Que pare o tempo Os móveis não falam Poesia lírica da angústia sincera Amargo corpo de uma deusa clara Doce veneno da morte que a espera Que pare o tempo Pois sua chama aquece o calor Chama que acende e vela a desgraça E com a morte da alma no reino da dor O corpo adormece e o tempo cala Pra pensar em você e odiar o amor.