Conforme anunciado nos últimos posts aqui no Observatório, seguimos empenhados na implementação das novidades no Overmundo, no embalo já do final do ano e preparando o caminho para o que vem por aí.
A primeira notícia de hoje tem ainda relação direta com as mudanças já implementadas no sistema de karmas - pontuações dos colaboradores de acordo com sua participação no site. Com o abandono dos karmas como critério para a apresentação e listagem dos colaboradores no site, mantendo apenas a sua função editorial de regular o peso do voto de cada colaborador, na prática colocamos em xeque também o princípio que se valia deles para a composição do conselho consultivo do Overmundo.
Criado há cerca de um ano, o conselho funcionou desde então como um importante espaço de debates e trocas de idéias diretamente com a equipe de moderação sobre políticas editoriais e de desenvolvimento do site. Composto essencialmente pelos colaboradores com maiores karmas em cada momento (além de alguns remanescentes da rede inicial de overmanos que gestou o Overmundo), sua razão de existir era justamente a de reunir um grupo que por conhecer melhor as propostas, regras, ferramentas e história do site e por ter já demonstrado o compromisso com a sua melhoria pudesse proporcionar um foro mais dinâmico e informado para o diálogo e o apoio no dia-a-dia da moderação. O karma funcionava assim como o indicador para a composição deste grupo, e na medida em que, pelas razões observadas nos últimos diálogos, ele deixa de ser visto como critério para a listagem ou a hierarquização dos colaboradores, surge naturalmente a questão de como manter a composição do conselho, e mesmo sobre o próprio sentido da existência dele.
Ao mesmo tempo, a observação do crescimento e da evolução do site ao longo deste ano revela também um nítido fortalecimento e amadurecimento do fórum do Observatório como espaço de diálogos como os descritos acima. A maioria dos integrantes ativos do conselho participa também das discussões no fórum, e a experiência recente comprovou o potencial deste como fonte de idéias para a melhoria constante do site. Por fim, temos ainda as novas ferramentas de moderação que estão sendo implementadas (apresentadas aqui), que certamente ajudarão a preservar o foco e a consistência das interações no fórum, como em todo o site, além de dispensarem a tarefa de acompanhamento e mediação cotidianos que o conselho buscava também ajudar a cumprir.
Por tudo isso, naturalmente após o diálogo com a formação do conselho, chegamos à conclusão que o melhor caminho era o encerrar o ciclo do conselho, adotando assim o fórum como base consolidada para idéias e sugestões sobre o site, sem a necessidade de hierarquização e com o dinamismo do espaço aberto.
O legado foi seguramente mais do que positivo. Muitas pessoas passaram pelo conselho, que teve formações diferentes a cada mês deste ano. Em alguns meses, foram poucos os debates. Em outros, houve discussões calorosas e fundamentais para novidades implementadas em seguida. Todas as formações foram importantes. Agradecemos a participação de todos, sobretudo os que se engajaram no desejo de fazer aquele espaço um foco de boas idéias para este site em crescimento.
Por fim, falando em crescimento, aproveitamos para comunicar com alegria que o registro de novos colaboradores no Overmundo foi retomado. Por conta das motivações já detalhadas neste post aqui no Observatório, o cadastro ficou bloqueado por alguns dias, para que pudéssemos implementar os aprimoramentos necessários no sistema de informação e verificação da identidade dos novos colaboradores.
Seguimos assim com o aperfeiçoamento constante deste nosso espaço compartilhado de difusão e diálogo, de novo e sempre aberto à participação de todos que queiram somar-se à sua construção.
Helena,
saudações e aplausos pelo empenho e soluções encaminhadas.
Aproveito para repor aqui questão que suscitei no Conselho sobre a qual, por motivo de minha troca de endereço eletrônico, suponho, não chegamos a dialogar por lá:
Era de meu interesse a evolução dos votos dos colaboradores, não apenas nos postados individualizados, que permanece visível, mas no conjunto, índice que utilizei como critério para visitar arquivos de colaboradores do sítio.
Essa informação movia muito mais meu interesse do que a movimentação de karma.
Atualmente, pelo que restou das informações a respeito, não sei quantos votos já obtive pelo conjunto de minhas colaborações, a não ser que, e não o farei para todos os que desejasse conhecer, some a votação recebida em cada uma das colaborações.
Não estou pensando em publicar ranking de mais votados, mas em preservar uma rota de passeio entre os colaboradores que havia adotado, uma vez que algum critério há de ser adotado para o passeio não se tornar uma roda-viva de gangorra na montanha-russa.
Penso que a maioria dos colaboradores é tanto pouco conhecida dos demais como eu o sou.
Sempre poderei eleger um outro critério, sei.
Se isso é significativo apenas para mim, por gentileza, desconsiderem essa minha ponderação.
Aproveito para desejar a ti, às demais pessoas integrantes da administração e tantas quantas vierem a passar por aqui, meu sincero desejo de que tenham mais felicidades do que queiram em 2008 e que encontrem o que de mais humano há em Jesus Cristo, assim como apaqrece no Corcovado, sem espinhos, cruz ou sangue, de braços abertos para o belo.
Em relação ao limite de postagens, só agora percebi que ficou possível de fazê-la de 2 em 2 dias.
É muito desanimador, saber que estou limitado a postar apenas 15 colaborações por mês.
Desta forma, vai haver momentos que o Over estará sem ter o que publicar.
Volto a me indignar com esta postura. O Overmundo não pode querer igualar a capacidade de produção dos seus membros. Quem produz bastante, tem que publicar bastante tb.
E concordo com o Adroaldo!
Abraços
Também acho uma grande "bobagem" limitar uma postagem a cada 48 horas.
Agradecido,
José!
Oi, Pessoal,
Obrigado pelas opiniões. Adroaldo, a opção de deixar de mostrar essas informações nos perfis foi feita no intuito de desestimular qualquer tipo de competição entre os participantes. Achamos que, se era bom ir neste sentido, o ideal era mudar de vez, deixando que apenas as informações relevantes para a mudança de valor no voto (a pontuação e o próprio valor do voto) ficassem aparentes. A pontuação já é, de certa forma, um demonstrativo de sua participação no site.
Kais e José: É justamente no intuito de dar voz a todos, inclusive a partir de solicitação de outros participantes, que esta medida foi adotada, conforme já havia sido anunciado no post do Observatório Novidades nos trilhos. Muita gente reclamava de postagens seguidas feitas por alguns colaboradores. Acredito, sinceramente, que a novidade vai valorizar ainda mais a participação de todos.
O Overmundo é um espaço para o intercâmbio geral, o que implica em compartilhar os espaços e cultivar assim a diversidade. Por esta razão o que se busca com ele é proporcionar a cada colaborador uma canal para a difusão do melhor de seus trabalhos, com tempo para que os demais possam frui-las e dialogar com elas por meio dos comentários. Comentários estes que, a exemplo do que se via sobretudo no primeiro ano do site e acontece muito ainda pelo site afora, são espaços idealizados para a troca de idéias e o enriquecimento das próprias colaborações com novas informações e perspectivas, muito mais do que para elogios breves ou conversas pessoais (estas devem ser travadas em âmbito privado).
Lembrando que, como já foi dito antes por aqui, para a publicação integral das próprias obras existem blogs e fotologs - muitos colaboradores inclusive fazem isto: mantêm seus blogs ou fotologs e repercutem no Overmundo o que avaliam ser o mais interessante neles, utilizando-o assim como o canal de difusão e diversidade que ele se propõe a ser.
Abraços a todos e boas festas!
Foi o que pensei, Viktor. Nem é uma questão de rpincípio para mim, tanto que já dissera no próprio comentário: Sempre poderei eleger um outro critério...
E o farei.
Grtato pelos votos, mais felicidades do que queiras em 2008.
Olá, Viktor!
Honro tuas palavras, mas mantenho as minhas...
O capital limita a arte...
Eu não limito a tua arte, então não coloque limites na minha.
Melhor, exclua meu perfil e fique com minha arte ilimitada, apesar de meus limites.
Agradecido,
José!
Olá, Administradores (Helena e Viktor)!
Quero deixar registrado meu protesto, quanto ao limite para publicação. A arte não permite limites...
De qualquer forma, respeito a decisão.
Fiquem a vontade para excluir meu perfil, pois enquanto persistir a censura, não mais publico no Overmundo.
Agradecido, José!
Oh, José!
Você que sabe das suas decisões e das suas razões. De qualquer forma, devo dizer que a ausência da sua arte será mais uma perda para o site, viu?
Espero que repense a sua posição. Gostaria que você lutasse pelo que acredita, mas gostaria também que você sempre estivesse presente.
Queria vê-lo participando tanto com a sua arte quanto com a atenção que vejo você dedicando em acolher aos que chegam e em estimular aos demais.
Salve, amigos do overmundo!
Concordo com Adroaldo, com Kais e com José que querem espaço para interagir, espaço para difundir, espaço para usar, dar e receber cultura.
Não concordo com Viktor e suas regras limitadoras, que quer compartilhar os espaços limitando-os, limitando para filtrar o que há de melhor, numa fruição que continua 48 horas de edição+48 de votação - "tempo para que os demais possam frui-las e dialogar com elas por meio dos comentários. Comentários estes que, a exemplo do que se via sobretudo no primeiro ano do site e acontece muito ainda pelo site afora, são espaços idealizados para a troca de idéias e o enriquecimento das próprias colaborações com novas informações e perspectivas, muito mais do que para elogios breves ou conversas pessoais (estas devem ser travadas em âmbito privado)."
Concordo que o Overmundo só caminhará através da entrega sem restrições de nossos conteúdos e o máximo de empenho da administração em nos dar espaço. Assim é a cultura. Livre.
Livre como fui para entrar e também para sair...Livre como o é José.
Olá, José, Rangel e demais,
Nos parece de fato uma pena imensa que se possa confundir o mero compartilhamento de um espaço coletivo com algo como censura.
De todo modo, José, conforme email previamente enviado para te consultar sobre a confirmação do pedido de cancelamento do registro, naturalmente respeitamos também a sua decisão, de maneira que o seu perfil já está desativado. Fica aqui o agradecimento por toda a sua participação no Overmundo, assim como o convite em aberto para que ela venha a ser retomada no futuro, caso você deseje fazê-lo.
Forte abraço.
Helena, muito bacana a exposição das novidades. Acho que está bem encaminhado. Eu estranhei um pouco a questão de ter que postar somente um artigo de cada vez, mas no fundo, não me causou dano. Até pelo seguinte: o Overmundo é composto de 4 seções. Quem quiser postar mais conteúdo, pode fazê-lo, só que terá que diversificar. Posta no Overblog, depois no Banco, depois na agenda. Isso está funcionando.
Com relação a questão que José manifestou, respeito a visão dele, mas ele dizer que uma atitude de vocês é uma grande bobagem não colabora com um ambiente colaborativo. Existem maneiras menos agressivas de se dizer que não se concorda com algo.
Tenho certeza que estabelecer um critério não é limitar a criativdade de ninguém.
A respeito disso, cito o seguinte:
(...) se a noção de criatividade for transformada e encarada como um processo suscetível de se reproduzir segundo uma lógica sequencial se estará praticando um alargamento conceitual considerável. Ele facultará a possibilidade de associar as rupturas no âmbito da invenção de formas, não mais ao gênio do artista individualmente considerado, mas a uma série de circunstâncias e a um conjunto de inovações produtivas e organizativas que envolvem terceiros e são de alcance coletivo".
(DURANDA, J. Carlos, Sugestões para o Cultivo e a Difusão da Economia da Cultura. Disponível em : . Acesso em 27 de dezembro de 2007.
artigo "Sugestões para o Cultivo e a Difusão da Economia da Cultura do Brasil
Pessoal: repito o que o Viktor já falou em comentário acima: a medida (Limitar a publicação a uma colaboração por vez na Fila de Edição de cada seção para cada usuário) estava anunciada no post do Observatório Novidades nos Trilhos desde o dia 21/11/2007. Não houve nenhuma manifestação contra essa medida. Houve até a aprovação geral de quem lá se manifestou. Não é mais a hora para reclamar de algo já implementado. E, absolutamente, essa medida não tem NADA a ver com censura. Regras simples, que servem apenas para compartilhar melhor o espaço do site entre muitos colaboradores, aumentando assim sua diversidade, não podem ser confundidas com censura. É uma pena que o José tenha decidido cancelar seu registro, mas respeitamos sua decisão. Mais uma vez repito as palavras do Viktor: fica aqui o agradecimento por toda a participação do José no Overmundo, assim como o convite em aberto para que ela venha a ser retomada no futuro, caso ele deseje fazê-lo. Abraços!
Hermano Vianna · Rio de Janeiro, RJ 27/12/2007 23:11
José,
Você não acha melhor participar do site? Pensa bem...
Profundamente, digo que compreendo e aceito tudo o quê você diz. Não significando que concorde com as suas opiniões, logicamente.
De qualquer forma, todos possuem direito a expressão de seus pensamentos. Por isso, digo que -de repente- até morreria para ver você falar o quê quisesse por mais que isso fosse contra o quê acredito.
Acho que você tem que voltar para prosseguir com o debate, José! E, penso que você tem que ficar aqui e também deve ajudar a zelar por esse espaço...da forma como você sempre tem feito.
Abraço cordial
Amigos,
darei um tempo, como é proposta do próprio Overmundo para avaliar as mudanças. Um mês, como sugestão dos moderadores, acho suficiente para sentir se as novas regras surtiram efeito. Claro que sei que vieram para melhorar, pode ser que isso não aconteça, e não acontecendo, tenho certeza, tentar-se-á melhorar.
Estou na espera e analisando, algumas tendências já se manifestam Na hora certa, falarei.
abraços
É uma pena que o overmundo teve que tomar essa decisão. De certo modo não vejo problemas nisso, mas acredito que para essa mudança poderia ter sido feito também na questão de uma melhor adequação.
Fico triste com a saida do José que é um dos mais antigos e com grandes colaborações.
Fui e sou sempre fã deste admirável poeta. A visão dele sobre a liberdade intelectual a liberdade de produção a liberdade da língua da palavra que sempre me cativou hoje infelizmente não terá o mesmo brilho.
Pense bem nobre amigo, estou com a Apple.
Ei! Ei! Ei!
O José não quis sair! Ele foi bem claro:
"Olá, Administradores (Helena e Viktor)!
Quero deixar registrado meu protesto, quanto ao limite para publicação. A arte não permite limites...
De qualquer forma, respeito a decisão.
Fiquem a vontade para excluir meu perfil, pois enquanto persistir a censura, não mais publico no Overmundo.
Agradecido, José!"
EU ENTENDO QUE ELE QUIS DIZER QUE NÃO ESTAVA CONTENTE COM AS MUDANÇAS, ASSIM COMO EU E OUTROS TANTOS, E QUE IRIA PROTESTAR SEM CONSTRANGIR, POR ISSO OFERECEU A ADMINISTRAÇÃO A OPÇÃO DE EXPULSÁ-LO.
A ADMINISTRAÇÃO FALHOU NOVAMENTE E CONSTANGIU MAIS UM GRANDE COLABORADOR.
EM VEZ DE BUSCAR SOLUÇÕES PARA OS PROBLEMAS APONTADOS, APLICOU LOGO UM CALE-TE BOCA!
O QUE MAIS ME INDIGNA NESSA HISTÓRIA TODA, É O COMPORTAMENTO DOS OVERMANOS QUE ESTÃO TAPANDO O SOL COM A PENEIRA AO ACEITAREM A "SAÍDA" DO JOSÉ E O NÃO RECONHECIMENTO QUE ELE FOI SUMARIAMENTE CALADO.
QUE VERGONHA!!!
Hermano,
"Não é mais a hora para reclamar de algo já implementado. E, absolutamente, essa medida não tem NADA a ver com censura. Regras simples, que servem apenas para compartilhar melhor o espaço do site entre muitos colaboradores, aumentando assim sua diversidade, não podem ser confundidas com censura."
Sempre é hora de reclamar quando algo não convence!
Concordo com Kais.
Creio que aceitar passivamente a saida de um colaborador como JOSÉ, foi um grande equívoco.
Negociar algum tipo de solução, antes de qualquer atitude radical, é sempre o melhor caminho.
DIÁLOGO é a palavra chave, sempre.
Houve este diálogo com JOSÉ?
E o tópico tem como título:
DIÁLOGO E IDENTIDADE
Concordo palavra-por-palavra em todos os tópicos de Kais. José disse que enquanto houvesse censura no Overmundo não iria mais publicar e preferia ter o seu perfil cancelado caso a censura persistisse. E (pasmem) foi o que ocorreu. Imediatamente o perfil de José ficou inativo. Foi uma resposta imediata a José e a todos os colaboradores do site: A censura persistirá...
Paulo Esdras · Brumado, BA 28/12/2007 14:14
É impressionante a presteza com que as coisas se sucederam. Senti no ar algo como desprezo, falta de respeito. Tinha Viktor em contas mais altas...Acho que o colaborador devia ser equiparado ao conteúdo, inprescindível para o sítio. Pelo visto não é isso que a administração entende. E, meu caro Hermano, limitar é censura. Antes a discussão dos temas era no conselho onde uma meia dúzia discutia e a administração resolvia fazer ou não. Agora a comunidade decide através do forum, das conversas tudo que quer ou não, não é isso?
Os tempos são outros, calma com o chicote ai!
Talvez se poderia ignorar o quê o José disse e reativar o perfil dele.
Ele realmente não disse formalmente, textualmente, palavra por palavra algo assim:
"Gostaria imensamente que o meu perfil fosse desativado. Agradeço as providências nesse sentido."
O quê ele disse foi que não concorda em publicar enquanto estiver limitado e que se quisessem realizar a sua exclusão, ele aceitaria.
Talvez fosse melhor reativar e esperar que ele volte para o site.
Ele vai voltar. Eu tenho fé nisso...
Ele precisa vir tanto colaborar com o site quanto falar e dar oportunidade de que os outros falem também.
IGNORAR O QUE O jOSÉ DISSE?! Como assim, Apple? Nada de ignora-lo. Sei que queres que ele volte, mas tenho certeza que se ele voltar ele dirá a mesma coisa. Não voltará com suas palavras. Não temerá falar o que pensa e ser banido por isso.
Paulo Esdras · Brumado, BA 28/12/2007 14:56
Paulo,
O quê disse foi que parece que o José não pediu para sair e que ele foi mal interpretado. Ele só disse que aceitava. Por isso que disse que era para ignorar. É que pareceu que ele estava pedindo, mas não estava.
Não é para temer nada, realmente. Cada um deve dizer o quê pensa. Todos devem argumentar, desde que sem ofensas pessoais.
E, não acredito que por aqui se vá excluir ninguém que haja assim. Nunca foi proibido falar. O quê se deve ter é apenas educação para dialogar estando atento ao assunto em questão e evitando tecer comentários de natureza pessoal contra a pessoa com quem falamos.
Deve-se também não só falar, mas dar oportunidade de que os outros falem por mais que se considere absurdo o quê esteja sendo dito.
Se bem que sei lá...agora já saiu mesmo. Talvez seja melhor deixar quieto.
O José pode ver os argumentos aqui e resolver voltar por iniciativa própria. Talvez seja melhor assim. Talvez seja melhor que ele explique que não pediu para sair e tal, tal, tal...e que, assim, peça a reativação do perfil dele.
Apple,
Não é o José que recebeu uma verba FEDERAL para tocar este projeto adiante. É dever da Administração reconhecer que se precipitou e trazê-lo de volta sem que ele tenha que se humilhar.
Olá a todos,
Vamos lá, buscando atender a cada um dos pontos levantados, e supondo que existe boa disposição por parte de todos para o diálogo reivindicado:
1 - Há acima dois posts do José, nos quais ele demanda a desativação do seu registro, com intervalo de quase 1 dia entre eles. Entre um e outro, a equipe de moderação enviou um email a ele indagando-o quanto à confirmação ou não do pedido. Com a publicação do segundo post reiterando o desejo, o atendemos realizando a desativação, desde o primeiro momento explicitando o lamento diante disso e o convite em aberto para o retorno no momento em que ele desejar. Este é o procedimento rotineiro para pedidos de desativação do perfil, justamente em respeito à liberdade, ao livre-arbítrio e às decisões de cada colaborador. Por mais que o José seja um colaborador com amplo e positivo histórico no site e portanto sua saída represente uma perda para todos - e este é sem dúvida o caso - não nos parece adequado ou justo alterá-lo em função de quem faça o pedido. Do mesmo modo, mais uma vez, como Viktor e Hermano já destacaram e o email padrão com a confirmação de desativação enviado ao José também frisa, basta um pedido dele no sentido da reativação e ela será feita também de pronto, com a mesma satisfação e alegria que Apple e Higor apontam nos seus posts acima.
2 - Conforme Hermano também já antecipou, todas as mudanças que vêm sendo implementadas no site foram anunciadas há mais de um mês (aqui e aqui), e antes disso foram objeto de fartos diálogos, aqui no Observatório, no fórum, no conselho consultivo, mesmo em outros pontos do site, no curso de todo o ano no que se refere a muitos dos itens aí previstos e mais intensamente no período que antecedeu a sua definição. Estas mudanças portanto correspondem ao resultado de um longo e atento processo de amadurecimento, no qual problemas foram identificados, alternativas de soluções apresentadas e debatidas, e finalmente um conjunto final de novidades sistematizado. As reações expostas nos tópicos lincados acima são uma evidência nítida neste sentido (além de inclusive, pelo diálogo do primeiro deles, terem também levado às novidades adicionais expostas no segundo). Temos certeza que todos puderam acompanhar boa parte deste processo. É portanto neste sentido que apontamos não ser hora para reclamações, mas sim para a implementação serena do que já foi decidido (do contrário, teríamos que nos dedicar a mudar o site continuamente e em vai-e-vem, pelo simples incômodo manifestado por um ou alguns usuários diante de uma ou outra característica que não lhe agrade). Neste sentido, estamos plenamente de acordo com a lucidez do jjLeandro ao sugerir o procedimento também de praxe de aguardar o tempo necessário para avaliar o resultado das mudanças, isoladamente e no conjunto (hoje é dia 28/12, definitivamente tudo menos uma semana típica para avaliações de fluxo e tráfego em qualquer site ou espaço público...).
3 - Entrando em uma ponderação mais pessoal, confesso ter dificuldades em compreender essa confusão entre organização do espaço e censura. O fato de eu não poder entrar em uma sala de cinema para declamar poesias no meio da sessão é censura? Em um festival, uma limitação do tempo de apresentação de cada banda para permitir o uso do palco por todas é censura daquela que reivindica 6h para si, porque assim é o show dela? E assim por diante. É que de fato me parece importante traçarmos a diferença entre a abertura e liberdade que caracterizam espaços coletivos como o Overmundo e a prerrogativa de se fazer o que quiser neles. Porque para mim, por exemplo, esta última é que é potencialmente egocêntrica e autoritária. Sobretudo quando se trata de recusar-se tardia e agressivamente a aceitar uma decisão tomada na esteira de um processo aberto e colaborativo, como é o caso desta. E com isso não posso deixar de compartilhar a impressão de que o problema talvez seja exatamente o fato do Overmundo ser tão singularmente aberto, que a existência de qualquer limitação, por singela, necessária e coletivamente aprovada que seja, acaba dando margem à retórica da censura como recurso para ocultar a própria indisposição para o compartilhamento e a convivência.
(continua)
(continuação)
4 - Peço desculpas antecipadas por permitir-me a sinceridade expressa no tópico acima. Mas é que por vezes não é fácil para nós na equipe do site, tendo nos dedicado já por mais de 2 anos à criação de um ambiente que busca exatamente expandir radicalmente os limites habituais de liberdade e descentralidade na publicação e circulação de idéias e conteúdos e lidando com cada processo e diálogo desta trajetória com a abertura e disposição que lidamos, ver-nos expostos a tamanha e tão agressiva desconfiança como a exposta em parte dos comentários acima. É claro que aqui não me refiro de modo algum a todos, mas não há como deixar de expressar a frustração com o fato do diálogo precisar se dar nestes termos.
Por fim, e por ser de fato o mais importante em tudo isto, vale terminar renovando o convite para o regresso do José, com tranqüilidade e expectativa, mas sempre de acordo com a vontade dele. Não, Kais, não há no pedido de reativação nenhuma humilhação - este é também um procedimento habitual, já mantido antes por outros colaboradores que haviam saído e decidiram retomar a participação, e aberto a todos que solicitaram antes a desativação do seu perfil. Sugerir isto, sim, a nosso ver é que apenas ajuda a trazer constrangimentos e dificuldades para a situação. Assim como não há qualquer afronta no pedido de saída, não há qualquer problema com o regresso - em ambos os casos temos somente o exercício sereno da liberdade e o respeito a este.
Abraços,
José Marcelo
Eu acho que as mudanças foram muito radicais, ocasionou uma perda brusca na dinamica do Site. O estimulo e importantissimo
e o que se nota e que não ha mais...Se eu tivesse alguma influencia no Site faria as mudanças tipo "conta gotas" não despejando o remedio todo de uma vez..."Enfins" voces e` que sabem...Abrs. e um Feliz 2008 para toda equipe e colaboradores
acho que tanto faz, mas va la: Mudar para ocasionaram
victorvapf · Belo Horizonte, MG 28/12/2007 16:13
Eu acho que a Administração peca e em especial o Marcelo, quando deveriam estar se defendendo, ou melhor, se justificando em vez de estarem atacando preciosos colaboradores que sustentam com os seus trabalhos, este site que é remunerado.
É uma tremenda falta de respeito!
"Entrando em uma ponderação mais pessoal, confesso ter dificuldades em compreender essa confusão entre organização do espaço e censura. O fato de eu não poder entrar em uma sala de cinema para declamar poesias no meio da sessão é censura? Em um festival, uma limitação do tempo de apresentação de cada banda para permitir o uso do palco por todas é censura daquela que reivindica 6h para si, porque assim é o show dela? E assim por diante. É que de fato me parece importante traçarmos a diferença entre a abertura e liberdade que caracterizam espaços coletivos como o Overmundo e a prerrogativa de se fazer o que quiser neles. Porque para mim, por exemplo, esta última é que é potencialmente egocêntrica e autoritária. Sobretudo quando se trata de recusar-se tardia e agressivamente a aceitar uma decisão tomada na esteira de um processo aberto e colaborativo, como é o caso desta."
Não, Marcelo. Vc está enganado!!
Peço-lhe que leia novamente o que escreveu e se ainda continuar pensando que é isso mesmo, irei lhe mostrar linha por linha, que vc está enganado.
Eu lhe respeito e por isso peço-lhe que respeite o meu tempo, não me faça ter que escrever.
As vezes me parece que a Administração está tão confiante, que não está nem aí se está agradando ou não. Se está cumprindo com o acertado ou não.
Peço-lhe que aceite o meu jeito de ser e me expressar, pois só aceitando o diferente é que se acabará com o racismo e a discriminação.
Zacchi diz: "me parece importante traçarmos a diferença entre a abertura e liberdade que caracterizam espaços coletivos como o Overmundo e a prerrogativa de se fazer o que quiser neles. Porque para mim, por exemplo, esta última é que é potencialmente egocêntrica e autoritária."
A liberdade é egocêntrica e autoritária???
Peço também desculpas antecipadas por permitir-me a sinceridade: O paradoxo neste caso parece-me vir de alguém que possui no mínimo uma tendência ao gosto pela censura. "O exercício sereno da liberdade", como disse no final, para mim não é aceitarmos tudo, afim de preservarmos a boa convivência de hipócritas e mascarados. O exercício sereno da liberdade é debatermos de igual para igual, sem hierarquia, com organização, respeitando os pontos de vista de todos e, mesmo que já tenham discutido em algum lugar remoto, reabrir o debate se assim for necessário. O gosto pela censura e pelo poder pode ser claramente identificado no trecho:
"o problema talvez seja exatamente o fato do Overmundo ser tão singularmente aberto, que a existência de qualquer limitação, por singela, necessária e coletivamente aprovada que seja, acaba dando margem à retórica da censura como recurso para ocultar a própria indisposição para o compartilhamento e a convivência."
O que chama de "compartilhamento e a convivência"? A aceitação universal do que a administração debater e aprovar? Porque, já que o site se veste com a roupa da cooperação, não abrir uma votação direta nas questões a serem votadas? Talvez o gosto pelo poder seja maior do que a liberdade dita "potencialmente egocêntrica e autoritária"
Caros Kais e Paulo,
Iniciei o meu comentário anterior ponderando que o fazia supondo a existência de boa disposição de todos para o diálogo que se reivindicava. Vejo que não era o caso, pelo tom e pelo artifício singelo de retirar trechos específicos do contexto para associá-los a interpretações maliciosas e desqualificantes. Assim, e por considerar também que as divergências já estão claras e as perspectivas de persuasão mútua esgotadas, reservo-me o direito de não seguir com a discussão na direção que os últimos posts apontam.
No mais, deixo o site e o meu histórico de atuação nele, assim como o de toda a equipe de administração, testemunhem sobre o tal gosto pela censura que vocês indicam. O Overmundo é o que se pode ver nele, e como todos que o acompanham e ajudam a fazê-lo podem observar, desde a sua criação busca acertar e melhorar o máximo possível. Conta para isto com as sugestões construtivas de todos os seus colaboradores e com uma equipe de administração, responsável direta pela sua criação e manutenção, que trabalha cotidianamente com esta visão e a abertura que o espírito colaborativo requer. É esta a nossa proposta e é o melhor que sabemos fazer. Lamento que a interpretação de vocês diante dela seja tão vivamente negativa.
Abraços,
José Marcelo
Marcelo,
"pelo tom e pelo artifício singelo de retirar trechos específicos do contexto para associá-los a interpretações maliciosas e desqualificantes"
Puxa... Se foi apontado determinados trechos, é pq nesses trechos há o que ser comentado. Só por isso! E só por isso, faço o mesmo agora.
Agora, oq vc escreveu é completamente injusto, imoral e vivamente negativa.
Mais uma vez, aprendo aqui, que não são os títulos que qualificam um homem e sim as suas atitudes. Principalmente, as que exigem humildade. E HUMILDADE é que o tem faltado nos administradores.
Bem, vc conseguiu "me calar", pq não debato com quem faz uso de distorção das palavras, ainda mais, quando é o dono do microfone que usa e abusa de seu domínio.
É lamentável Marcelo. É só o que eu tenho pra lhe dizer!
E volto afirmar:
É MUITO FALTA DE RESPEITO COM QUEM CONTRIBUI FINANCEIRAMENTE COM O SITE ATRAVÉS DE IMPOSTOS E COM OS INÚMEROS TRABALHOS DE GRANDE VALOR POSTADOS E DOADOS.
ESTÃO NOS TRATANDO COMO SE FOSSEMOS LIXO. COMO SE ESTIVESSEM NOS FAZENDO FAVOR .
NÃO É POR AÍ!!
Para mim, os esclarecimentos do Hermano e do José Marcelo são muito claros e objetivos, muito tranquilos. Na minha percepção, não há absolutamente nenhum tipo de censura no Overmundo. E nunca me senti censurado.
Alê Barreto · Rio de Janeiro, RJ 29/12/2007 00:02
Antes que a Censura me expulse por expressar os meus pensamentos, usarei os pensamentos de quem foi um grande senador brasileiro, o Marques de Maricá.
Os aduladores são como as plantas parasitas que abraçam o tronco e ramos de uma árvore para melhor a aproveitar e consumir.
A familiaridade tira o disfarce e descobre os defeitos.
Os homens são poucas vezes o que parecem; eles trabalham incessantemente por parecer o que não são.
É falta de habilidade governar com tirania.
O espírito de intriga inculca demérito nos intrigantes.
É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.
Os homens enganam-se miseravelmente quando esperam encontrar a sua felicidade, mais na forma dos seus governos que na reforma dos seus costumes.
A dialética do interesse é quase sempre mais poderosa que a da razão e consciência.
Em certas circunstâncias o silêncio de poucos é culpa ou delito de muitos.
É nas grandes assembleias deliberantes que melhor se conhece a disparidade das opiniões dos homens, e o jogo das paixões e interesses individuais.
Um grande mérito força o respeito, e afugenta a adulação.
De nada vale a celebridade, quando os grandes crimes também a conseguem.
Ninguém é mais adulado que os tiranos: o medo faz mais lisonjeiros que o amor.
O homem que despreza a opinião pública é muito tolo ou muito sábio.
Viver é gozar e sofrer, resistir e batalhar com os homens, as coisas, os eventos e os elementos.
Por que será tão difícil para alguns aceitar regras sem pensar em autoritarismo?
As regras são fundamentais para viabilizar um projeto. Quem não está satisfeito, procure outra praia.
Um nudista não se sentirá bem no meio de uma praia não-nudista e vice-versa.
Portanto, caros amigos, vamos parar com esse papo de Ano-Velho porque 2008 está aí.
Tenho a impressão que meus overmanos estão malhando em ferro frio. Existem milhões de sites e blogs para cada perfil...
Este papo está ficando...zzzzzzzzzzz!!!
As alterações acabaram com os fantasmas, deram a oportunidade de quem está entrando ficar na "top-list" e acalmou a fogueira de vaidades...Não foi bom?
Então, até ano que vem!
Nos encontramos na internet!
Cris, você resumiu tudo, parabéns! E feliz ano novo.
jjLeandro · Araguaína, TO 30/12/2007 14:59
Apoiadíssimo, crispinga!
Falas assim só fazem renovar a simpatia que tenho por você.
Feliz Ano Novo!
Queridos amigos overmanos e alguns overdesafetos:
Um beijo para todos e vamos virar a folha do calendário!
Beijos, Leandro e Apple
E vamos em frente!
Feliz 2008!
Por que será que as pessoas se incomodam tanto com mudanças, sem ao menos saber do resultado? Creio que aqui (Overmundo) não é um espaço para quantindade e sim qualidade, por isso o essencial é que se tenha tempo para análise, participação, consideração, etc.. em relação à cada obra publicada, o que não é possível, diante de um movimento "prolífero"! Não vejo prejuízos nas limitações (embora não seja simpático às restrições), sendo uma forma de ordenamento e compartilhamento comunitário. Abraços.
Erode Lino Leite · Campo Grande, MS 30/12/2007 20:39
Zacchi,
Como você se reserva o direito de não seguir com a discussão, peço para que entre em contato com alguém da administração que tenha argumento e siga com a mesma.
Você diz que tirei trechos do contexto, mas esqueceu que os textos na íntegra continuam aí para serem lidos. Qualquer pessoa que queira tirar a dúvida ou anotar a coerência do post, pode fazê-lo.
Você diz: "No mais, deixo o site e o meu histórico de atuação nele, assim como o de toda a equipe de administração, testemunhem sobre o tal gosto pela censura que vocês indicam"
Assim é fácil! Pelo que eu saiba diversas peças indesejadas do "quebra-cabeça" foram deletadas pela administração. Inclusive pessoas.
Crispinga, respeito seu ponto de vista (o mesmo para a turma do ´deixa disso`) que intenciona a paz. Mas, cuidado. Muitas vezes o comodismo ou o medo de agir traveste-se de diplomacia.
Nem sempre as regras são autoritárias. Muitas realmente são criadas com o intuito de "viabilizar um projeto". Infelizmente não é o que está acontecendo aqui no Overmundo.
Discordo com você quando (grosseiramente) diz: "Quem não está satisfeito, procure outra praia.".
Não pode falar assim de um site bancado pelo governo federal. Quem administra um site como esse teria que ter no mínimo uma atitude democrática e respeitosa com todos os membros.
E agora é tarde, eu já invadi essa praia!!
Kais Ismail · Porto Alegre, RS 2/1/2008 22:18
Fico mais indignado por saber que quando é o governo federal que está bancando, pq na real é o meu suor e o suor de muitos contribuintes que estão pagando por "essa praia".
Mas isto aqui não é uma praia, é um espaço para os artistas brasileiros exporem e compartilharem suas obras.
Eu como produtor sei muito bem que o que está sendo investido com o nosso suor, não está sendo bem aproveitado.
Não vou nem levantar outras questões pertinentes, mas que foi grosseiro e acomodado o comentário, isso foi!
Parabéns, Cris, também concordo que quem não sabe conviver c regras, geralmente, rotula qualquer administrador de autoritário. Feliz 2008 e vida longa ao OVERMUNDO.
Rosa Campello · Recife, PE 2/1/2008 23:00
Se eu não pagasse tantos impostos, hoje eu poderia estar oferecendo uma faculdade particular para a minha filha mais velha em vez de cursos técnicos. Aliás, o montante que o governo me toma durante o ano, era justamente para que ela tivesse acesso a bons estudos.
Não concordo com a atua situação do overmundo em 3 peles diferentes.
!- Cidadão contribuinte
2- Colaborador
3- Apreciador.
Como contribuinte, vejo que o projeto teve um custo muito alto e não tem o dinamismo que deveria ter pela verba recebida. Os prêmios recebidos não são motivos para estagnação.
Como colaborador, sou um artista que quer oferecer alguns momentos de prazeres e sensações agradáveis para o opovo que eu tanto amo. Me coibir de fazer isso, limitando de forma absurda,
é um crime cultural e se analisado fora do overmundo, parecerá absurdo.
Como apreciador, não tenho que me sujeitar no critério de qualidade de alguns ou da maioria. Quero ver muitos trabalhos e apreciar com um melhos olhar, os que me chamarem a atenção.
O que está acontecendo aqui com estas atitudes, é tb ao meu parecer, uma forma de garantir que determinado grupo tenha os seus votos garantidos com a desculpa de tempo para apreciação. Somo brasileiros e o Brasil é imenso! Que negócio é esse de limitar um site de 20 e tantas mil pessoas a meia dúzia de trabalho por dia??
Rosa,
poderia ter tb me desajdo um feliz 2008. Assim me pareceu que vc está querendo dar força em vez de idéias.
De qualquer forma, feliz 2008 pra vc!
Aos que acreditam que "quem não sabe conviver com regras rotula qualquer administrador de autoritário", digo: A desculpa dos déspotas e ditadores é sempre a disciplina e o ´bem estar` dos administrados.
Paulo Esdras · Brumado, BA 3/1/2008 12:35
POR UMA GESTÃO PARTICIPATIVA NO OVERMUNDO:
http://www.overmundo.com.br/forum/topico.php?topico=679
Gostaria de ouvir a opinião de todos
Vi com bons olhos o conjunto de mudanças implementado recentemente. Ele reflete muito do que se debateu ao longo dos anos aqui, sobretudo nos últimos meses. Não vejo razões para extremismos no debate.
Quanto aos questionamentos sobre limite de publicações, reproduzo o que está num comentário de Viktor Chagas:
"Lembrando que, como já foi dito antes por aqui, para a publicação integral das próprias obras existem blogs e fotologs - muitos colaboradores inclusive fazem isto: mantêm seus blogs ou fotologs e repercutem no Overmundo o que avaliam ser o mais interessante neles, utilizando-o assim como o canal de difusão e diversidade que ele se propõe a ser."
É como tenho procedido aqui: usando o overmundo como espaço para a publicação de algumas colaborações que sirvam de referência para a visitação nos blogues e na galeria de imagens.
Mantenho os blogues BAR DOS BARDOS (para a publicação coletiva de poemas ilustrados com fotografias) e LOROTA BOA (para a publicação de pequenas crônicas de humor a partir de fotos de coisas, plantas e bichos), além de uma galeria de imagens no OLHARES.
Que 2008 seja um ano bom para todos, com colaborações de qualidade sendo levadas às filas de edição e votação.
Quem quiser se mudar para a Argentina, Quênia, Suécia, que o faça!!
Este site é bem brasileiro, financiado por brasileiros, mantido com colaborações de brasileiros. É muito contraditório para a administração sugerir que nos mudamos para oputro sítio. Ou então, estão usando a política do Médici - BRASIL AME-O OU DEIXE-O??
Kais, o fato do site ser financiado com recursos públicos não te dá o direito de ficar agressivamente acusando neste fórum os organizadores do site de usarem indevidamente o dinheiro público.
O objetivo principal do site é difundir a produção cultural brasileira com foco em seus aspectos que não recebem cobertura devida da grande mídia. A forma como isso foi, é ou será feito mudou e mudará muito ainda, pois estamos falando de adequar um meio de comunicação à demanda de diferentes públicos. Tu faz parte do público produtor de conteúdo, mas este é apenas um dos públicos. Tem que ser pensado no público que consome o conteúdo do site e nos demais públicos.
Para mim é muito tranquilo participar do site sabendo que quem coordena e modera tem autonomia para fazer as mudanças que achar necessária, sem precisar ficar consultando todo mundo, toda hora ou esperando aprovação de todo mundo, a cada novo passo. Isso engessa muito cara.
"Tem que ser pensado no público que consome o conteúdo do site e nos demais públicos"
Alê,
É justamente neste público que parece que vc e a administração estão fazendo pouco caso. Estão lidando como se isso fosse um clube do Bolinha!
O fato de ser financiado com recursos públicos, ME DÁ SIM O DIREITO DE CRITICAR O QUE EU ACREDITO ESTAR ERRADO.
E TB DE NÃO ACEITAR A SUA DISTORÇÃO EM FICAR TRANSFORMANDO O QUE É MEU DIREITO SÓ PARA FICAR AGRADANDO A ADMINISTRAÇÃO.
SE O SEU TRABALHO ESTÁ INDO BEM AQUI NO OVER, BOM PRA VC! MAS NEM TENTE BARRAR OS DIREITOS DOS DEMAIS.
É ESTRANHO VC QUERER ENSINAR COMO FAZER SHOW, SE ENTENDE QUE A APLICAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS NÃO DEVE SER QUESTIONADO E FICALIZADO.
TENHO 23 ANOS DE CARREIRA E SEI COMO O DINHEIRO PÚBLICO JORRA EM DIREÇÃO AO ESGOTO COM O PRETEXTO DE ESTAR INCENTIVANDO A CULTURA.
O QUE FAÇO AQUI, É COLABORAR POR UM SITE JUSTO E DEMOCRÁTICO.
Alê,
Pra ser produtor de shows tem que se ter uma noção básica de administração e isso vc tem. Então me diz:
Um site que tem um custo diário de aproximadamente R$ 5.000,00 (CINCO MIL REAIS), e que chega a ter até 30.000 acessos por dia, conforme informação do Hermano, é certo apresentar apenas meia dúzia de trabalhos por dia??
As vezes, são apenas 4 ou 5 trabalhos na fila de votação, mas de boa qualidade 1 ou 2.
Se este site é direcionado as escolas públicas e instituições culturais, se é um poço de informações, se é um espaço para os artistas brasileiros, que assim seja! Com muita coisa e variedade. Permitindo a todos que a seus critérios, considerem bom o que lhes for bom.
Vc está pensando só na turma aqui do over, e o governo pagou pq isso está pagando pq isso é pro Brasil todo.
Ou vc acha que está tudo indo bem ao custo de R$ 5.000,00 por dia?
P.S. Que a administração me corrija se eu estiver muito errado em relação aos valores.
E o José, hein? Em que situação ficou??
Kais Ismail · Porto Alegre, RS 4/1/2008 10:42
Kais, nos três comentários que fiz neste fórum, falei a você com a única intenção de dialogar, buscando sempre manter a civilidade e o respeito.
Não concordo com tua interpretação de que estou fazendo pouco caso do público participante do Overmundo.
Esclareço a você que para ensinar alguém a produzir um show, não é necessário concordar com a tua visão de aplicação de recursos públicos.
Por fim, não pretendo convencê-lo de nada, defender a administração do site e não quero barrar os seus direitos. Se os meus comentários neste fórum lhe causaram algum transtorno, peço desculpa, espero que apesar das nossas divergências possamos continuar dialogando e participando dos espaços e debates deste site.
Ok!
Mas vc não respondeu a minha última pergunta que lhe fiz e torno a fazê-la:
Vc acha que está tudo indo bem ao custo de R$ 5.000,00 por dia?
Alê disse: "Para mim é muito tranquilo participar do site sabendo que quem coordena e modera tem autonomia para fazer as mudanças que achar necessária, sem precisar ficar consultando todo mundo, toda hora ou esperando aprovação de todo mundo, a cada novo passo".
Sinceramente, é por pensamentos como este que os governos são como são. Pena ler um comentário comodista como esse num site voltado para cultura.
Paulo, você tem o direito de interpretar o meu comentário conforme sua ótica. E eu respeito sua visão, mas não concordo com ela. O comentário não é comodista.
Alê Barreto · Rio de Janeiro, RJ 4/1/2008 12:51
Por que, Kais e Paulo, incomoda tanto o fato de uma Estatal (Petrobrás), financiar um site Cultural, quando tantas Empresas o fazem?
A atitude de vocês está se tornando antipática e anti-democr´tica quando criticam e chamam de grosseiros (?????) quem não concorda com vocês!
Vão mesmo continuar batendo nesta tecla?
Sugiro aos Administradores convidarem os dois para participar da "Cúpula". Quem sabe vocês vestem a camisa, arregaçam as mangas e sugerem as mudanças devidas, democraticamente!
Cris,
Quem sabe vc tira a toga de juiza e procura compreender os seus colegas. Ainda lhe falta muito conhecimento para vc me julgar ou quem quer que seja.
Coloco aqui, o que está ao meu alcance, vc está completamente equivocada e menosprezando a minha experiência. Pq??
SE O DEBATE INCOMODA OU ESTÁ CANSATIVO, É SÓ NÃO PARTICIPAR!
É MUITO MAIS FÁCIL DO QUE FICAR CENSURANDO DE FORMA ACOMODADA.
Alê, desculpe-me caso tenha interpretado errado. Porém eu reli a transcrição e ainda não vislumbrei outra ótica.
Crispinga, estás enganada. Nunca disse que me "incomoda o fato de uma Estatal (Petrobrás), financiar um site Cultural". Nunca falei tal absurdo.
Também nunca chamei grosseiro aquele que discorda de mim. Nunca o faria. Eu disse num post anterior: "Discordo com você quando (grosseiramente) diz: "Quem não está satisfeito, procure outra praia.". Porque realmente foi grosseiria e, aí sim, uma atitude antipática e anti-democrática.
Não quero que me chamem para participar da "Cúpula". Quero que as decisões possam passar pelo crivo dos membros ativos do Overmundo em vez da imposição de algumas regras bastante questionadas.
Olá a todos,
Apenas a título de informação e apoio à organização do diálogo, informo que publiquei há pouco no tópico Por uma Gestão Participativa, do fórum, um post que se relaciona a muitos dos aspectos também levantados aqui, uma vez que ambos os tópicos haviam convergido para o mesmo assunto.
Abraços,
Zé Marcelo
Perfeição
A perfeição é um círculo
traçado em cor alguma
em plano nenhum
por alguém ainda não nascido.
Inda assim, no rumo dela
todas as pessoas pelo bem
deveriam ir, penso hoje.
Adroaldo Bauer
Publicado no Recanto das Letras em 02/01/2008
Código do texto: T800684
___
Para: adroaldo@portoweb.com.br
Assunto: Overmundo - Comentário sobre 'Diálogo e identidade'
CC:
Data: Fri, 04 Jan 2008 15:52:57 -0200
De: Overmundo
Encaminhar para: Overmundo
Anexos: default.htm
---
Porque troquei de email temporariamente e depois destroquei para o inicial, como falei a Viktor particularmente, fiquei de fora desse debate.
Não creioque ele tenha se esgota, como não se esgotou o processo da Revolução Francesa, da Revolução Bolchevique, da Guerra Popular de Libertação da China Continental, nem da Revolução Cubana.
Porque, ainda penso assim, o aprendizado da paciência, da tolerância, da conquista da hegemonia para a constiuição dos direitos para as diferenças ainda é uma estrada em construção, sobre la marcha humana.
Em qualquer dos exemplos citados, e ainda na Hungria, na ex-Tchecoeslováqui, ou na direção do Vasco ou do Corinthians, só para ficar preto e branco, vamos encontrar os mesmos limites.
É popular, mas tem dono.
É democrático, mas baderna não.
é como eu penso porque eu decido e o ônus de decidir é meu.
A governantes e administradores é cada vez maior o desafio.
O mal, sem dizer que há mal em algum argumento aqui, é mais fácil de fazer do que o bem.
Não sou juiz e estou aposentando em breve de jornalista.
Vou preferir sempe lugares abertos e ares mais puros em quaisquer praias.
Mundo, mundo vasto mundo...
Quando as revoluções não mais devorarem os próprios filhos mais diletos estaremos no rumo daquele círculo...
Nem quero que alguém tenha acordo comigo, é apenas o que penso e pude dizer aqui.
Já disse em outros locais daqui sobre o debate mesmo travado aqui, que censura é outra coisa, pelo menos a que eu vivi sob a ditadura militar com metralhadora empunhada na redação pelo censor.
Limitação é limitação, censura é censura.
Tem, sim, diferença.
Há que goste de limitar.
Há quem não goste de limitar.
Há quem deteste limitação.
Há quem tolere limitação.
Há quem queira o mundo e o overmundo a sua feição.
Há quem queira o mundo e o overmundo diversifeiçoado 9se me permitem)
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Olá Adroaldo Bauer,
A colaboração "Diálogo e identidade" acaba de receber um novo
comentário no Overmundo.
Para visualizá-la, clique no link abaixo:
http://www.overmundo.com.br/blogs/dialogo-e-identidade#c3028
Adroaldo,
Respeito sua opinião. Mas se não fossem as Revoluções (Evoluções rápidas (R)evoluções) você provavelmente ainda estaria escrevendo em uma máquina datilográfica (se muito!) e a mensagem demoraria ainda mais tempo pra chegar.
"É popular, mas tem dono.
É democrático, mas baderna não."
Se é popular o dono é o povo. Se é democrático, verdadeiramente democrático, não há espaço para baderna.
"censura é outra coisa, pelo menos a que eu vivi sob a ditadura militar com metralhadora empunhada na redação pelo censor."
Existem vários níveis de censura. Ou você acha que censura só existe a base de "metralhadora empunhada"?
Já ouvi relatos de pessoas respeitáveis deste site que foram perseguidas e censuradas (com ameaça de exclusão do perfil e tudo) e uma delas chegou a me contar que nem na ditadura militar tinha sido tão humilhada.
O mal realmente é mais fácil. A mudança para algo melhor dá muito trabalho...Assim nunca chegaremos perto daquele círculo perfeito...
Esdras,
Estou de férias.
Sei há 42 anos o que dá trabalho.
Isto aqui que usamos, Esdras, é uma máquina datilográfica melhorada e massificada, porque informação instantãnea já existia com o telégrafo, no início do século passado. apenas que de propriedade da Wester Union.
Para mim, o centro da questão é a propriedade privada dos meios.
Apenas não concordo com teu conceito.
No entanto, penso que nada da censura do regime militar pode dar saudade a alguém do bem.
Invasão armada de redações, empastelamento de jornais, fechamento de emissoras de rádio, pressão política sobre anunciantes patrocinadores. Explosão de bancas de jornais e revistas. Assassinatos de jornalistas. Tortura física e mental de jornalistas, atores, músicos, cidadãos apenas contribuintes, fechamento de sindicatos de trabalhadores, de associações estudantis, cassação de mandatos parlamentares, fechamento de parlamentos, nomeação discricionária de governantes...
Eu estou lendo tuas idéias escritas aqui.
O que mesmo em Overmundo, que nem sou da administração, nem conselho mais há, sou tanto quanto tu és, um membro colaborador, nem muito satisfeito com as regras todas, o que se parece mais aqui que uma das atrocidades qualquer da lista dos milicos e capachos do imperialismo?
Censura, repito, para mim, não é como pode ser chamada a limitação de edição que estamos debatendo aqui.
Ou pode, no nível que achas e estamos em desacordo sobre isto.
Também tenho sérias dúvidas de que o financiamento de um empreendimento qualquer com recurso público torne, por esta razão somente, o empreendimento público e democrático.
E encontro boa dose de democracia em vários aspectos das relações aqui. Mais que na grécia, em que só votavam os cidaãos com fortuna. Sendo que mulheres, pobres e periecos não podiam sequer falar na ágora.
Os bancos que foram salvos com recursos do tesouro nacional, por exemplo, continuam privados.
O pobre do Gerdau, aqui no Rio Grande do Sul, um homem miserável, recebe recursos do Fundopen, um progrma de isenção fiscal, assim como a General Motors recebeu e recebe ainda, assim como na bahia a tão miserável quanto ela, a Ford, também recebe.
Vamos a elas, à siderúrgica, e as montadoras reclamar democracia nas relações e finalidade pública do projeto? Nosso dinheiro está lá.
Exagero. Pelo mesmo parâmetro que te permites graduar censura e censura, posso expropriar Gerdau, GM e Ford.
Vamos à tarefa, pois!
E, se tens a informação, em nome do bom debate, por gentileza, divulgue-a inteira.
Não é um bom debate aquele que apenas insinua:
"Já ouvi relatos de pessoas respeitáveis deste site que foram perseguidas e censuradas (com ameaça de exclusão do perfil e tudo) e uma delas chegou a me contar que nem na ditadura militar tinha sido tão humilhada."
Os nomes, os fatos, as datas e as circunstâncias, por gentileza!
Por fim, há um debate aqui porque o projeto é financiado com recurso público e administração quer o debate. Nunca, desde fevereiro do ano passado, quando aqui cheguei, até esse momento, ouvi alguém referir que há um projeto.
Qualquer do povo pode apresentar projeto para financiamento a Petrobras.
Sei, aqui há uma obra pronta.
Nunca, Esdras, não existe.
Quando você se der por conta, estará publicando em Ovemundo os seus escritos de gaveta manuscritos a lápis.
Adroaldo,
Espero que aproveite bem suas férias.
Máquinas datilográficas e telégrafos foram revoluções para o seu tempo.
Se realmente está lendo meus escritos aqui, poderá constatar que jamais mencionei, em nenhum momento, que o Regime Militar gerava saudades a alguém. (Talvez para os militares)
Adroaldo disse: “Também tenho sérias dúvidas de que o financiamento de um empreendimento qualquer com recurso público torne, por esta razão somente, o empreendimento público e democrático.”
Pena que penses desta forma. Se o dinheiro é público, no mínimo – disse no mínimo – o investimento deste dinheiro deveria haver como base o interesse popular. Investir num site que divulgue cultura é bom para o povo? Acredito que sim. É interessante para o povo que as decisões tomadas num site deste tipo e com esta importância esteja apenas nas mãos de alguns administradores? Eu duvido.
Teus exemplos (bancos, General Motors, Ford), todos eles receberam ou recebem ajuda pública porque o Governo acha que existe interesse público (gatilho contra o desemprego, por exemplo).
Concordo com você quando diz haver mais democracia aqui do que na Grécia Antiga. Mas isso é óbvio! Foi lá o berço, onde a democracia nasceu. Estamos a quantas Eras a frente? Precisamos nos igualar a Grécia ou pretendemos uma (R)Evolução?
Os parâmetros que te permites graduar as censuras estão simplificados demais aos moldes maniqueístas. Ou é oito ou oitenta? Eu creio que toda limitação para a criação é nociva. Principalmente para a criação artística. Pode querer trocar “Censura” por “limitação de edição”, mas eu digo em alto e bom som: É CENSURA SIM.
Ora, caro Adroaldo! Se és Jornalista por tanto tempo deves saber da regra básica: Nunca revele a fonte.
A pessoa que me informou, sob sigilo através de e-mail, não quer ser identificada, pois já recebeu advertências. A próxima seria um carimbo de inativo em seu perfil. Como gosto muito de suas colaborações, e pretendo praticar o bom jornalismo, não revelarei. Ou acredita na palavra de um homem-de-palavra ou não.
Em relação a projetos de Overmanos, acredito que há inúmeros. Num site onde abriga inúmeros artistas e fomentadores culturais acho ingênuo acreditar que não existam projetos engavetados por falta de recursos.
Sem dúvida publicarei algumas obras no Overmundo! Porém não me acomodarei enquanto não avançarmos para um site mais democrático.
"Em redor do buraco tudo é beira..."
Beijos , Aldoaldro !
Elegante e diplomático!
Não se acomode Esdras, eu volto em 30 dias e nem em férias me acomodarei também.
Insisto que a transformação que queres aqui eu também quero na sociedade toda, para o que tem-se que ampliar o grau de exigência social, que necessita ser consciente do para quê e mobilizada pelo quê.
Não disse que não deva haver retorno de interesse público onde haja recurso público.
Disse, e repito, que não necessariamente onde há recurso público há controle social da propriedade, o que pareces estar querendo... ainda nos marcos do capitalismo, que não o permite.
Emprego não é retorno de interesse público para isenção fiscal, pois a mais-valia junta-se por isso a espoliação.
Qual controle social há sobre GM e Ford?
Eu prefiro discutir isso numa ferramenta mais apropriada, um partido político ou uma central sindical ou em movimento de sem tetos ou sem terras, porque respondem ao que se interroga.
E também naquelas ferramentas há regras, limites e, mesmo, luta de classes também ideológica, às vezes até física.
Aqui, fiquemos com limitações de edição, que consideras censura e eu não.
Quanto a tuas fontes, bem... só posso ficar com a denúncia tua por acreditar em ti. Mais não se poderá fazer porque sem corpo, não a homicídio.
Penso também que ou é exagero ou equívoco teu pretender numa célula virutal a democracia que não há nas relações concretas e objetivas da sociedade em que ela esteja. não há miolo bom com febre de 40 graus no resto do corpo.
A globo também tem investimento público nela, é até canal de concessão pública, devemos ir a ela muito antes daqui, camarada.
Aqui em casa, repartimos o que temos. na casa dos outros e overmundo não é a minha casa, como o que é servido ou não como, foi isto que quis dizer com projetos outros.
Essa não é a nossa casa. É de quem a construiu para nos receber e se não nos quiserem receber, é deles o direito e o ônus.
Veja que, no futuro, ou se renovará o financimaento ou será de fonte privada o sustento da administração e da máquina. Poderemos participar ou não, se formos convidados a tanto.
Poderemos não participar queendo, poderemos não participar mesmo querendo.
Muito sítio já se abriu, muito sítio já se fechou.
Já sucitei isto no conselho, quando a instância existia.
Suscito aqui, e não tenho tanta certeza, mas lá não houve sequer comentário sobre um futuro financiamento ou projeto para a manutenção do ovemundo.
Temos pela frente dois anos, se tanto.
Espero, sim, ter boas férias.
Grato.
Até após o carnaval.
Quis dizer: sem corpo não há homicídio.
Perdão.
Sou nova no site e pude perceber que existem várias maneiras de se expor uma opinião...a metáfora é uma delas. Acho que algumas pessoas se ofendem levando para o lado pessoal.
Explicando: "Mudar de praia" aqui no Rio, significa frequentar um local onde você se sinta bem. Não é ofensa.
Abaixo os fantasmas!
vanreiss · Rio de Janeiro, RJ 7/1/2008 22:42
As discussões acirradas no Overmundo e a discordância radical de alguns nas questões que envolvem opinião e liberdade de expressão já causaram dissabores e até exclusão de perfis com longo histórico de colaboração no site.
Temos como exemplo o caso do fotógrafo amador Tom Damatta, que neste momento tenta retomar o seu direito de voltar a publicar no Overmundo com o resgate de suas colaborações anteriores.
Mas ele não está obtendo êxito nisso, exatamente pela possibilidade de a sua volta com o mesmo nome reacender conflitos recentes que envolveram um círculo reduzido de pessoas. Foram ações provocando reações, declarações provocando outras declarações, réplicas provocando tréplicas e assim por diante. Muitas das mudanças implementadas no site têm relação direta com tudo isso.
Há que se levar muito em consideração o título do texto da Helena Aragão: Diálogo e identidade. No meu modo de ver a coisa, diálogo e identidade são fundamentais para o convívio amistoso por aqui. É lamentável que a resistência de alguns seja impedimento para o retorno de quem, assim como muitos outros membros do site, assinam seus trabalhos com pseudônimo.
Como eu mesmo fui um a ter perfil desativado temporariamente, por conta destas questões todas, deixo por fim um questionamento: quantos não querem virar a página e seguir adiante, juntamente com todos aqueles que há muito contribuem com publicações no Overmundo?
Ano novo, momento novo, vida nova. Eu queria muito que fosse assim.
Vanreiss e Apoena,
Caso estejam mencionando o meu diálogo com Adroaldo (Elegante mesmo, Crispinga), digo que estão enganadas. Nós estamos debatendo algo que discordamos. Sem ofensas ou argumentos chulos.
Adroaldo, então não discordamos da meta e sim de como chegar a ela.
Concordo “que não necessariamente onde há recurso público há controle social”. Mas concorda que deveria haver?
Concordo que “Emprego não é retorno de interesse público”. Como eu disse “o Governo acha que exista interesse público”
Sem dúvida “a mais-valia junta-se por isso a espoliação” e a exploração.
Disse: “sem corpo, não há homicídio”. Neste caso só haveria se o Réu assumir a autoria.
Porém, não quero provar nada a ninguém. A vítima não quer prestar queixa formal...
Nossa discordância está exatamente aqui:
“Penso também que ou é exagero ou equívoco teu pretender numa célula virutal a democracia que não há nas relações concretas”;
“Eu prefiro discutir isso numa ferramenta mais apropriada, um partido político ou uma central sindical ou em movimento de sem tetos ou sem terras, porque respondem ao que se interroga.”;
“Aqui em casa, repartimos o que temos. na casa dos outros e overmundo não é a minha casa, como o que é servido ou não como, foi isto que quis dizer com projetos outros. Essa não é a nossa casa.”
Discordo que os locais certos para se discutir sejam em partidos, sindicatos ou nas reuniões dos Sem Terra, Sem Teto. O local para discutirmos isso é em casa, na escola, no Orkut, no Overmundo, no MSN, ou pelo telégrafo. A democracia, a liberdade de expressão, a Ética, devem ser debatidas em todos os lugares possíveis. Sem falar que a questão da Censura, infelizmente, é um assunto que atinge diretamente a Arte.
O Overmundo é um site público. Não apenas porque foi financiado por dinheiro público, mas também por qualquer pessoa poder entrar e participar. É a minha casa, a sua e de todos os que participam. Caso eu esteja errado, peço a administração para me corrigir.
Paulo. Não sou contra o debate aberto e franco, nem foi com base na sua troca de comentários com Adroaldo que expus o que disse acima.
O que enfoquei no meu comentário foi uma situação específica que envolve a impossibiliade de retorno de um colaborador antigo do site.
Foi com base neste fato e no mote deixado pela Vanreiss (existem várias maneiras de se expor uma opinião...a metáfora é uma delas. Acho que algumas pessoas se ofendem levando para o lado pessoal.) que eu disse o que disse: "as discussões acirradas no Overmundo e a discordância radical de alguns nas questões que envolvem opinião e liberdade de expressão já causaram dissabores e até exclusão de perfis com longo histórico de colaboração no site."
Penso como a Vanreiss. É preciso ser sutil nas colocações e, acima de tudo, respeitar o direito de cada um pensar e manifestar o que pensa, mesmo que seja divergindo. Autoritarismo é não aceitar o contraditório e querer impor opinião. Não acho que é o caso seu e de Adroaldo.
Uma reparação: APOENA é nome indígena e significa "aquele que vê longe". Negritei o aquele para defender a minha masculinidade. Precisava fazer isso aqui, até porque no seu comentário você escreveu "estão enganadas". Acho que nisso a gente não vai discordar de modo nenhum, não é mesmo?
Um abraço a você e ao Adroaldo.
Ao Adroaldo e os d+ que não estão sentindo a ardência,
"Invasão armada de redações, empastelamento de jornais, fechamento de emissoras de rádio, pressão política sobre anunciantes patrocinadores. Explosão de bancas de jornais e revistas. Assassinatos de jornalistas. Tortura física e mental de jornalistas, atores, músicos, cidadãos apenas contribuintes, fechamento de sindicatos de trabalhadores, de associações estudantis, cassação de mandatos parlamentares, fechamento de parlamentos, nomeação discricionária de governantes..."
Isso tudo eu vi na Palestina, e foi no ano 2.000!!
Isso tudo ainda é possível ver hoje na Palestina. E mais ainda!! Muros de 8 metros isolando povoados, mísseis sendo disparados de helicópteros e muita covardia por parte dos israelenses e americanos que enviam suas armas para serem testados nos palestinos. Israel não gasta UM CENTAVO com armamento.
Eu acho que pra não bater na mesma tecla, vou colar aqui o texto usado recentemente em outro tópico:
Pra conversa ter o rumo do bom relacionamento, é necessário a aceitação do que lhe é diferente. O tratamento ético e respeitoso, não necessariamente está associado ao refinado.
É possível ser ético e respeitoso, mesmo com linguajares toscos, populares e francos.
Induzir o pensamento de que expressões simples e sinceras, como uso sempre, seja desrespeitoso, é no mínimo faltar com ética a democracia.
Entende muito bem, que o que mudou pode novamente mudar. E por isso mesmo, que vou tentando.
Estamos falando muito em quantidade e qualidade. Chegou ao absurdo de reclamaram pela boa quantidade de colaborações alegando que havia muito sem qualidade.
Ora, aí vejo algo contraditório, pois se temos a liberdade de eleger o que gostamos neste site, é justamente por ele ser democrático. Se os trabalhos receberam os votos suficientes, temos que respeitar os méritos dele, mesmo que na nossa visão pessoal não seja bom. Isto é democracia!
Agora, aqui estão agindo como no Oriente Médio, pregam a democracia e quando o Hamas se elege democraticamente, a democracia deixa de ser interessante.
LIBERDADE PARA POSTAR QUANTOS TRABALHOS QUISER, POIS O SITE É DEMOCRÁTICO PARA AVALIAR OS QUE MERECEM OU NÃO SEREM PUBLICADOS.
"tentativa de encaminhar o debate construtivamente para busca de saídas para quem tem necessidade de publicar mais e mais".
Eis aí uma distorção que me ofende e me incomoda.
Me sinto tremendamente desrespeitado com isso, pois sigo um estilo de vida me baseando em filosofias orientais. Repartir, entregar, devolver a vida o que me foi entregue, é o que eu busco fazer. Sou brasileiro, me preocupo com o meu país, com o meu povo, e faço o que acho que tem que ser feito com ele.
Eu não sou um fotógrafo profissional, mas é com amor e sentido que as faço. Elas sim eu tenho necessidade de produzi-las! E pra quê? Pra ficar só armazenado no meu pc, algo que é valioso para uma sociedade? De jeito nenhum! É para as pessoas que me dedico. E aqui no over, é o melhor lugar para elas. Afinal, não está chegando às escolas públicas e aos diversos cantos do Brasil? Então?
A minha ação deveria ser respeitada e vez de ser mal interpretada.
Se ficou confuso é só ir para http://www.overmundo.com.br/forum/so-4-na-fila-de-votacao
Kais Ismail · Porto Alegre, RS 8/1/2008 16:10
"E, se tens a informação, em nome do bom debate, por gentileza, divulgue-a inteira.
Não é um bom debate aquele que apenas insinua:"
PERFEITO!!
Todo o rebuliço se iniciou pq havia insinuações de que muito estava sendo publicado sem qualidade, e isto incomodava.
Mas incomodava quem?? Quais os trabalhos que haviam recebidos votos suficiente para ser publicado sem qualificação?? Apenas o fake Tom teve a coragem de dizer o que pensava a respeito de uma série fotográfica e logo se arrependeu, pq percebeu se ela tinha votos, tinha tb quem defendesse.
Quem estava inco odado e querendo mudanças? Pq?
Eu não!! Eu estava satisfeito com as regras que me passaram ao entrar. Não havia necessidade de mudanças. E no entanto, elas ocorreram. E pelo visto, estão agradando alguns, talvez os mesmos que insinuavam que o trabalho dos outros não eram merecedores dos votos que recebera.
É uma pergunta simples: Quem não estava gostando e pq?
Bem Kais, Esdras e demais, como referi no último comentário, estou em férias. Mais gente parece que também entrou na minha. E já aderiu ao carnaval, sempre umasoluçãodivertida e,muitas vezes, diversionista.
Quando digo que não é minha casa, é porque tenho certeza de quem não é. Tem dono. Não há dúvida alguma sobre isso.
Sou uma visita comportada,sim! Diferente de pessoa conformada.
Ou se expropria, que me parece tese que não vinga, ou se revolucionam modo de produção, meios de produção e relações sociais, tese um pouco mais plausível, mas abandonada por nove entre dez estrelas na sociedade brasileira atual.
Então, "quero cheirar fumaça de óleo diesel" pra ser mais exato.
Quem mudou as regras no meio do jogo, Kais, me parece, já explicaram, mudou porque achou que ia gostar mais de um jeito que ainda não conhecia qual seria o resultante.
Então, apostou na mudança (eita palavrinha sotreta!) também porque, pasme, não estava gostando de como estava o jogo sendo jogado.
E mudou porque é dono, porque decide e porque, quando interessa fala, quando interessa cala.
Poder é poder, em qualquer parte, assim como a miséria é humana em todo o planeta.
Esdras, o istrumento para garantir a democracia é a mobilização consciente dos interessados. Estamos de acordo em 98 por cento das questões em debate.Os que divergem não comparecem ao
debate.
Por isso, reafirmo, o fastio, o enfaro, a jactância do poder é que permitem a ausência. Fosse uma relação de hegemonia, estar-se-iam terçando argumentos e encaminhando a fóruns de resolução.
Não sendo necessária a disputa da hegemonia, afirma-se impávido colosso o direito da propriedade exercido pelo dono.
Na constituição da república das bruzundangas,odireitop a vida equimerda como direito à propriedade. Primeiro artigo dos direitos e gantias individuais, sob osauspícios de um deus, embora o estado laico.
Um dia chegaremos lá... seja onde for, que não seja o requentado aqui.
Num tempo outro,dizia-se "quem nãopartiicpa da produ~ção,não tem direito a voto". Inverte-se máxima e afirma-se omodo vigente,
Per omia secula, seculorum.
Como já fui legislador, apartir de1989, e em 1977 divergi da via armada da transformação naquela quadra da nossa história, posso reafirmar que se muda alei dentro dalei,poruqe não há força social consciente e mobilizada que permita ir além.
Estou de férias.
Concordo com o Mestre Adroaldo, tem dono!
Mas existem donos e donos.
Existe dono do que é de propriedade particular e material. Este, faz o que bem quiser com o que é seu, sem ter que dar satisfação pra ninguém.
Existem donos de atividades comerciais. Estes, para continuarem sendo donos e tirarem os seus sustentos, tem que darem muita satisfação e serem bastanta flexíveis com quem tem poder de compra.
Existem tb os donos políticos. Estes, constantemente devem esclarecerem seus atos, serem honestos, trabalharem e direcionarem os seus esforços para o progresso coletivo para continuarem sendo donos
O Overmundo tem dono sim, mas que tipo de dono??
Gente, quero usar este espaço para agradecer aos criadores do Overmundo por me darem oportunidade de participar deste site, e tambem aos overmanos que com suas criticas e comentarios me ajudaram a concluir um projeto meu . Sao mais de cem artigos publicados com o aval deste inteligente Site. Nao sei que caminho tomar daqui pra frente, so sei que ja cataloguei todos meus artigos e estou procurando a partir de agora uma Editora que queira me ajudar a botar na rua o meu livro. Agradeço imensamente meus amigos que ajudaram a publicar minhas lembranças e espero que consiga exito em meu novo empreendimento que e editar o livro. O Overmundo tera' um destaque primeiro no meu empreendimento porque sem ele nao teria chegado a ponto nenhum. Repito que agradeço principalmente aos criadores deste espaço
victorvapf · Belo Horizonte, MG 10/1/2008 13:44Continuação. que podem dormir tranquilos e dizerem que criaram um obra que ajuda a cultura do Brasil. Brasil!!!! Obrigado....
victorvapf · Belo Horizonte, MG 10/1/2008 13:46
Victor, parabéns e boa sorte com o livro. Desejo muito sucesso neste seu projeto literário.
Adroaldo, compreendo e respeito sua opinião.
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