COMO A VÊNUS Renascer de uma concha Fingir ser uma deusa Para redescobrir o mundo Falar baixo Sentir mil medos Não lembrar de certos poderes Calar os amores de Marte Enrubescer com o frio dos alheios Me distanciando dos erros mortais Lágrimas curativas correm pelo meu rosto O coração começa a se reconstruir Em baixo de edredons crio meu novo Mundo Ao som de músicas dos Deuses Faço tudo ser diferente Amanhã vou sair do mar Para voltar a amar