Existe uma nova geração de produtores na cidade, interessados em formar e manter um novo tipo de público, ligado numa circulação diferente de cultura. O festival Coquetel Molotov difere dos vizinhos Abril pro Rock e RecBeat porque busca, nas atrações, um perfil diferente de bandas que nunca chegariam ao Brasil de maneira tradicional.
Trouxeram para cá o Teenage Fanclub, Kills e Tortoise, enquanto inseriu o Recife na cartilha de bandas como Hurtmold, Debate, Tony da Gatorra e toda uma inteira cena alternativa do Brasil. Idealizadores da “Invasão Sueca” (trocadilho infame com a britânica), eles fomentaram um novo e curioso público, sedento por bandas que nunca se ouviu falar em canto nenhum.
coquetel molotov, desculpem o termo, é foda!
Guilherme Mattoso · Niterói, RJ 27/6/2007 12:26
sempre dou uma olhadinha pelo site da CM.
viva recife!
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