colaborações dos usuários favoritos
(Para Sam..., amor meu...)
Feliz niver, meu prÃncipe azul!!
O que flui
Nada detém
é rio sem margem
mistério
viagem
coisas do acontecer...
Eu te amo,Sam...para sempre e sempre...sempre...
Aloha!!
Beijos intensos e extensossssssssss...
Tua Bluezinha (pra te aquecer...)
+
Do sertão de cada um
como um milagre
o mar invade o caos
e o cais se abre
...
+
Entre espasmos e espumas
os dedos se agitaram
e bacantes derramaram
todo vinho de suas travessuras...
hehee..
+
Quando a palavra (es)cala o corpo...treme...
+
...há coisas que nunca dormem...e de repente emergem, fazendo marulho e provocando ondas...
+
...aquilo que não passa e relampeja no Tejo
que atravessa o corpo, a noite ...Saudade, tocaia acesa no avesso da pele...
+
****
"...pra todo sempre eu vou guardar o seu lugar...lá no AZUL....no mesmo Blue..."
***
Não poderia deixar de passar aqui hoje,meu amorzão mais lindo do mundo!
FELIZ NIVER, SAM!!!
***FelizIdadeNova!!***
SAÚDE E POESIA PRA ENFEITAR OS SEUS CAMINHOS!
Meu bem-querer...
Ah, como eu te amo...
tanto,tanto...
Com muito carinho,
Blue
Em 18.12.2010
...
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"...faço paisagens com o que sinto..."
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Começa agora outro dia.
O poeta canta.
O poeta canta.
Por males que não espanta.
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Ela arredonda os braços
e acolhe essa louca prole.
Se é impossÃvel dormir a seu lado,
mais impossÃvel abandonar o fado:
essa rota de abismos
que nos recolhe
e nos reverte
ao momento da semente.
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Poema de abertura de neus Poemas MÃsticos, à guisa de exorcismo para afugentar o Mal e dar passagem à Luz.
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Poema do livro Poemas MÃsticos. Cada um dos poemas invoca um dos Doutores, mÃsticos ou mártires da história do Catolicismo,
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Poema do livro Poemas MÃsticos. Cada um dos poemas invoca um dos Doutores, mÃsticos ou mártires da história do Catolicismo,
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O poema se reporta a Fernando Pessoa:
Todas as cartas de amor
são ridÃculas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
RidÃculas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
RidÃculas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
RidÃculas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
RidÃculas.·
Quem...
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Mais um poema da seleta Poemas da Puberdade - poesia produzida na adolescência da autora.
Rumores de passos, vagos,
anunciavam as canções
por boca de deus atento
e um homem chorava, só,
perdido qualquer alento.
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Este poema faz parte da coletânea Poemas da Puberdade, seleta de poems produzidos entre 17 e 21 anos da autora.
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Chegou o meu amor, e não chegasse
o meu sossego não acabaria.
O coração audaz não voltaria
a perecer de fome e de cansaço.
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