À meia-hora da exibição dos filmes inclassificáveis selecionados pelo jornalista Alex Oliveira, o galpão abandonado onde é realizado o cine-clube enche-se de grupinhos, que trocam palavras e alguns litros de vinho. Até à meia-noite em ponto, pelo menos sessenta pessoas se abancarão para assistir aos três filmes da noite, que dificilmente seriam vistos em outro lugar: Thriller: a cruel film (1974), de Bo Arne Vibenius; Audition (1999), de Takeshi Miike e Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965), de Russ Meyer.
No Filmes Malditos da Meia-noite, uma vez por mês, filmes raros de terror, trash, escatológicos e gêneros afins são exibidos para um público que já está se tornando fiel. “Você não encontra esses filmes nas locadoras. Muitos não foram lançados no Brasil. Outros sequer têm legendas”, explica Alex, que lança mão de duas redes muito eficientes para conseguir os títulos: a internet e a de amigos. “Conheço gente do Brasil inteiro, a gente faz muito intercâmbio.”
e os cineclubes pipocam brasil afora!
só aqui na baixada, onde não existem cinemas fora dos shopings, já são uns cinco!
vamo que vamo, projetando um mundo novo!
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