Uma bebida que, de tão aromática, logo se faz perceber por alguns metros do local onde se abre uma garrafa. O Bom Que Dói, é feito com mel, canela e cravo-da-Índia curtidos por cerca de um ano nos melhores aguardentes de cana da região, segundo o criador do aperitivo, Tonico Santos, um confesso apreciador de cachaças nordestinas e pai do cantor e compositor Zeca Baleiro.
A experiência de beber o Bom Que Dói deve ser precedida com muito maior dose da prudência natural com que se deve encarar os alcoólicos. É de altíssimo teor, mas degustada na "medida certa" (determinada pelo autoconhecimento), proporciona o prazer exclusivo da experimentação de bebidas artesanais.
Essa é a parte que só provando, Sérgio... só provando.
; )
martelo...
hahaha
uma avaliação etílica: hic!
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