colaborações dos usuários favoritos
(Para Sam..., amor meu...)
Feliz niver, meu príncipe azul!!
O que flui
Nada detém
é rio sem margem
mistério
viagem
coisas do acontecer...
Eu te amo,Sam...para sempre e sempre...sempre...
Aloha!!
Beijos intensos e extensossssssssss...
Tua Bluezinha (pra te aquecer...)
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Do sertão de cada um
como um milagre
o mar invade o caos
e o cais se abre
...
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Entre espasmos e espumas
os dedos se agitaram
e bacantes derramaram
todo vinho de suas travessuras...
hehee..
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Quando a palavra (es)cala o corpo...treme...
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...há coisas que nunca dormem...e de repente emergem, fazendo marulho e provocando ondas...
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...aquilo que não passa e relampeja no Tejo
que atravessa o corpo, a noite ...Saudade, tocaia acesa no avesso da pele...
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"...pra todo sempre eu vou guardar o seu lugar...lá no AZUL....no mesmo Blue..."
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Não poderia deixar de passar aqui hoje,meu amorzão mais lindo do mundo!
FELIZ NIVER, SAM!!!
***FelizIdadeNova!!***
SAÚDE E POESIA PRA ENFEITAR OS SEUS CAMINHOS!
Meu bem-querer...
Ah, como eu te amo...
tanto,tanto...
Com muito carinho,
Blue
Em 18.12.2010
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"...faço paisagens com o que sinto..."
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Pelos corredores do Salão do Livro da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), que anualmente acontece no Rio de Janeiro; os parentes indígenas o cumprimentam e ele, naturalmente, responde: “xipat oboré”, que significa “tudo de bom”, na língua do seu povo.
Graduado em Educação e Mestrado inconcluso em Antropologia, Daniel Monteiro Costa é Daniel Munduruku;...
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Há um novo fenômeno em andamento no Brasil que é a presença de indígenas em contexto urbano. Estes indígenas são oriundos de diversas regiões brasileiras e são motivados pelas mais diferentes situações que vão desde a desintegração social a que foram submetidos até o desejo de buscar novas soluções para suas comunidades originais ou contribuir para a reflexão em torno do papel dos...
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Nós não somos bandidos, nós não somos traficantes para sermos tratados assim, o que nós queremos é a não construção da barragem de Belo Monte.
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Pensando na Revolução dos Cravos
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a caminho tem uma pedra
e uma jangada que se recria
pois não há mais tempo a perder
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entre as grades dos prédios
ninguém vê
estou à deriva
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Eu, Graça Graúna, gostaria de compartilhar o poema "Tocar o mundo"; um presente que ganhei de Josualdo Meneses: poetamigo, professor de História na UPE. Ele aprendeu com Paulo Freire a não esconder o desejo de um mundo mais justo, um mundo melhor.
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Outros silêncios - um convite aos homens e às mulheres do mundo, a todas as pessoas que ainda arrecadam um pouco do tempo para perceber o sentido da palavra aquática como quer o dilúvio dos olhos neste sagrado encontro com a literatura.
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