E estava lá num doce tão suave que estragava a novidade que viria ser para a boca; a vermelha e crua já não suporta mais o depois, e nem tem capacidade pra aguentar todo esse suor que escreve veneração nas carnes alheias. E vem através de ossos e de cáries, através de sangue e cuspe, de ódio e amor as ilimitações daquele corpo uno, somente nosso, somente meu, egoísta filho da puta, que mata por prazer! E fica estampada a respiração e batida dos pés e gemidos e porras em uníssonos, e a mão fria de quente sente, aperta e atira tudo que queria desde o começo, o the end menos clichê mas prazeroso, egoísta filho da puta, com objetivos individuais! E acaba! Acaba e depressão! Mas cadê o final feliz, colados juntinhos, com abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim?