O quitute tá em todo lugar, mas cada vez menos em seu habitat. O sururu fresco tem um significado especial para a cultura alagoana. Claro, o nome do Estado não foi dado por acaso, e o molusco é o filho nobre da safra dessas águas. Hoje virou música, virou nome de bar, de site e de projetos. Mas o melhor mesmo é comê-lo, de preferência com molho de coco. E como é cada vez mais raro ouvir o pescador nas ruas gritando “Olha o sururu fressssco!”, e os supermercados vendem a iguaria a um valor muito superior aos de outrora (e olha que nem é fresco, é congelado!), a melhor opção para quem quer degustar aquele que é um símbolo do Estado (é pequeno e se esconde numa concha preta, mas é extremamente saboroso) é ir aos bares próximos às lagoas Manguaba e Mundaú.
E como a gente não poderia deixar de sugerir, fica aqui a opção: os bares de Massagueira, localizada em Marechal Deodoro, nas margens da lagoa Manguaba, tem não somente o sururu, mas também massunim, siri de coral, caranguejoe peixes como bagres, camurins e mandins. Tudo pescado por lá mesmo. Aliás, o local nasceu de uma vila de pescadores.
Tati, finalmente vou conhecer Massagueira esse ano, a caminho do carnaval Recife/Olinda! Se tiver alguma dica nova sobre lá me avisa. Beijo e valeu pelas dicas!
rogeriotomazjr · Brasília, DF 23/1/2011 14:37Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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