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Baader-Meinhof Blues, Sociedade de Consumo e Paixão pelo Real
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Trata-se de um texto antigo que resolvi disponibilizar: nele partia da música Baader-meinhof Blues da Legião Urbana para discutir o fascinio da violência e a virtualização de nossa sociedade. Por diversas questões esse artigo me incomoda: não sei se o resultado dele é que é para mim o problema. A questão da estetização e suas consequências tem me incomodado bastante ultimamente, mas a idéia de um Real, mesmo em sentido lacaniano, também me trás interrogações.
Estou trabalhando, agora, em minha dissertação de mestrado, sobre Limites de Interpretação. Trato de um debate entre Richard Rorty e Umberto Eco. No livro O pêndulo de Focault, Eco satiriza uma espécie de fascismo eterno, que buscaria por meio de uma semiose hermética, subordinar todos os aspectos do universo a um deles. Quando subordinamos todos os aspectos do universo as imagens do consumo caimos nesse fascismo. Acho que esse texto caminha na diereção dessa interrogação, mas não a fecha....
Para manter as referências bibliográficas coloquei o artigo no banco de cultura então CLIQUE AQUI e leia o que diz...Abraço!
tags:
cultura-e-sociedade marcoscarvalholopes violencia terrorismo legiaourbana filosofia
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