não tenho panela, nem tempo para sair atrás da tampa, mas me importo com o que vai estar na capa da home, como qualquer colaborador deveria se importar, para recuperar aquele velho espírito do antigo jornalismo que aprendi, de disputar a manchete diária, o qwue cobraria mais qualidade do proponete.
No caso do Overmundo, às vezes a manchete muda de hora em hora.
Também recebo convites. Visito quase todos, muitas vezes tenho boas surpresas agradáveis de qualidade ímpar.
Raras vezes visito, no entanto, o teaser que percebo ser genérico, em que o mano ou mina se preocupou sequer em dar uma atenção ao gênero da pessoa a quem está convidando.
Já ocorreu de ser intimado à troca do tipo, li e votei em ti, lê o meu e vota em mim pelamor de alguma divindade que sequer conheço apelante e protetora.
Não faço troca.
Já ocorreu o contrário, de votar em contribuição que não me convidaram, para passar inclusive à minha frente na votação e substituir a capa pela qualidade evidente e superior da contribuição nova sobre a minha, que muitas vezes esteve ali e permanceu por um tempo largo.
Aliás, isso poderia ser pensado que a capa, até para a audi~encia geral do sítio, que deve ser o interesse de todos, deveria ser trocada após uma exposição de xis horas da matéria que ali esteve.
Recentemente, a minha contribuição de apresentação da bailarina Gabriela permaneceu em nossa vitrina maior por 28 horas, tendo saído uma ou duas vezes por pouco tempo neste largo intervalo.
mal comparando, parece as edições de sábado e domingo dos noticários da globo de fim de semana, repetindo a mesma matéria da sexta à noite ainda no domingo.
Não arrisco a propor um intervalo para não sair dando tiro no pé, mas é razoável que se pense em rodiziar os mais votados na home, a intervalos e fazer descer ao segundo plano após, bem, vamos lá, 12 horas, descontado o período das 2 às 8 das madrugadas/manhãs. Ou não...

Também tenho acordo que Agenda e Guia estão abaixo da crítica em termos de contribuições (são matérias que exigem garimpo ou relações mais que pesoais ou de criação própria) e me preocupa sobremaneira quando vejo algum recado bom, ótimo ou excelente, deixar de ser votado por falta de visitas.
Talvez, é apenas um pensamento ainda pouco elaborado, estas seções, até porque, no caso da agenda, efêmeras, ou do Guia, nos programas sazonais como festas populares regionais, devessem poder ser acolhidos com uma votação menor, balançado-se assim o peso requerido para as seções de maior volume de contribuições.
Nesse exato momento, há apenas 3 postados em edição no Guia, contra 49 no Banco. Um em votação, contra 41 no Banco. Agenda tem 19 em edição e 5 em votação. E overblog 2 em votação e 13 em edição.
Pra começo de conversa, ainda penso assim.
Também me constrange quando um postado meu não passa. Mas sempre recebo isso como um modo de me estimular a fazer o bicho mais atraente, me puxando para umas vertentes que ainda não usei, seguindo rumos trilhados por outros de mais sucesso. Até porque, helena, não postaria aqui algo que considerasse ruim, de má qualidade ou apenas de interesse meramente pessoal e do qual sequer tenha gostado muito eu mesmo. aprendi recentemente que o escrito vale e é mais do leitor que do autor depois de publicado.
Quanto amcontribuir nos postados com acréscimos e extensão dos conteúdos, deveria ser o objetivo e aconduta de todos, ams não tenho muita paci~encia em colaborar de retorno, por exemplo, com alguém que vem uma contribuição minha e diz "votei". É certo que votou (que fica registrado no perfil da pessoa), mas sei lá se ela gostou ou desgostou, sofreu ou ficou feliz ao menos.
Se alguém diz-me apenas que ficou feliz, eu fico satisfeito, poruqe felicidade, pra mim é tudo o que pretendo que outras pessoas tenham. Se dizem amei, eu quase morro de paixão.
Se acrescentm conteúdo ou ampliam muita vez a minha própria compreensão sobre o meu escrito... declino o meu sentimento abertamente e procuro dizer ao correspondenteo que sinto, em verso, prosa ou mesmo na remissão a, linques pesquisados.

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 19/3/2008 00:33
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bardoGIL
 

Tenho procurado silenciar quando entro no Overmundo. Freqüento agora cada vez menos, ainda mais que antes, quando assinava com outro nome que foi decaptado por conta de me espoletar com umas e outras coisas asquerosas (pra não dizer gente mesmo) que incomodam e incomodam e incomodam. Paciência. Sei que isso é outro papo, página virada, sei lá o quê.

Vi com bons olhos, apesar da forca, o conjunto de mudanças. Não vou gastar mais meu lero, Egeu. Entendo o dissabor do Rodrigo. Também não tolero esse papo que ele destacou, no ítem da PANELA (êpa!)... "Não tenho o costume de ficar deixando mensagens do genero "Que lindo!", "Amei!", "Puxa Fulano, só você para me emocionar desse jeito..."

Pois é, gente. Para não azedar de novo, pondero pra somar com vocês dois, com a Helena e o Rangel. Sei lá quantos outros poderão aparecer nesta publicação pra dizer algo que seja capaz de mudar comportamento. Ou quantos nem mesmo passsarão por aqui. Ou quantos fingirão que nem viram esta e outras tantas discussões acerca do que é recomendável no site.

Virei um mero leitor esporádico do que acho interessante. Antes era um revisor atento, colaborava pelos bastidores, lendo o que me parecia digno de publicação no site e sempre sugerindo reparos na edição, reservadamente. Fui tido como espinhento por uns carapuceiros. Argh!

Vai ver que sou mesmo ranzinza, um sujeito que reclama quando percebe que algo que arranha, que distoa, que denuncia a banda que desafina. Eu quero mais é meu picadeiro. Aqui tornei-me um vesgo, destes que recusam a lupa enorme, embora ainda teimem em procurar agulha em palheiro.

Pois é, gente. Aquele abraço!

bardoGIL · Palmas, TO 19/3/2008 00:51
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bardoGIL
 

enquanto eu escrevia e a conexão expirou para que eu perdesse o que havia escrito antes (sempre me valho do "Ctrl C" preventivo mas vacilei mais uma vez) não estava publicado ainda o comentário do adroaldo.

mas a volta é para decapitar o meu "decaptado" e considerar que vocês o desconsideraram. além de outros vacilos tão comuns em comentários.

toquem o bonde!

bardoGIL · Palmas, TO 19/3/2008 01:19
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Rodrigo Biguá
 

Mea culpa... :-)

(Mas antes, deixa eu incensar um cara que admiro...)

Quando eu li o texto da Helena, na passagem sobre o Guia e a Agenda, pensei comigo "Onde anda o Egeu? Ele faz falta por aqui..." Só hoje vi que vc nos presenteou com mais uma contribuição à Agenda...

Depois de postar, achei que meu comentário ficou um pouco exagerado, no sentido de que, a bem da verdade, os textos pseudo-intelectuais, ou mesmo intelectuais, não chegam a ser a maioria dos textos do overmundo. Se assim o fosse, eu não teria a curiosidade de dar uma conferida sempre que possível.

Entendo quando o Egeu fala em "caitituagem" necessária. Acho que ele também acertou na mosca um outro ponto sobre o qual eu refleti depois que é o drama de quem posta no final da quarta-feira, passando quinta e sexta em edição para ter que arrecadar votos no sábado e domingo.

E finalmente, também não queria dar a impressão que só com panelinha se chega à home. Tem muita gente boa que já não precisa de panela, pois já conta com admiradores genuinos.

Acho que o que eu queria expressar no desabafo acima foi uma certa desilusão com o processo de publicação, que obviamente incorpora um sentimento de rejeição dentro de algo mais racional que é a constatação de que não existe uma relação direta entre a pertinencia, adequação e qualidade de um texto e a probabilidade dele ser publicado.

Coisas que não tem nada a ver são publicadas e chegam a ganhar centenas de votos, enquanto outras que poderiam entrar, mesmo sem pretensão de serem campeãs, mas ficam de fora.

Mas isso, para o bem ou para o mal, é parte de qualquer jogo onde um conjunto amplo de indivíduos faça escolhas coletivamente.

Sempre há a chance de Barrabás ou Garotinho ser o escolhido. Mas como disse Churchill, refraseando Aristóteles, "democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as outras que foram tentadas, de tempos em tempos".

Mesmo com todos os perclços, vale a pena investir na democracia e no Overmundo.

Overabraços

PS. Obrigado pela solidariedade do Rangel e pela compreensão do BardoGil. Aliás "decaptado" bem que podia ser um neologismo, significando aquilo que não é captado por incompreensão, que podia ser captado, mas é descartado voluntariamente... ;-)

Rodrigo Biguá · Rio de Janeiro, RJ 19/3/2008 08:07
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Egeu Laus
 

Caramba, Rodrigo! Vou incorporar essa no meu vocabulario...

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 19/3/2008 08:23
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Egeu Laus
 

Prezado bardoGil,
Entendo e comungo com suas preocupações. Quando cheguei ao Overmundo em janeiro do ano passado também dedicava um tempo enorme visitando todas as seções, lendo todas as mensagens, comentários e contribuições. Mas percebo que a comunicação escrita será sempre passível de mal-entendidos e incompreensões, pois ela é limitada.
Me socorro aqui do Enzensberger:
"Durante a fala, contradições não resolvidas são solucionadas por meio de pausas, interrupções, lapsos de linguagem, repetições, anacolutos, sem falar nos "fraseologismos", na mímica, na gesticulação, na velocidade e na intensidade da voz. (...) Estruturalmente, a impressão do livro (a escrita, portanto) é uma midia "monológica", que isola tantos os produtores quanto os leitores. O feedback e a interação são extremamente limitados (...)
Abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 19/3/2008 09:42
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LAILTON ARAÚJO
 


CAROS COLEGAS

O site Overmundo é do povo ou não? O MinC colocou o logotipo... A Petrobrás também! É um laboratório de letras que refina... As técnicas e criatividades dos escritos foram construídas com erros e acertos. O autor ou autora - letrado ou não – merece o crédito da publicação. O que está publicado é humano! É do povo! Foi votado! É legítimo!

O choro de alguns autores comove! São alguns autores que se julgam acima da média da criatividade? Não sei... O que é criatividade? Qual a fórmula? O que é poesia? O que é poema? O que é um bom texto? Qual a diferença entre a mediocridade e o bom gosto?

As publicidades são necessárias! As panelas também! As publicidades e panelas existem nas sociedades democráticas... Inclusive nas reuniões para a captação de recursos culturais. Até os políticos brasileiros e de outras partes do planeta Terra utilizam as publicidades e panelas... O Overmundo é uma sociedade fechada? Está acima dos relacionamentos humanos? Duvido... Acho que o que existe por aqui é hipocrisia... Sei o que é censura! Conheço a faca que cortou várias publicações minhas... Eram textos que tentavam fugir da mediocridade... E daí? O que é ser medíocre? Posso assumir a mediocridade! E daí? O que ganharei com isso?

Defendo os relacionamentos humanos! Um beijo, um abraço, um voto fingido ou não, será sempre bem-vindo. Não deixa de ser uma aproximação entre os seres humanos. Eu sou humano e tenho o direito de errar. Inclusive nesta minha medíocre análise social!

Desculpem a intromissão!

Grande abraço!

Lailton Araújo

LAILTON ARAÚJO · São Paulo, SP 19/3/2008 12:40
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dudavalle
 

Sobre votos - achei um absurdo o overmundo não listar mais as publicações votadas no perfil do usuário. O Viktor acabou mandando a lista delas para o meu perfil depois de alguns pedidos. Isso eh apenas para dizer que agora toda a colaboração votada por mim , obrigarah um comentário, mesmo que este seja votei !, pois as publicações comentadas ainda constam no perfil do usuário (por favor se cortarem essa lista me avisem com antecedência)

Sobre propagandas e afins - se o perfil estah aberto para isso ... , de minha parte estou fora.

Sobre não atingir os votos necessários - faz parte as vezes acontece

Sobre o rodízio - eu ainda acho que seria legal receber um email com os melhores do semana ou do mês , muitas vezes os usuários não tem tempo de estarem presentes

Sobre as seções do site - ainda acho e continuo defendendo-atacando que o banco de cultura deveria ser o destaque da pagina inicial e não o overblog.

Abraço
Duda

dudavalle · Rio de Janeiro, RJ 20/3/2008 16:56
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Egeu Laus
 

Grande Duda, tá tudo bem?

Permita-me apresentar uma defesa da manutenção do Overblog como seção principal: Acho que a mais importante (mas não a única) função do Portal Overmundo é NOTICIAR e DIVULGAR o universo da produção cultural no Brasil. E para isso me parece que o Overblog cumpre mais adequadamente essa função. As matérias do Overblog (a meu juízo) são mais "extensivas" em sua função de abranger e atingir um maior público, chamando atenção inclusive para alguma produção que possa estar representada mais especificamente no Banco de Cultura.

Em outras palavras, enquanto o material do Banco de Cultura tende a "diminuir" o foco de luz para uma determinada obra, o Overblog tende, no sentido inverso, a "ampliar" o foco sobre o conjunto de obras e movimentos que estão sendo produzidos no universo da cultura no Brasil.

De posse dessa informação mais ampla, cada um, a seu critério, pode então se dedicar a mergulhar nos seus interesses específicos.

Um abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 20/3/2008 22:55
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Adroaldo Bauer
 

Tens razão na tese, Egeu.
No entanto, a generalidade rasa do que ocupa nesse momento a capa do sítio nada se aproxima, a meu ver, dos objetivos que muito bem defines. com o que tenho acordo.
O não-nada passa a ser o tudo.
Com não-nada quero dizer: não é poema, não é crônica, não é música, não tem sequer ilustração para pretender ser imagem, não é ficção (embora se aproxime muito dada a imprecisão do relato e das pesquisas citadas).
Também não é guia.
E, cúmulo para um sítio que pretende dar evidência ao que a midia do poder estrutural não dá, ainda reporta matéria de jornal tido como integrante da midia grande. O que é mesmo aquilo?

Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 20/3/2008 23:35
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Helena Aragão
 

Rodrigo: também lembro desta tua colaboração, um relato pessoal bem bacana. Lamentei muito que não tivesse entrado. Nesses casos, fico torcendo para o colaborador tentar de novo, porque muitas vezes pode ter sido simples azar, um dia ruim...

Todas as manifestações sobre a questão da publicidade aqui nos comentários são legítimas. Muitas vezes são opostas, mostrando que, como eu disse no texto, a questão não é quem tem razão e quem não tem. Meus maiores questionamentos são: 1) a influência que isso tem no que as pessoas descobrem e votam no site (a home é uma questão sim, mas não a única. Se um post dependesse exclusivamente de publicidade para conseguir a votação necessária, acho que estaríamos com problemas. Acho que pode acontecer, mas não é a maioria dos casos). 2) qual é a atitude de quem se incomoda muito com a publicidade (aperta o botão de bloqueio nos perfis? alerta quando recebe uma propaganda como comentário? deixa o site antes disso? Tenta explicar para o “publicitário” que não é legal ficar mandando link para todos os perfis?)

Sobre guia e agenda. Há boas colaborações nas duas seções. Acho que é natural que elas tenham outro fluxo de postagem. A Agenda, por exemplo, se garante com postagens de gente do Brasil todo que já se habituou a divulgar eventos por lá. O Guia tem menos participações, é verdade, merecia ter mais. Ainda assim, o que mais me chama mais atenção é a falta de votos e comentários. A reflexão do Adroaldo sobre a possibilidade de precisar de menos votos para entrar nessas duas seções é interessante e já pensada por aqui. Entretanto, achamos que o site perderia em equilíbrio e poderia complicar as coisas para os recém-chegados... Mas nada é definitivo, vamos observando.

Duda, obrigada por dar sua opinião sobre o assunto do post. Sei que sempre aproveita para falar das questões outras que te incomodam, mas queria te pedir para dar tempo ao tempo. Uma coisa de cada vez. A home é um assunto importante, vai chegar a hora de falar dela, mas não é agora. Senão a gente desvia do foco deste post, e olha que já são muitos assuntos em pauta...

Abraços

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 21/3/2008 13:45
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Helena Aragão
 

Adroaldo,
Ainda bem que você deu o link, porque a colaboração que está na manchete agora é outra. Mas não sei se entendi bem seu ponto. Você diz não é poema, não é crônica, não é música... Ainda bem, né, porque estes tipos de colaboração seriam para o Banco e não para o Overblog. Vi que achou a colaboração rasa, ok. Acho natural que nem sempre goste do que chega na manchete, faz parte do jogo. O mais bacana é que em certas colaborações os comentários viram uma continuação do post e ajudam a torná-lo mais completo. Neste caso, me parece, foi assim.

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 21/3/2008 13:48
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Adroaldo Bauer
 

É isso Helena.
Rasa, generalizante e, em se tratando de assunto tão exigente e denso, não iria desse modo à capa de qualquer suplementeo literário em lugar algum além da escola secundária.

Trata o assunto como novidade absoluta, discrimina literatura e oprime o leitor e o escritor em nosso país, dá espaço a uma vertente que pretende achincalhar o gosto do brasileiro pela leitura e seu potencial de comprar e ler brasileiros que é uma propaganda inversa do que pretende, supostamente amparar o autor brasileiro.

Nem tudo isso pode ter sido pensado pelo autor do postado, por certo, mas o que está escrito assim aparece pelo menos para mim, que ainda tenho alguma memória para fatos recentes.
Que eu saiba O Globo pensa muito o que faz.

E quem publica pesquisas sabe muito bem que vai formar opinião com elas.
Tipo: não faça isso que ninguém faz.
E aí surge uma fórmula mágica do mês à venda nas melhores casas do ramo.

Aqui mesmo em Overmundo já comentamos e disponibilizamos estudo alentado do BNDES que nega essa generalidade com bastante densidade.
É o que também pensava o Egeu conforme dissera em um comentário a JJLeandro, citado por mim no postado em que disponibilizei o linque do estudo do BNDES:
Sobre o quadro editorial brasileiro tenho dúvidas sobre todo e qualquer dado que circule. Ouvi numa palestra de uma especialista francesa que o volume de títulos no Brasil é maior do que na França.
Outra surpresa: O preço médio do livro em dólar é semelhante ao da China e da Rússia (US$1 a US$3). Na França é 6 a 8 dólares e nos EUA de 14 a 17.
A capacidade de compra de livros no Brasil é a mesma da Inglaterra, Alemanha e Itália.

No entanto, com nosso poder aquisitivo somente com uma redução de pelo menos 1/3 no preço poderemos aumentar nossos leitores ou então teremos que ter Bibliotecas ou receber Doações.

O que está havendo, e é gravíssimo, é uma queda em 8 anos de 51% na produção de livros, e uma desnacionalização brutal do setor.

Recomendo a leitura do trabalho sobre o mercado editorial, encomendado pelo BNDES, escrito por Fábio de Sá Earp e George Kornis. Foi de onde tirei essas informações (com exceção da francesa).

Por outro lado, a oferta de mais títulos (e portanto autores) poderá se beneficiar da Internet (veja a teoria da Cauda Longa).

Egeu Laus · Rio de Janeiro (RJ) · 4/4/2007 23:19

É o que penso, por enquanto.
Aproveitando o ensejo, uma redentora páscoa a todas as pessoas que aqui estiverem, sem sangue, sem espinhos, sem dor, sem cruz, braços abertos para o belo.


Adroaldo Bauer · Porto Alegre, RS 21/3/2008 18:48
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Antonio Rezende
 

O tempo nos ensina a entender melhor a proposta central do site, seus mecanismos de funcionamento e, acima de tudo, o que seria ideal em relação a comportamento e relacionamento na comunidade. Acho que os equívocos são comuns aos recém-cadastrados. Muito já se debateu aqui a respeito de tudo isso.

Não sei a quantas anda a relação da administração e dos veteranos com os novos cadastrados, mas insisto em lembrar que o ideal é que estes obtivessem acompanhamento, que fossem orientados. Dose pra elefante, convenhamos. Sobretudo porque é geral a constatação de que quase ninguém lê ajudas, termos de uso e outros textos afins. Nem mesmo tempo para acompanhar as filas de edição e votação, o que é fundamental pela proposta, encontramos.

E assim segue o Overmundo, ampliando cada vez mais seu banco de registros e colaborações, se repetindo em erros e acertos, vitrine lotada de gente querendo exposição. Sim, porque quem produz e publica aqui afinal não está somente para interagir, mas principalmente para expor, mostrar, dividir.

Neste ponto finalmente é que está o grande nó que aperta e incomoda meio mundo de gente. Haja espaço para tanto fluxo. Problema? Sei não. O que sei é que isso é bicho sem pé nem cabeça, enredo sem fim.

Termino com um lamento, Helena: péssimo o fato de a gente não poder fazer correções após a publicação de uma colaboração. Dói ficar para sempre publicado um vacilo momentâneo de grafia ou concordância num texto que, mesmo tendo tempo para edição, não teve atenção de colaboradores mais atentos.

Penso que isso deveria ser entendido pela administração como necessidade. Defendo a mudança, desde já com a ressalva de que a "edição posterior" não se estenderia aos casos em que o colaborador desejasse fazer alterações de conteúdo com prejuízo à essência da publicação e consequentemente ao desenrolar de comentários que ela tenha provocado anteriormente.

Volto a insistir nisso porque sei que anseio de muita gente. e principalmente porque acabo de descobrir numa legenda minha um XAmegando horroroso que nunca mais terá chances de verdadeiramente CHAmegar.

Pois é. Fica como está?!

Abraços.

Antonio Rezende · Palmas, TO 23/3/2008 12:41
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Rangel Castilho
 

Salve, Egeu!

Depois de muita água passada sob a ponte retorno
para lhe dizer que não concordo com o que dissestes
a respeito de se ter consciência ou ser consciente.
Com relação ao Overmundo aqueles que não tomam conhecimento
da seção AJUDA ou 10 MANDAMENTOS ou simplesmente se acham acima disso tudo
precisam ser conscientizados segundo as normas do site.
Os que acham que página de recados é um chamamento para recados apelativos e invasivos;
Aqueles que outrora inventaram perfis para se digladiarem nas páginas desse
sítio tiveram que ser conscientizados da função do mesmo e assim por diante.

Muitas das palavras que são e foram trocadas aqui nesse forum são uma forma
de conscientia coletiva que não existe em outro espaço da net, nos é peculiar, criada por nós.
Continuo achando que uma campanha pelo VOTO CONSCIENTE é fundamental e muito necessário.

Contra os spams malignos e benignos!
Por uma maior conscientização dos Overmanos e Overminas!

Abraço Pantaneiro.

ALGUNS DADOS PARA A CAMPANHA DO VOTO CONSCIENTE


CONSCIENTE do Lat. adj. 2 gén.,

que procede com consciência;
que sabe que existe;
que sabe o que faz;

CONSCIENCIALIZAR

tornar consciente;
formar ou despertar a consciência.

CONSCIÊNCIA do Lat. CONSCIENTIA s. f.,

verdade;honestidade;rectidão;honradez;conhecimento, ciência;
facto que produz remorso;
cuidado extremo com que se executa qualquer trabalho;

Psic., consciência do eu por si mesmo.
Moral: função da consciência que consiste na distinção entre o bem e o mal;

em consciência: de boa vontade;
meter a mão na consciência: examinar com atenção os próprios actos ou sentimentos;
objecção de consciência: acto de recusar servir como soldado;
voz da consciência: sentimento íntimo que nos avisa do que se passa em nós,
dando-nos o conhecimento das nossas acções, aprovando-as ou reprovando-as.

Rangel Castilho · Anastácio, MS 23/3/2008 14:19
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Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Queridos Amigos:
Li com atenção toda a discussão e acho que dela emerge a razão do postado da Helena, isto é, que cada cabeça profere uma sentença, mesmo quando todas elas procuram o bem comum. Fico com ela no sentido de encontrarmos um "denominador". Quero dizer que, de toda esta discussão, concordo com o Rodrigo quando à falta que sentimos da participação do Egeu e quero dizer, a ele inclusive, que considero que o Banco melhorou de forma bastante notável e expressiva.
Quanto aos comentários, sinceramente muitissimo poucos atingem a sua finalidade e isso é até natural que ocorra mas acho que todos os overmanos conscientes podem – e devem – dar o exemplo de comentários agregadores de opiniões sobre os postados e não massagens no ego dos autores.
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 23/3/2008 21:21
1 pessoa achou útil · sua opinião: subir
Joca Oeiras, o anjo andarilho
 

Da overmina Regina poesia em Volta recebi a seguinte mensagem pessoal que ela permitiu, a meu pedido, divulgar aqui no blog do observatório:
"Regina - poesia em volta · 24/3/2008 09:27
Olá Joca. Queria falar sobre um assunto que não entendi bem, mas que tem sido pertinente em vários fóruns: o conteúdo dos comentários. Estaria eu errada quando falo de forma simples e direta sobre a impressão que tive de um postado? E se eu não gostar, não passaria por arrogante, se comentar negativamente no post? Gosto muito de ler seus textos, do victor, do sergio frank, do osmar, e de tantos outros. Gosto muito de literatura e língua portuguesa, mas não me sinto à vontade de criticar mais profundamente ninguém, porque sei que tem patrulha atenta à tudo no Overmundo. Enfim, peço sua opinião sobre esta minha dúvida, pois meus comentários são bem simples. Coloquei um num post na ajuda e não vi problemas. Desculpe-me o desabafo. Quero continuar a colaborar, mas tenho visto um nhem-nhem nos fóruns que desanima. Gratíssima pela sua compreensão. Abraços e beijo"

Vou me pronunciar, mais daqui a pouco, como já o fiz, pessoalmente, a ela, mas antes achei necessária, para todos, ouvirem , sem qualquer mediação, essa reflexão dela.

Joca Oeiras, o anjo andarilho · Oeiras, PI 24/3/2008 12:04
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Helena Aragão
 

Joca, acho que algumas das perguntas acima só ela mesma poderia responder... Fazer uma crítica nem sempre é uma atitude arrogante, pode ser tão construtiva! Se ela não se sente à vontade para "criticar profundamente ninguém", está no direito dela. Ninguém está falando que os comentários precisam ser complexos, elaboradíssimos, nem necessariamente críticos. Este comentário dela é um exemplo: tem a simplicidade que ela conclama, faz questionamentos e mesmo críticas e nem por isso é arrogante... Que pena que ela considere a discussão no fórum um "nhem-nhem", teria sido bom ter contado com a participação dela diretamente.

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 24/3/2008 17:46
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Helena Aragão
 

Voltando à questão da divulgação de links via mensagem privada nos perfis: é natural que pessoas queiram entrar em contato umas com as outras, foi para isso que as mensagens nos perfis foram criadas. É natural também que eventualmente se queira divulgar um post para alguém que gosta do tema, ou da discussão que está acontecendo nos comentários etc. Dos que comentaram neste post, alguns não ligam em receber essas propagandas via perfil, mas mesmo estes não recebem bem mensagens-padrão de divulgação que não trazem nenhuma referência pessoal. E, de fato, mensagens iguais disparadas para diversos perfis, com finalidade de propaganda, não estão de acordo com as regras de convivência do site. O dono do perfil que se incomodar pode, além de bloquear os colaboradores que fazem isso, alertar sobre esta prática.

Helena Aragão · Rio de Janeiro, RJ 24/3/2008 19:16
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Egeu Laus
 

Amigo Rangel,
Acho que você tem razão. Vamos trabalhar nessa direção que você aponta.
Um grande abraço!

Egeu Laus · Rio de Janeiro, RJ 24/3/2008 19:30
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victorvapf
 

Joca, fui citado pela Regina em seu comentario. Muito me alegrou saber que ela gosta de ler meus textos, agradeço neste espaço. porque sinto que devo faze lo. Abraços,

victorvapf · Belo Horizonte, MG 3/4/2008 22:52
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